Curiosidades do Vale do Ribeira e Suas Cidades

Este blog tem por finalidade mostrar as belezas naturais do Vale do Ribeira ,suas Histórias,curiosidades,lendas ,culinaria e suas Cidades : Registro-sp , Sete Barras , Eldorado ,Jacupiranga , Cajati, Pariquera-açu, Iporanga, Ribeira, Iguape etc….

31.12.08

Simpatias para Virada de Ano 2009,Boa sorte a Todos!

Simpatias 2009

O brasil é uma terra onde a diversificação corre solta, e em relação a fé ocorre o mesmo, existem diversas crenças para todo tipo de coisa, seja para ganhar dinheiro, para conquistar um novo amor, subir na carreira profissionalmente, dentre outras.

E como não poderia deixar de ser, as Simpatias de Ano Novo também já se tornou tradição para milhares de brasileiros todos os anos. Algumas pessoas afirmam que a data do Reveillón é bastante propicia para praticar tais simpatias, isso porquê é grande o número de vibrações positicas e esperança de um ano melhor.

Abaixo vocês conferem algumas Simpatias para Virada de Ano 2009.

Simpatia para ter sorte em 2009

Comidas que dão sorte no Ano Novo

Lentilhas: uma colher de sopa é suficiente para assegurar um ano inteiro de muita fatura à mesa. A origem desta superstição é italiana e foi trazida para o Brasil pelos imigrantes.
Romãs: para atrair dinheiro, coma sete partes, guardando as sementes na carteira.

Uvas: à meia-noite em ponto, coma 12 uvas. Ao comer cada uma delas, mentalize saúde, paz, amor, união e prosperidade, para você e sua família. Cada uva representa um mês do ano. Desta forma você estará mentalizando todas estas coisas positivas para o ano todo. Depois, para garantir também dinheiro, guarde as sementes na carteira ou na bolsa, até a troca do próximo Ano-Novo.

Carne de porco: deve ser o prato principal da ceia, servida à meia-noite. Como o porco fuça pra frente, garante armários cheios o ano todo. Evite o peru, que cisca para trás.Nozes, avelãs, castanhas e tâmaras: estas, trazidas para cá pelos imigrantes de origem árabe, são recomendadas para garantir fartura.

Merenque ou suspiro: devem ser comidos logo após à meia-noite, para ter um ano doce.

Simpatia para ter Fatura o Ano Todo

Para garantir sorte ou prosperidade, coma 3, 7 ou a quantidade de uvas correspondente ao seu número de sorte. Para garantir também dinheiro, guarde as sementes na carteira ou na bolsa, até a troca do próximo Ano-Novo.

. Para subir na vida, suba um degrau de uma escada ou em uma cadeira com o pé direito assim que der meia-noite.

. Prepare pratos com nozes, avelãs, castanhas e tâmaras para ceia. A tradição árabe garante fatura o ano todo.

. Use um par de meias novas brancas, durante três dias, a partir do dia 28. No quarto dia, coloque ao Sol do meio-dia a meia do pé direito e, em seguida, atire-a longe, tomando cuidado para que não caia num lugar úmido. À meia-noite do dia 31 coloque ao luar a meia do pé esquerdo e repita o gesto, dizendo as seguintes palavras: “Minhas meias foram longe. Não têm teia nem idade. Se se foram, porque se foram, virá a felicidade.”

. O prato principal da ceia deve ser a base de carne de porco, servido à meia-noite. Como o porco fuça para frente, garante fartura o ano todo. Evite o peru, que cisca para trás.

. No dia 30 de dezembro, tome um banho especial para descarregar as energias negativas. Ferva água e coloque folhinhas de arruda, alecrim, manjericão, malva-rosa, malva-branca, manjerona e vassourinha para o seu banho. Espere esfriar e jogue a água sobre sua cabeça.

Simpatia para conquistar um novo Amor em 2009

Próximo da meia-noite, a primeira pessoa que você for cumprimentar deve ser do sexo oposto, justamente para garantir um novo grande amor ou manter o que se tem.

Pular com o pé direito à meia-noite pode atrair boas vibrações para a sua vida. Dê três pulinhos de preferência com uma taça de champanhe na mão (cuidado para não derruba-lá). Depois, jogue toda champanhe para trás, de uma só vez, sem olhar para deixar para trás tudo de ruim.

Pegue algumas moedas e as jogue, da rua para dentro de casa. A riqueza será atraida para todos que moram em sua casa.

Se estiver na praia, entre no mar e pule sete ondas. Faça sete pedidos: um para cada onda.

Aproveite também para acender velas na praia ou jogar rosas nos espelhos de água, em intenção de Iemanjá. A deusa africana protege seus fiéis, com saúde, amor e dinheiro o ano todo, dia o candomblé.

Se deseja ter muita paz, saúde, dinheiro e preservar a harmonia no lar o ano todo, faça a simpatia das três rosas brancas. Pegue três rosas brancas, e coloque-as em um vaso virgem branco ou de vidro transparente. Coloque dentro dele seis moedas, uma cebolinha, água e deixe ficar assim durante sete dias. Depois dos sete dias, troque a água, tire a cebolinha e troque as rosas. Só deixe ficar as moedas. Essa prática deve ser repetida de sete em sete dias, de preferência nas sextas-feiras, o ano todo.

Simpatia para ganhar dinheiro em 2009 (Banhos Mágicos)

Para isso é preciso um ramo de salsa, uma colher de sopa de pó de canela, uma noz-moscada ralada, uma colher de chá de mel e uma colher de chá de gengibre ralado. Prepare o chá tradicionalmente. Deixe amornar e depois coe. Tome seu banho normalmente e depois jogue lentamente essa mistura sobre o corpo. Seque-se sem o auxílio da toalha. Faça esse banho no último dia do ano, as boas energias trazem boas vibrações e o dinheiro não faltará para você no ano novo 2008, só não vale abusar também.

No dia 31 de dezembro, último dia do ano velho, tome um banho para descarregar as energias negativas. Ferva água e coloque folhinhas de arruda, alecrim, manjericão, malva-rosa, malva-branca, manjerona e vassourinha para o seu banho. Espere esfriar e jogue a água sobre sua cabeça, você se sentirá aliviado(a) e aqueleas energias ruins terão sumido.

Qual roupa usar na virada do Ano Novo 2009 ?

Roupas intímas como calcinha ou cueca só novas: para quem quer atrair dinheiro, fartura e abundância, use peças amarelas ou douradas; as brancas atraem paz e felicidade como muitos já sabem; as vermelhas são ótimas para as grandes paixões. Para quem quer viver um grande amor, prefira as de cor rosa.

A roupa branca é um hábito relativamente recente, trazido para o Brasil com a popularização das religiões africanas. O branco representa luz, pureza, bondade, por isso muitas pessoas passam o ano novo com roupas claras.

A roupa azul é para quem quer ter esperança

A roupa vermelha é para precisa de sorte no amor.

A roupa amarela representa o poder do ouro e atrai dinheiro.

Se você tiver uma nota de dinheiro dentro do sapato os orientais dizem que a energia entra no nosso corpo pelos pés. Vai daí, o dinheiro no sapato atrai mais e mais riquezas.

Fonte Site Mundo das tribos

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Feliz 2009 a Todos leitores do Blog Curiosidades do Vale do Ribeira!

O Blog "Curiosidades do Vale do Ribeira e suas Cidades" deseja a todos os leitores e amigos um Feliz 2009 Cheio de alegrias e muita paz ,que este ano que se inicia seja repleto de muita luz e muito sucesso,grande abraço a todos .

Camilo (autor do Blog)

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Caxumba é a causa de infertilidade

Caxumba é causa de infertilidade
 
 

CUIDADOS Vacina tríplice viral é a forma mais eficaz de prevenir a caxumba, que é transmitida por vírus

A parotidite infecciosa, também conhecida como caxumba é uma doença tipicamente infantil. Normalmente, o vírus é transmitido por espirro, tosse ou respiração, seja em ambientes fechados ou contato direto. Em crianças, normalmente a doença não apresenta qualquer tipo de complicações, desde que tratada corretamente, já em adultos e adolescentes, principalmente do sexo masculino a situação é mais delicada podendo levar o indivíduo à infertilidade. Quem faz a orientação é o médico urologista, Paulo Marcos Longuini Mazili, do Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa de Santo André.

Nos homens pode ocorrer orquite - inflamação dos testículos - quando o inchaço das glândulas já está regredindo. A região tende a ficar inchada, dolorida, quente e aumenta de volume. Geralmente a infecção poupa uma parte dos testículos, mas se for tratada de forma errada pode comprometer e levar o indivíduo à infertilidade. Cerca de 20% dos homens infectados desenvolvem a orquite.

Segundo o especialista, os homens devem seguir rigorosamente as recomendações médicas. "Orientamos o paciente infectado para repousar o máximo de tempo possível e que três meses após a manifestação da caxumba procure um médico para a realização de novos exames", orienta Mazili.

Já nas mulheres, pode ocorrer ooforite e mastite - inflamação dos ovários e mamas - porém muito mais raro do que a orquite. Ambas as inflamações só se manifestam em adultos e adolescentes depois da puberdade.

Náuseas, febre repentina, dores de cabeça, garganta e inflamação nas glândulas salivares são os sintomas mais comuns. O pescoço apresentará inchaço logo abaixo da orelha, que pode durar de cinco a 10 dias e o vírus pode ser transmitido até sete dias após a infecção.

O pâncreas também pode ser afetado - pancreatite - porém a cura é espontânea. O coração, os rins, a glândula tireóide e o sistema nervoso também podem ser atingidos, desencadeando miocardite, nefrite, tireoidite e meningite ou encefalite.

Não existe um tratamento para a caxumba, o próprio corpo é capaz de iliminar, sozinho, a infecção. Os cuidados recomendados pelos médicos aliviam os sintomas, porém, alguns cuidados são de extrema importância, como ficar afastado do trabalho ou escola, fazer repouso, não praticar nenhum tipo de esportes, compressas e analgésicos ajudam aliviar a dor, evitar a ingestão de alimentos sólidos e ácidos. Uma higienização bucal também é recomendada para evitar que bactérias contaminem o local agravando a situação do paciente. No caso de orquite, o repouso e uso de suspensório escrotal são muito recomendados para o alívio da dor.

Em casos de crianças debilitadas ou gestantes, o médico pode indicar a administração de gamaglobulina, com elevada concentração de anticorpos, para amenizar os sintomas e evitar complicações. Porém, a imunidade definitiva só ocorrerá a partir dos anticorpos produzidos pelo organismo ou pela aplicação de vacina específica.

A forma mais eficaz de prevenir a doença é por meio da vacina tríplice viral, ministrada de acordo com o calendário vacinal, ou assim que entrar em contato com um indivíduo infectado.

Fonte Site O Diario de mogi

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30.12.08

Os direitos de qualquer pessoa

Os direitos de qualquer pessoa

DIREITO À VIDA
Todas as pessoas nascem diferentes.
Cada indivíduo é um processo único e inacabado, imperfeito e humano, pronto para desabrochar
como obra-prima que é da Natureza.

IGUALDADE DE DIREITOS
É direito de toda pessoa usufruir igualmente
dos mesmos direitos,
até o limite de não prejudicar ou impedir
os outros de também usufruírem os deles.

DIREITO À LIBERDADE
Toda pessoa é livre para ser, para existir e para criar.
A Liberdade Individual é o fundamento das Relações Sociais e das Regras de Comportamento Coletivo.
É ilegítimo qualquer Sistema Social
baseado na supressão desse direito.

DIREITO Á INDIVIDUALIDADE
Toda pessoa tem o direito de ser ela mesma
e de assumir integralmente a sua própria identidade.

DIREITO AO CORPO
Toda pessoa tem direito à propriedade
do seu próprio corpo e de dele desfrutar como fonte
de crescimento, de prazer e de realização pessoal.

DIREITO AO SEXO
Toda pessoa tem o direito de manifestar a sua própria
sexualidade, sem medo, preconceito, vergonha ou culpa.

DIREITO DE SENTIR
É direito de toda pessoa ter sentimentos
e de expressá-los livremente em todas as suas ações.

DIREITO À FANTASIA
Toda pessoa tem o direito de sonhar
e de tentar viver a sua própria loucura,
transformando seus sonhos em realidade.

DIREITO DE ESCOLHA
Toda pessoa tem o direito de escolher o seu próprio
destino e de escrever a sua própria história,
respondendo "sim" ou "não" a cada situação
que a vida lhe apresenta.

DIREITO DE PENSAR
A consciência é um dom natural em cada indivíduo. Nenhuma instituição ou doutrina,
nem com o uso da força, pode privá-lo de formar
e manter idéias próprias a respeito do que quer que seja.

DIREITO DE APRENDER
Como parte essencial do seu processo de crescimento, toda pessoa tem o direito de cometer erros,
de demonstrar fraqueza e até mesmo de desistir,
sem se envergonhar dessas limitações
tão próprias da condição humana.

DIREITO DE SOFRER
As quedas e as perdas fazem parte da vida
e toda pessoa tem o direito de vivê-las
em toda a sua extensão e profundidade.

DIREITO À MUDANÇA
Toda pessoa tem o direito de mudar o seu modo de ser,
de rever seus objetivos, valores, crenças
e pontos-de-vista e de voltar atrás em suas decisões.

DIREITO DE RECOMEÇAR
Não importa o que aconteça, toda pessoa tem o direito
de se perdoar pelos erros e fracassos e de começar
de novo, sempre, até o seu último instante de vida.

DIREITO À FELICIDADE
Toda pessoa tem o direito de ser feliz.
Ainda que a realização disso signifique trabalho árduo,
é na alegria de viver que se encontra
o sentido maior da própria existência.

Fonte Blog Malhada de um Sertanejo

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29.12.08

Biografia do escritor Noziel A. Pedroso da Cidade de Registro-SP

Foto do Escritor Noziel Antonio Pedroso

Contiuando a escrever sobre os escritores do Vale do Ribeira ,hoje vamos conhecer um pouco mais sobre este grande escritor e compositor Noziel Antonio Pedroso da Cidade de Registro-SP no Vale do Ribeira.

Noziel nasceu em Pariquera-açú em 23 de dezembro de 1957,(portanto com 50 anos completos),quinto filho de uma prole de oito irmãos.passou a infancia nos sapezais ás margens da rodovia BR 116,nas proximidades do posto itatins,caçando passarinhos e brincando de bola. 

Aos vinte anos foi morar e trabalhar em Três Pontas ,Minas Gerais,Em 1982 ( aos 25 anos ) fez a primeira sinopse de um livro ,que foi lançado em 08 de Outubro de 1993( O Baú, uma trama sobrenatural que discorre sobre um velho baú que continha uma maldição gerada atravéz de várias descendências).Esse trabalho foi feito de forma artesanal e com tiragem de apenas 115 exemplares.Foi nessa época que fez também seu primeiro poema: Jesus Cristo ,10 estrofes,de 6 linhas cada .

Foto do livro "O Baú"

Em agosto de 1983 foi inscrito na Sociedade de Compositores e Autores Musicais,São Paulo-SP.

De 1986 a 1990 Noziel trabalhou como redator publicitário no jornal A Tribuna do Ribeira onde publicou  centenas de textos e matérias publicitárias,fazendo,inclusive,artigos sobre música popular,que é o seu forte.

Após o lançamento do primeiro livro ,o artista gráfico João Xavier de Campos (autor da capa e ilustrações) sugeriu ao escritor algo sobre os personagens de registro,sugestão essa logo aceita pelo autor.Em fevereiro de 1994 Noziel saiu em campo colhendo histórias pitorescas para elaboração de seu segundo trabalho nas letras.Todo  material apurado rendeu 25 capítulos,até o presente momento,livro mais popular: Registro,histórias,boatos,causos, mitos e lendas de um povo,agora relançado pela terceira  vez.. A primeira edição saiu em abril de1997, a segunda em agosto de 1998 e, essa ultima,em fevereiro de 2006.

 

 1º edição do Livro Registro, Histórias, Boatos, Causos, Mitos e Lendas de um Povo ,foi em abril  de 1997

2º edição do livro Registro, Histórias, Boatos, Causos, Mitos e Lendas de um Povo ,foi em agosto de 1998

 

3º edição do livro Registro, Histórias, Boatos,Causos, Mitos e Lendas de um Povo ,foi em fevereiro de 2006

O autor já tem prontos quatro trabalhos na área literária: O ALGOZ E A SUBMISSA,(ficção:a história de uma professora que se envolve com um traficante de drogas,IEIÉ EM PROSA EVERSO (referente a um irmão,que se inicia nas drogas aos 17 anos e morre aos 34), RECANTO DOS INOCENTES (sobre os tempos em que morou numa república, em TRES PONTAS) e CONTOS PRIMEIROS E ÚLTIMOS(uma compilação de mais de 20 contos,a maioria escrita em 2007).

O segundo livro do autor foi além dos limites de registro.Há exemplares espalhados por diversas cidades e estados, inclusive em outros paises como no JAPÃO E ESTADOS UNIDOS (MIAMI). Foi remetido,ainda, a tres artistas televisivo: JO SOARES(1997), GLÓRIA PERES e ROLANDO BOLDRIN(2000).

E uma canção do artista (ciuniverso) foi parar na ALEMANHA. É que a cantora homenagiada com a canção(CIONE DE FÁTIMA BRAS TOSTES,que o autor conheceu em TRES PONTAS-MG) mora nessa localidade.Não obstante não ter, ainda,lançado seus outros quatro livros, Noziel tem outros trabalhos rascunhados:samantha,solo infausto,primavera em cantilena,manto de púrpura e seguidores de caim.

EM 1998 trabalhou como colaborador no Jornal o Regional (registro-sp) escrevendo semanalmente uma coluna intitulada soltando um verbo e se identificava apenas como pan( as iniciais do autor, de trás para frente),onde discorria,de forma ironica,sobre assuntos em efervescencia, com títulos curiosos e intrigantes como VAI UM FIGADO ESPERTO AÍ? sobre a doção de orgãos e UM SOLUÇAR DE DOR,,sobre o feriado de 13 de maio.

 

Foto da Revista Cidade

Noziel foi tema de matéria no jornal Santista Expresso Popular em abril de 2006 .Há alguns anos foi mencionado ainda no Jornal Diário de São Paulo  ,na revista Viva e no periódico A Estância,de Praia Grande.Em agosto de 2008 foi abordado,ainda,na Revista Cidade,editada em Registro-SP.

 

O Escritor Noziel  é também Compositor e letrista,autor de 24 canções (a metade com partituras registradas na fundação Biblioteca Nacional,Rio de Janeiro-RJ). Tem três canções registradas no disco Sem preconceitos, produzido pela Associação dos Negros de Registro-SP, am dezembro de 1990.

O Blog "Curiosidades do Vale do Ribeira e suas Cidades" se sente honrrado em poder escrever sobre este grande escritor e compositor  Noziel Antonio Pedroso,quem quiser adquirir o livro é só entrarem contato com próprio Noziel pelo fone (013) 38216042

 

 

 

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28.12.08

Justiça reconhece Quilombo de Ivapondunduva em Eldorado-SP

Incra tem prazo de 30 dias para fazer registro imobiliário

Após 14 anos de tramitação na Justiça, a área Ivaporunduva, em Eldorado, no Vale do Ribeira (SP), foi reconhecida como remanescente de quilombo. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) tem agora prazo de 30 dias para fazer o registro imobiliário das terras.

Segundo o MPF, a comunidade de Ivaporunduva é a mais antiga do Vale do Ribeira e teria surgido no século 17 por causa da mineração. Boa parte da área é formada por terras devolutas do Estado de São Paulo.

A decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região só pôde ser confirmada devido a um acordo entre a União e o governo de São Paulo de não recorrer da determinação judicial.

O relator do acórdão, juiz federal convocado Hélio Nogueira, afirmou em seu voto que as evidências históricas e antropológicas, somadas aos costumes revelados pelas fotografias anexadas aos autos, além da aparência das pessoas que constituem a comunidade, comprovam “satisfatoriamente” o marco histórico da propriedade da área pelos quilombolas.

Fonte: AGÊNCIA BRASIL

Fonte Site Diario de Iguape

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27.12.08

Complexo Estuarino Lagunar de Iguape, Cananéia e Paranaguá

Complexo Estuarino Lagunar: Aspectos Geográfico

 O Complexo Estuarino Lagunar de Iguape, Cananéia e Paranaguá e um dos mais importantes ecossistemas costeiros, reconhecido por cientistas, ecologistas e organizações internacionais, como um dos mais produtivos do planeta, apresentando uma considerável reserva de mangue pouco degradada, no final de 1999 a Região recebeu o título da UNESCO de Patrimônio Natural da Humanidade.
Junto a este complexo ainda se localiza o Parque Estadual da Ilha do Cardoso, o qual é visitado periodicamente por diversos seguimentos da sociedade, servindo de palco para um aprendizado sobre a natureza como realmente ela é, com a Mata Atlântica quase que intocada e uma deslumbrante fauna e flora.
As populações tradicionais caiçaras dependem diretamente dos recursos naturais para sua sobrevivência e qualquer ameaça ao complexo ecossistema ali verificado, pode colocar em risco a sustentabilidade sócio ambiental da região.

¤ O Lagamar em  São Paulo

As pessoas interessadas em ir ao Lagamar e desenvolver atividades turísticas nos municípios de Iguape, Ilha Comprida, Cananéia e Pariquera - Açu certamente terão oportunidade de conhecer praias, rios, uma enorme variedade de canais, percorrer trilhas em áreas planas ou em encostas de montanhas e visitar sítios de valor histórico e cultural.
Atualmente, estradas asfaltadas garantem a ligação entre as várias cidades do Vale do Ribeira e delas com São Paulo e Curitiba. Porém os passeios em áreas mais preservadas exigem uma certa dose de aventura e cuidado quando tiverem que ser percorridas estradas de terra em lugares íngremes ou alagadiços, principalmente nas épocas de chuva.
Com o incremento do turismo, a infra-estrutura hoteleira e de serviços começa agora, a ser encarada de uma maneira mais profissional, não só no que diz respeito às instalações e equipamentos, como ao fornecimento de alimentação de boa qualidade, com ênfase na cozinha tradicional, ao atendimento do pessoal de apoio nos hotéis, aos meios de transporte e ao trabalho dos guias locais.
Na região estão concentradas muitas das Unidades de Conservação do Estado de São Paulo. Algumas dispõe de alojamentos e demais equipamentos para o desenvolvimento de pesquisas e atividades educativas. Quando isso não acontece, o apoio representado pelas instalações hoteleiras das cidades ou pelas inúmeras pousadas próximas, garante a realização dos programas, fazendo do Lagamar um local perfeitamente adequado ao ecoturismo e às práticas de educação ambiental.

¤ Problemas da Região

 Neste complexo ocorre uma intensa atividade pesqueira, principalmente artesanal, abrangendo próximo de três mil pescadores. No geral estes pescadores não evoluíram para uma pesca de pequena escala, virando muitas vezes empregados  de armadores de pesca.
Foi identificado que um dos principais problemas está relacionado a distorção entre a produção e    a geração de renda, pois apesar da produção pesqueira da região representar aproximadamente 30% de toda produção do Estado de São Paulo, a renda per capita por pescador artesanal não ultrapassa os US$1.200,00 anuais.
Esta situação descrita, aliada as questões fundiárias, a falta de planejamento, a inexistencia de linhas de crédito para o setor pesqueiro, ao comprometimento dos recursos naturais por contaminação de resíduos agrícolas e urbanos, a ocupação das várzeas e mangues, a falta de monitoramento ambiental, a ineficiência de fiscalização e a falta de pesquisa em alternativas econômicas sustentáveis, estão levando as populações tradicionais as vias de extinção, obrigando muitas vezes o chefe da casa a abandonar a profissão herdada dos pais, para migrar para as grandes cidades, atrás de novas oportunidades de vida

Fonte Fundação SoS Mata Atlântica

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26.12.08

Programação de Verão - Ilha Comprida

Shows com CPM22, Grupo Fresno, o reggae do Planta e Raiz e o encantador espetáculo Bagun S.A serão atrações do Ilha Verão 2009 Um espetáculo mágico para todas as idades, uma combinação de números circenses, teatro, dança, muita música e uma emocionante história de amor compõem o espetáculo Bagun S.A, que será apresentado no Ilha Verão nos dias 30, 31/01 e 1 de fevereiro. Trata-se de uma superprodução que reúne alta tecnologia, malabarismo, acrobacia, mágica, palhaços, equilibrismo e muitos efeitos especiais. Serão seis apresentações na Ilha Comprida. A entrada será um quilo de alimento não perecível, com exceção de açúcar e sal.

 

Além de Bagun S.A, o Ilha Verão  2009 também contará com os shows do grupo de reggae Planta & Raiz no dia 24 de janeiro no Palco da Praia do Boqueirão Norte. Planta & Raiz é a grande revelação do reggae roots nacional. Os seis rapazes que integram o grupo plantaram suas raízes e brotaram da terra com a força de seu estilo jamaicano. Planta & Raiz veio para ficar e ratificar o pensamento de Bob Marley: “esqueça suas inquietações e dance… esqueça suas tristezas e dance… esqueça suas doenças e dance… esqueça suas fraquezas e dance. O reggae não é só para ouvir, é principalmente para sentir. Quem não o sente, não o conhece”.

Outra grande atração, o Grupo  Fresno realizará seu show  no dia 31 de janeiro. Dono do prêmio de banda revelação na MTV, em 2007, 30 mil cópias vendidas de maneira independente – de seus três primeiros álbuns – e os mais de 20 estados percorridos pelo Brasil cristalizaram a tendência da banda para ser um fenômeno da atual geração.

Em fevereiro, no dia 7, o Caixa Postal 22, mais conhecido como CPM 22, uma das maiores revelações do rock nacional dos  últimos anos,  também se apresentará no Ilha Verão. Todos os shows com entrada gratuita.

 Ilha Verão 2009 terá início no Reveillon com queima de fogos e show ao vivo, na Praia do Boqueirão Norte, e se estenderá até o Carnaval, em fevereiro. A programação contará ainda com um balão ancorado para visão panorâmica das praias, exposições com grandes nomes nacionais da fotografia, shows com bandas de renome, cinema na praia e o artesanato do Vale.

Programe-se

Reveillon

Grande Queima de Fogos

Bandas em Palco (aberto ao público)

Tradicional Corrida da Cerveja

 

Balão Cativo –10,17,24 e 31/1

Balão Promocional para Passeios Cativos

Palco da Vida

Tai-Chi-Chuan

Aeróbica

Concurso Garota da Ilha

Shows (abertos)

Planta & Raiz –24/01

Fresno–31/01

CPM22 –7/022

 

Circo BAGUN S.A  –Dias 30 e 31/01 e 1/02

6 apresentações

 

Shows com Bandas – Dias 3, 10 e 17/01 e 14/02

Bandas de animação

 

Carnaval –22 a 26/02

5 noites e 2 matinês

 

Cinema na Praia –De 4 a 10/01

Feira Regional de Artesanato –De 4 a 18/01

Exposição de Fotografia  –De 19 a 31/01

Fonte Site Diario de Iguape

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Pedágios na Régis (BR-116) começam na segunda dia 29

A concessionário OHL/Autopista Régis Bittencourt, a partir do dia 29 próximo ( segunda-feira),  iniciará a cobrança de pedágio nos Km 485 (Cajati),  e também no Km 296 (Itapecerica da Serra).

A tarifa irá de R$ 1,50 (automóvel) a R$ 9,00 (caminhão com reboque) e é bidirecional. Os valores foram calculados de acordo com o contrato assinado com o Governo Federal em fevereiro de 2008, e corrigidos pela variação do IPCA de junho de 2007 a novembro de 2008.

Tabela das tarifas

Automóvel - R$ 1,50

Caminhão leve, ônibus, caminhão-trator e furgão – R$ 3,00

Automóvel com semi-reboque e caminhonete com semi-reboque – R$ 2,25

Caminhão, caminhão-trator, caminhão-trator com semi-reboque e ônibus – R$ 4,50

Automóvel com reboque e caminhonete com reboque – R$ 3,00

Caminhão com reboque e caminhão-trator com semi-reboque – R$ 6,00

Caminhão com reboque e caminhão-trator com semi-reboque – R$ 7,50

Caminhão com reboque e caminhão-trator com semi-reboque – R$ 9,00

Motocicleta, motonetas, bicicletas a motor e triciclos – R$ 0,75

O telefone da concessionária é 0800-7090-116.

Fonte Site Diario de Iguape

 

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Projeto Observando o Ribeira

Observando o Ribeira

Depoimento

"Nossa preocupação é mais educacional do que de fundo técnico. O uso dos indicadores é só um catalisador do processo de conscientização socioambiental. Após o monitoramento, por exemplo, um dos grupos fez um pedágio e conseguiu mudas para reflorestar uma região de mata ciliar, outro está constituindo uma ONG com orientação da Fundação."
Clodoaldo Gazzetta
Biólogo e coordenador do Programa Observando o Ribeira

Linha do Tempo

2001 - início do monitoramento dos rios da bacia do Ribeira de Iguape por 30 grupos da sociedade civil
2002 - projeto entra na segunda fase engajando o público escolar do Vale do Ribeira e compondo 120 grupos de monitoramento
2003 - fim da segunda etapa revela qualidade boa para grande parte dos trechos do rio Ribeira de Iguape
2006 - continuação do projeto, com reorganização dos grupos de escolas do Vale do Ribeira, em parceria com o Instituto Ambiental Vidágua

O monitoramento da qualidade das águas da Bacia Hidrográfica do Rio Ribeira de Iguape é desenvolvido pelo Observando o Ribeira, através de atividades de educação ambiental, capacitação de atores locais ligados aos segmentos sociais e unidades de ensino, gestão participativa dos recursos hídricos e promoção da cidadania.

Esse projeto visa levar a sociedade civil organizada e atores do setor educacional dos municípios da Bacia Hidrográfica do Rio Ribeira de Iguape a compreenderem a importância da recuperação e conservação do meio ambiente. Para isso, promove o conhecimento e reflexão sobre a problemática socioambiental da região e a participação efetiva nas discussões de políticas públicas voltadas à gestão equilibrada dos recursos hídricos e naturais da Bacia, dentro de um processo de educação ambiental permanente.

Em 2002, Diretorias de Ensino de Miracatu, Apiaí, Registro, Votorantin e Itapecerica da Serra e 97 Escolas dos 23 municípios da região, além de 25 grupos voluntários, dedicaram-se a monitorar a qualidade da água do rio ao longo de um ano, por meio de kits de análise e percepção ambiental. Com essa metodologia, o processo participativo se refletiu na discussão dos dados regionais e em propostas de intervenção e avaliação dos principais problemas ambientais e programas de recuperação.

Os 126 grupos de monitoramento formados, com envolvimento direto de 15 mil pessoas, receberam capacitação e assessoria técnica, além de mudas de espécies nativas, participação em cursos e seminários e contribuição na construção de mapas e da página do Programa na Internet, onde expuseram os resultados positivos sobre a qualidade da água apurada para o Ribeira de Iguape. Esses mesmos grupos vêm sendo reunidos novamente para a retomada do Observando o Ribeira, que em sua terceira etapa é coordenado por uma parceria com o Instituto Ambiental Vidágua.

Com técnicos, professores e ambientalistas mais bem preparados é possível disseminar as informações adquiridas no processo de aprendizagem e formular projetos mais próximos da realidade local.

 

Fonte Site SoS Mata Atlântica

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24.12.08

Feliz Natal a Todos

O Blog "Curiosidades do Vale do Ribeira e suas Cidades " deseja a todos os leitores e amigos um Feliz Natal cheio de Alegria e muita paz .

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23.12.08

Quatro histórias diferentes procuram explicar a invenção do panetone

Quatro histórias diferentes procuram explicar a invenção do panetone - o pão doce e macio, perfumado e amanteigado, repleto de uvas passas e frutas cristalizadas, com formato de chapéu de cozinheiro, clássico de Milão, na Itália, hoje consumido no Natal do mundo inteiro.

A primeira e mais célebre, repetida desde o século 19, atribui sua criação a um certo Toni, ajudante da cozinha de Ludovico Sforza, o Mouro (1452-1508), duque de Milão. Não dispondo de dinheiro para o casamento da filha, ele preparou um pão doce e rico, que serviu na festa nupcial. Teria nascido assim o “pan de Toni” (dialeto milanês), posteriormente batizado de panettone.

A outra versão também envolve Sforza. Em um dos banquetes de Natal oferecidos pelo duque, o cozinheiro distraído queimou a sobremesa e a substituiu pelo enorme pão doce que o subalterno Toni fizera como experiência. Sforza gostou e perguntou o nome do que comia. Na falta de outra designação, chamaram-no “pan de Toni”.

A terceira variante permanece relacionada ao duque. O jovem Ughetto, filho de Giacometto degli Atellani, escudeiro de Sforza, apaixonou-se por Adalgisa, filha de um padeiro. Como a moça era pobre, a família do rapaz contrariou o namoro. Mas Ughetto teve a idéia de ajudar o pai de Adalgisa a inventar um pão que fez sucesso e o tornou rico, propiciando seu casamento com a amada.

A última versão credita o panetone a uma freira doceira coincidentemente chamada Ughetta, que vivia num convento onde a falta de recursos impedia a realização da festa de Natal. A religiosa viabilizou a comemoração preparando um pão com açúcar, manteiga, ovos e pedacinhos de cidra, colocando a massa para levedar demoradamente e assando-a até ficar dourada.

Apesar de românticas, essas explicações não encontram sustentação histórica. É o que mostra o pesquisador e ensaísta italiano Stanislao Porzio, no livro Il Panettone - Storia, Leggende e Segreti di un Protagonista del Natale (Guido Tommasi Editore, Milano, 2007). Segundo ele, o apetitoso pão natalino foi criado e aprimorado por autores anônimos, ao longo dos séculos. Originou-se na antiga “cerimônia do tronco”, uma velha liturgia doméstica realizada durante a Idade Média e Renascença, que misturava elementos pagãos e convicções cristãs. Acontecia na véspera do Natal, em boa parte da Europa, sobretudo na Itália. O dono da casa marcava uma cruz no alto de três grandes porções de massa de pão e as colocava para assar. Depois, pegava um pesado tronco de árvore e punha na lareira sobre ramos de zimbro. Ateava-lhe fogo, jogava um pouco de vinho nas chamas, tomava um gole e passava a bebida para os membros. Prosseguia a liturgia atirando uma moeda no tronco e distribuindo outras aos presentes. Finalmente, partia cada pangrande ou panatton, oferecendo pedaços ao grupo e guardando um para o Natal seguinte. Galeazzo Maria Sforza (1469-1494), irmão mais velho e antecessor de Ludovico no ducado de Milão, promovia em família a cerimônia do tronco.

A celebração era repleta de significados. Os pães divididos evocavam a Santíssima Trindade; a tora representava a árvore pagã do Bem e do Mal; o vinho, o sangue de Cristo; o fogo recordava a missão redentora do fundador do cristianismo. Para Stanislao Porzio, dela resultou o atual panetone. Ao longo dos anos, a preparação foi ganhando as características atuais, inclusive “um uso particularmente sofisticado da fermentação natural”. Mas só recebeu a primeira menção oficial em 1570, no livro Opera dell’Arte del Cucinare, do chef Bartolomeo Scappi, cozinheiro dos papas Paulo III e Pio V. Posteriormente, apareceu definido assim no dicionário Varon Milanes de la Lengua de Milan, de 1606: “Panatton (…) , pão gigante que se costuma fazer no dia de Natal”. Seu nome definitivo, porém, continua a suscitar discussões. Alguns autores, mesmo aceitando o primado da “cerimônia do tronco”, associam a palavra panetone ao vocábulo milanês panett, com o qual os padeiros da região designavam a conhecida massa madre. Já o formato atual de chapéu de cozinheiro só apareceu no início do século 20, quando entrou em cena o padeiro e confeiteiro Angelo Motta, de Milão. Pioneiro na industrialização da especialidade, ele aperfeiçoou a antiga receita, na qual aumentou a porcentagem de manteiga, ovo, açúcar, uva passa e frutas cristalizadas, além de ampliar-lhe o tempo de levitação e cozimento. É considerado por isso “o reinventor e favorecedor de sua expansão internacional”. No Brasil, a novidade chegou em 1952, trazida pelo italiano Carlo Bauducco, dono da marca homônima, de São Paulo. Foi assim que iniciamos a adoçar nosso Natal com o indispensável panetone.
 

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Receita de bolo cremoso de Fubá

Bolo Cremosode Fubá

Ingredientes

4 ovos

4 xícras (chá) de leite

3 colheres (sopa) de margarina

4 xícaras (chá) de açúcar

1 colher (sopa) de fermento em pó

1 pacotinho de 50g de queijo parmesão ralado

1  pacote de 100g de coco ralado desidratado

1 e 1/2 xícara (chá) de fubá de milho

Modo de preparo

No liquidificador, bata os ovos, o leite e a margarina. Acrescente o açúcar, o queijo e o fermento e bata mais. Adicione o coco, o fubá e bata para homogeneizar. Despeje numa forma utada e enfarinhada e leve ao forno médio, preaquecido, por cerca de 40 minutos ou até dourar. Sirva frio.

Fonte Blog Cakes Blolos e Tortas

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22.12.08

Mais acidentes em Rodovias no Vale do Ribeira

Acidente na Rodovia Regis Bittencourt, sentido São Paulo, entre um caminhão e um carro, paralisou o tráfego na noite do domingo(21/12), nas proximidades da entrada da cidade de Miracatu (km 395).

Conforme boletim da Polícia Rodoviária Federal, a colisão aconteceu por volta das 20 horas e o tráfego foi bloqueado para a retirada de uma vítima, que estava presa às ferragens. A liberação total da pista ocorreu cerca de três horas depois e o congestionamento seguiu até o início da madrugada da segunda feira.

Na altura do Km 63 da Rodovia SP222/Ivo Zanella (trecho Pariquera-açú/Iguape) um veiculo Kadett, cor bege, capotou na madrugada desta segunda feira por excesso de velocidade; as vítimas foram removidas para o Hospital Regional, em Pariquera-Açú. Nos últimos 20 dias, somente na Ivo Zanella  foram 4 acidentes e um atropelamento envolvendo ciclista. Entre as causas mais comuns, está o excesso de velocidade aliado às péssimas condições do pavimento, ausência de acostamento e afundamentos na pista. A Polícia Rodoviaria Estadual e o DER apontam também o consumo de bebidas alcoólicas pelos motoristas como fator decisivo para que aconteçam a maior parte dos acidentes.

Aprimoramento da fiscalização

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) vai receber 300 novos bafômetros, até o fim do mês, para aumentar o alcance da fiscalização de motoristas embriagados durante as festas de fim de ano e as férias de janeiro. As aquisições representam aumento de 60% no número atual de aparelhos (500). O objetivo é atender as 134 rodovias, duas delas (Régis e Fernão Dias) no Estado de São Paulo. Com o incremento, a proporção passará para um bafômetro a cada 76,9 quilômetros (são 61 mil no total) - atualmente a média é de 1 a cada 122 km.

Até o fim de 2009, segundo o Ministério da Justiça, a PRF vai ter 3.800 bafômetros. Com investimento de R$ 76,9 milhões, outros 7 mil equipamentos que detectam a dosagem alcoólica dos condutores devem chegar aos Estados. São Paulo vai ganhar 1.535. Emergencialmente, para fiscalizar a lei seca durante o verão, serão 125 aparelhos entregues ao governo paulista. Os critérios utilizados para definir a distribuição dos equipamentos em cada Estado foram: extensão da malha viária, o número de acidentes, além do quantitativo de bafômetros que a polícia dispõe.

Operação Verão 2008/2009

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo começa na terça-feira, 23, a “Operação Verão 2008/2009. Serão mais 127 viaturas policiais para atender à Baixada Santista e ao Vale do Ribeira, e 26 novos bafômetros.

Segundo nota divulgada pelo Comando de Policiamento do Interior Seis da Polícia Militar, as viaturas fazem parte de um processo de contínua renovação da frota a fim de manter adequados os programas de policiamento. No lançamento da operação, serão exibidos ainda os bafômetros que serão distribuídos aos municípios da região para intensificar a fiscalização do cumprimento da lei seca.

“Lei Seca”

A lei nº 11.105/2008 determina que o motorista que for pego com mais de 0,1 miligramas de álcool por litro de sangue deve ser autuado com sete pontos na carteira. A Lei configura o ato como infração gravíssima. O condutor embriagado recebe multa de R$ 955 e até 12 meses de suspensão, sem direito a dirigir. Acima de 0,3 miligramas, além de multas, o motorista poderá ser detido por seis meses a três anos. O crime é afiançável, com variável entre R$ 300 e R$ 900.

Reportagem Julio Silva

Fonte site Diario de Iguape

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Monitores ambientais de Apiaí participam de oficina sobre o Relógio do Sol

Monitores ambientais de Apiaí participam de oficina sobre o Relógio do Sol

No sábado, dia 13 de dezembro, aconteceu uma oficina sobre o Relógio de Sol, dada aos monitores ambientais de Apiaí, com o objetivo de explicar aos monitores tudo sobre o histórico e funcionamento do monumento.

O Relógio do Sol atrai muita curiosidade, não só de nossos visitantes, mas também da nossa população, por isso, saber passar as informações corretas é extremamente importante.

O monumento foi recuperado juntamente com a reforma da Praça do Artesão, pois até então não estava mais funcionando, devido a várias interferências ocorridas em sua estrutura.

O Geógrafo Valdemir Antunes dos Santos, que pesquisou sobre o funcionamento do relógio, bem como de seu histórico, apoiou a Secretaria de Turismo, Cultura e Meio Ambiente.

“Com essa oficina, fechamos um ciclo de capacitações dadas aos monitores ambientais de Apiaí durante esses quatro anos. Saímos dessa gestão com a certeza de termos conseguido atingir os objetivos previstos a essa atividade tão importante para o trabalho turístico que desenvolvemos”, explica a Secretária de Turismo Cultura e Meio Ambiente Sheyla Gouveia.

Fonte Site Apiaí

 

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21.12.08

O Flautista André Mendes de Juquiá-SP no Vale do Ribeira

 

Andre dos Santos Mendes

 

Andre dos Santos Mendes, nasceu em Juquiá-SP no Vale do Ribeira , filho do Compositor Antonio de Lara Mendes e da professora Helena Minervina, onde conclui o ensino médio e iniciou seus primeiros estudos de flauta transversal.

Ainda muito jovem foi um dos fundadores do Grupo Cultural Batucajé ao lado do seu pai o violonista Antonio Lara e do poeta Julio Cesar da Costa onde atuou por vários anos como flautista e arranjador.

 

Foto do Grupo Cultural Batucajé

Abandonou o grupo ao ingressar no Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos Campos de Tatuí na classe do professor Edson Beltrami,onde se formou com honras de melhor aluno.

Estudou na Universidade Estadual Paulista (UNESP) sob a orientação de Jean Noel Saghaard.

Integrou a Orquestra Brasileira de Sopro, integrou a Orquestra de Câmara da Universidade de São Paulo e a Orquestra Sinfônica de Santos.

Em 2007 venceu o concurso “Jovens Solistas” da OSPA(orquestra Sinfônica de Porto Alegre).

Em 2007 participou de uma série de Recitais e Master Classes na Academie

Musicale de Villecraze na França, sob a orientação de Cristian Lardé

Atualmente é membro efetivo da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre como 2º flautista e piccolo e é aluno de bacharelado em flauta transversal da Universidade Federal do Rio grande do sul.

André dos santos Mendes é um cidadão ilustre de Juquiá e do Vale do Ribeira,

um grande talento da musica clássica, uma referência para nossos jovens tão carentes de políticas públicas que priorizem a cultura e a arte.

Fonte Julio Cesar da Costa

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20.12.08

Comemorando 14 anos de atuação, Vidágua inaugura novo Viveiro de Mudas Nativas em Ilha Comprida

logovidagua

Viveiro, financiado pelo programa Clickarvore, vai produzir 400 mil mudas por safra
A necessidade de recuperação das matas ciliares do Vale do Ribeira, somado ao trabalho que o Instituto Ambiental Vidágua vem desenvolvendo na região e ao programa Clickarvore
www.clickarvore.com.br , resultaram no novo “Viveiro de Mudas Nativas de Ilha Comprida – Manejo Agroecológico”, que será inaugurado dia 19 de dezembro.

O projeto para implantação do Viveiro teve início em abril deste ano e se concretizou agora, marcando também os 14 anos de atuação do Vidágua. Com financiamento do programa Clickarvore, iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica e do Instituto Ambiental Vidágua, será possível plantar 1,2 milhão de mudas nos próximos três anos, contribuindo também para a preservação da Mata Atlântica.

O engenheiro florestal Marcos Diniz, responsável pelo novo viveiro, destaca que a produção vai sanar não só a carência de mudas, mas a de mão-de-obra. Serão cerca de nove pessoas atuando no viveiro, entre técnicos, estagiários e viveiristas. Com uma capacidade de produção de 400 mil mudas por safra, possibilitando recuperação de 240 hectares por ano, o viveiro conta com a diversidade mínima de 80 espécies, conforme resolução da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, e deve adquirir uma produção auto-sustentável.

O novo viveiro será aberto para visitação e a expectativa é de poder sediar um Centro de Educação Ambiental de Ilha Comprida já no próximo ano.

A inauguração oficial do “Viveiro de Mudas Nativas de Ilha Comprida - Manejo Agroecológico” está marcada para dia 19 de dezembro, a partir das 10h, com a presença de autoridades, parceiros e interessados, integrando o calendário de comemoração dos 14 anos do Vidágua. O Viveiro fica na Estrada da Vizinhança, em Balneário Sarnabi, 480.

E o Viveiro já tem programação para 2009. O barracão de armazenamento de materiais e insumos será construído com técnicas de bioarquitetura, através de oficina e mutirões. Está agendada uma oficina no espaço do Viveiro, com duração de sete dias, que vai ensinar técnicas de construção sustentável, com baixo impacto ambiental e custos operacionais reduzidos.

Entre as ações da oficina está a confecção do tijolo de adobe - blocos de terra-crua moldados em fôrmas por processo artesanal ou semi-industrial, que não acarreta em desmatamento nem emissão de gás carbônico na atmosfera como os tijolos cozidos. A oficina ainda vai ensinar e aplicar reboco e pintura naturais, taipa-de-mão, espiral de ervas, hortas e pomares.

A programação completa, o cronograma de atividades e as inscrições estarão disponíveis no site do Vidágua a partir de 5 de janeiro.

Vale do Ribeira

A maior área contínua de Mata Atlântica do país está no Vale do Ribeira.Cerca de 76% da área ainda está coberta por remanescentes originais - são mais de 2,1 milhões de hectares de florestas, 150 mil de restingas e 17 mil de manguezais, abrigando o mais conservado banco genético das regiões Nordeste, Sudeste e Sul e a mais importante reserva de água doce dos dois estados.

Mas a região amarga um desmatamento de 30 a 94% entre os municípios do Vale, de acordo com o Relatório da Situação Socioambiental, organizado pela Fundação SOS Mata Atlântica e Instituto Socioambiental.

E grande parte dos índices de desmatamento da região advém da degradação ambiental das APPs (Áreas de Preservação Permanentes), em especial as matas ciliares do rio Ribeira de Iguape e seus afluentes.

Para mudar este panorama, o Vidágua desenvolve desde o início de 2007, em parceria com o Instituto Socioambiental, a Campanha Cílios do Ribeira (www.ciliosdoribeira.org.br), que envolve mais de 40 instituições públicas e segmentos sociais locais, em ações estratégicas para proteção das águas e reversão do quadro de degradação da Bacia Hidrográfica do rio Ribeira de Iguape, com trabalhos voltados, principalmente, para o plantio de mata ciliar. A secretária executiva do Vidágua, Ivy Wiens, reconhece que o novo viveiro tem papel-chave para a continuidade da Campanha Cílios do Ribeira, que existe há 2 anos e ainda dispõe de mais de 10 hectares para reflorestamento. Mas ela conta que o projeto vai além. “O Vale do Ribeira apresenta grande potencial de geração de renda a partir da sua riqueza em recursos naturais”.

O engenheiro florestal Marcos Diniz concorda e acredita que os trabalhos serão integrados. “A idéia do Viveiro é justamente potencializar estas riquezas, produzindo mudas nativas de Mata Atlântica e oportunizando plantios por toda a região”.

14 anos de atuação

O Vidágua foi fundado oficialmente em 29 de dezembro de 1994, em Bauru (SP), e desde então, vem desenvolvendo projetos para preservação ambiental, se estabelecendo em dois biomas principais: Cerrado, na região de Bauru, e Mata Atlântica, no Vale do Ribeira.

“2008 foi um ano de amadurecimento”, resume Ivy Wiens, secretária executiva do Vidágua. Ela conta que a Campanha Cílios do Ribeira (www.ciliosdoribeira.org.br , realizada na região do Vale do Ribeira, deu muita visibilidade para o Instituto. “Sempre atuamos com educação ambiental, mas a Campanha deu uma nova dimensão ao nosso trabalho com o contato com produtores, parceiros, prefeitura”, explica, dando o exemplo do apoio que o Vidágua conquistou para a construção do novo viveiro de mudas, em Ilha Comprida.

Outro destaque desse ano, para Ivy, foi a participação do Vidágua na aprovação do Plano Diretor de Bauru e fortalecimento do Movimento pela Preservação da Floresta Urbana Água Comprida. Ivy também lista a Campanha Água e Floresta e a aprovação de dois projetos diagnósticos das APPs (Áreas de Preservação Permanente) das bacias hidrográficas Tietê-Jacaré e Tietê-Batalha. “Atuar no Plano de Bacia foi uma das grandes ações do Água e Floresta”, acredita.

Ivy também lembra que foi neste ano que o Vidágua ganhou um escritório como sede, no Centro, conseguiu atingir mais pessoas com o evento cultural Fuá com Batuque, atuou intensamente pelo projeto Meros do Brasil (www.merosdobrasil.org), patrocinado pela Petrobras, fortaleceu o Coletivo Educador e criou e manteve atualizações diárias no blog VidÁgua & Floresta (www.vidaguaefloresta.blogspot.com).

Já se tratando em Educação Ambiental, 2008 fica marcado pelo curso que o biólogo e geógrafo do Vidágua, Ivan de Marche, ministrou neste segundo semestre. Para ele, a parte rica do curso esteve na diversidade dos alunos. Eram estudante de Educação Física, enfermeira, aposentado, jornalista e advogado numa faixa etária que se estendia de 25 a 70 anos. “Olhares tão diferentes sobre a questão ambiental permitiu ricas discussões durante o curso e também vivências interessantes na parte prática”, conta, referindo-se às visitas em locais menos conhecidos como a Estação Ecológica Sebastião Luiz Aleixo.

Entre os projetos que acontecem todo ano, Ivan destaca o Vivência Ecológica, em prática desde 1997. As palestras ainda são a maior demanda na Educação Ambiental, mas Ivan acredita que as visitas e encontros ambientais chamam muito mais à atenção. “A Educação Ambiental é efetiva quando faz parte de toda ação”.

Permear todas as ações com a sensibilização ambiental é a grande busca do Vidágua e foi a maior conquista deste ano. “E que seja dos próximos…”, finaliza o ambientalista.

Para saber mais sobre os projetos do Vidágua, acesse:

www.vidagua.org.br
www.merosdobrasil.;org
www.ciliosdoribeira.org
www.clickarvore.com.br
www.vidaguaefloresta.blogspot.com

Sede Nacional
R. Sete de Setembro, 6-50, Centro
Bauru-SP CEP: 17015-030
Fone/fax: (14) 3879-4947/ 3879-4948
www.vidagua.org.br  contato@vidagua.org.br
CNPJ: 00493612/0001-63

Programa Mata Atlântica
Rua Éster Young, 19, Bairro Guaricana
Iguape-SP CEP: 11920-000
Fone: (13) 3841-4956
contatoiguape@vidagua.org.br

Fonte Diario de Iguape

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19.12.08

Projetos para comportas no Valo Grande de Iguape-SP

O Governador Serra falou ontem, em entrevista para A Tribuna de Santos; entre outros assuntos, abordou a instalação de comportas no Valo Grande, em Iguape. O governador disse que estuda uma solução definitiva. “Precisamos de um projeto bem feito, e já entramos na fase de licitação de projetos e de obras. Se não terminar na minha gestão, por causa dos projetos, já vai estar em um ponto irreversível”.

O Comitê de Bacia Hidrográfica (CBH)/Rio Ribeira, era presidido em 1999 por Décio Ventura (prefeito na época e novamente eleito em Ilha Comprida para 2009 a 2012), constam do documento  as intervenções no Baixo Ribeira, (de 1999) estas recomendações:

►desassoreamento do Baixo Ribeira, podendo ser viabilizado inclusive através da exploração comercial do material de dragagem;
►restauração da mata ciliar do rio Ribeira de Iguape;
►realização de levantamentos de campo e desenvolvimento de estudos visando o estabelecimento de diretrizes para as obras e ações no rio Ribeira de Iguape;
►conclusão da obra do Vertedouro do Valo Grande, através da instalação de comportas;
►alternativamente, dependendo da necessidade, a fixação da foz;
►monitoramento ambiental desses empreendimentos, podendo ser custeado inclusive com recursos advindos da exploração comercial de dragagem.

No próximo ano, completaremos dezesseis anos do início dos estudos; as licitações para os projetos ainda estão ocorrendo e, a seguir esse ritmo, mais dez ou vinte anos até que as obras das comportas (já previstas em projetos de 1992) sejam realizadas. Quem transitar por lá, pode verificar que a ponte que avança sobre o local (onde havia a barragem) tem uma estrutura lateral abandonada. Naquelas instalações, segundo divulgações oficiais da época, seriam colocadas as tais comportadas. Na ocasião, registravam-se aqui e ali os motivos para que as comportas fossem colocadas posteriormente. Dessas circunstâncias, frise-se, surgiram exatamente o teor de moção de 1999 (sete anos depois.) que citamos.

Problema Histórico

Valo Grande: uma ferida aberta de enorme carga didática

por Álvaro Rodrigues dos Santos (*)

(1)Tal como uma ferida aberta e latejante, ainda lá está hoje o canal artificial do Valo Grande, com que a ambição, o descuido e a prepotência humana, para encurtar caminhos pretenderam um dia ligar o Rio Ribeira ao Mar Pequeno, mas que na verdade constituiu o gatilho de um dos mais trágicos e eloqüentes desastres ambientais já ocorridos no Brasil. Ao menos exploremos o didatismo desse triste evento.

Nas primeiras décadas do séc. XIX Iguape, município do litoral sul de São Paulo, rivalizava com o Rio de Janeiro em importância portuária e em vida social e cultural, com suas famílias mais ricas brindadas com constantes espetáculos europeus de arte e até com a presença de um Consulado Francês. Toda essa riqueza e ostentação deviam-se à especialização de seu porto à exportação de vários produtos agrícolas da província paulista, destacadamente do famoso arroz de Iguape, o que ensejou a instalação no município de perto de uma centena de engenhos de beneficiamento desse produto agrícola.

O arroz e demais produtos agrícolas chegavam ao porto marítimo de Iguape (contíguo à área urbana que faz frente para o Mar Pequeno, esse separando o continente da Ilha Comprida) carregados em canoas que desciam o Rio Ribeira. A partir do porto fluvial de Iguape, duas alternativas eram então utilizadas. Ou os produtos eram descarregados no próprio porto fluvial de Iguape, de onde vinham em carroças e carroções por terra até o porto marítimo, em um percurso de perto de 3 Km, ou as canoas seguiam adiante pelo Rio Ribeira entrando no oceano através de sua foz e volteando para o interior do Mar Pequeno até o porto marítimo, em um percurso de algumas dezenas de quilômetros.

Estava assim logisticamente colocada a pragmática idéia de se escavar um canal de algo em torno de 2 Km ligando diretamente o porto fluvial ao porto marítimo. Essa reivindicação, com a força da elite política e econômica de Iguape, foi levada a D. Pedro I e em 1827 eram iniciadas as obras do Valo, que por projeto teria pouco mais de 4 metros de largura e 2 Km de extensão.

Em 1855, com pompa e circunstância o Valo era inaugurado, com o que Iguape se tornava geograficamente uma ilha.

Em menos de 50 anos o pequeno Valo, pensado para dar passagem a uma canoa por vez, atingia 200 metros de largura, e mais à frente um pouco, 300 metros, sugando 2/3 do volume hídrico do Rio Ribeira. Era agora já o Valo Grande. A força erosiva das águas solapava e carreava os barrancos, invadia e destruía áreas agrícolas e urbanizadas. Os sedimentos carreados para o Mar Pequeno assorearam por completo o porto marítimo inutilizando-o para operações portuárias já ao final do séc. XIX. As mudanças na dinâmica fluvio-marinha da região introduziram radicais variações ambientais na temperatura, salinidade, correntes e turbidez das águas. Formam-se várias novas ilhas de sedimentos no Mar Pequeno. Escasseiam radicalmente a maior parte das espécies de peixes e mariscos que sustentavam uma segunda forte atividade econômica no município e em toda a região. Por sua vez, a foz original do Rio Ribeira, agora dando vazão a apenas 1/3 das águas originais, é também vítima do assoreamento e de outras tantas modificações decorrentes da alteração de sua dinâmica flúvio-marinha. Enfim, uma radical transformação geológica de toda a região. Como se poderia esperar, Iguape entra em franca decadência econômica, social e cultural. Sua população escasseia e empobrece. Acabava-se melancólica e tragicamente a época áurea.

Em 1978, em atendimento aos reclamos locais, o governo do estado providencia a construção de uma barragem (terra e pedras) para o fechamento do Valo Grande. Com a construção dessa barragem não se deu, no entanto, o milagroso retorno às condições de equilíbrio anteriores à abertura do Valo. Muitas décadas correndo com apenas uma pequena parte de sua vazão natural o Rio Ribeira, a jusante da embocadura do Valo, assoreou-se e deixou de inundar sazonalmente vastas áreas baixas limítrofes. Essas áreas foram então ocupadas para a cultura da banana, a alternativa econômica que sucedeu a operação portuária/agrícola anterior. A partir dos anos 80 uma seqüência de grandes inundações causou prejuízos enormes aos bananais (e também ao cultivo do chá) e a outras atividades agrícolas e sítios urbanos da região.

A retirada da barragem, apontada como a responsável pelas grandes enchentes, era agora a reivindicação que se colocava a uma população cruelmente vitimada em suas atividades, economias e patrimônios. As próprias sucessivas enchentes, com o auxílio de ferramentas manuais utilizadas por moradores locais, incumbiram-se do rompimento total da barragem.

Técnicos debruçaram-se sobre o problema e propuseram como melhor, e bem pensada, solução para o complexo problema a construção de uma nova barragem, mas agora com vertedouro e comportas de controle de vazão e com eclusa para possibilitar a navegação. A proteção das margens e do fundo do canal contra a erosão constituía parte integrante desse mesmo projeto. Em 1993 as obras civis da nova barragem foram concluídas, porém as instalações hidráulicas (vertedouro, comportas e eclusa) não foram executadas por alegada escassez de recursos financeiros para tanto (quantos votos tem Iguape?). Boa parte dessas obras civis já foi hoje também comprometida.

O Valo Grande continua como uma ferida aberta, de uma pungente carga didática a técnicos e governantes (que incrivelmente continuam a ser tão maus ouvintes): não se intervém na Natureza sem antes compreender todas as leis, processos e fenômenos naturais geológicos e biológicos que vão sofrer alguma interferência. De forma a adequar projeto e plano de obra para que os equilíbrios naturais fundamentais não sejam rompidos e, portanto, não se tenha que inexoravelmente arcar com as conseqüências de violentas respostas da Natureza. Esta, frente a uma agressão estúpida, buscará sempre, por seus próprios meios, uma nova harmonização de suas forças e agentes naturais. E pobres daqueles que se colocarem à frente dessas forças.

Vale a propósito lembrar duas sábias afirmações que já lá num tempo bem distante traziam para a Humanidade o âmago dessa mesma mensagem didática. Francis Bacon, em 1620, e Leonardo Da Vinci, em torno de 1.500, respectivamente nos alertavam: “A Natureza para ser comandada precisa ser obedecida” e “Se tiveres que tratar com água, consulta primeiro a experiência e depois a razão”. (1)  www.ambientebrasil.com.br

* É geólogo, autor dos livros “Geologia de Engenharia: Conceitos, Método e Prática”, “A Grande Barreira da Serra do Mar” e “Cubatão”; consultor em Geologia de Engenharia e Geotecnia.
santosalvaro@uol.com.br

Fonte Site Diario de Iguape

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18.12.08

Cooperativa de Assessoria Técnica Integral do Vale do Ribeira

A CATIVAR

Fundada no ano de 1997, com sede no município de Registro (SP) no Vale do Ribeira , a Cooperativa de Assessoria Técnica Integral do Vale do Ribeira - CATIVAR - congrega profissionais de nível médio e superior nas áreas da engenharia agronômica, medicina veterinária, zootecnia, biologia, administração rural, turismo e técnico em agropecuária e em desenvolvimento econômico.

 

A equipe técnica da CATIVAR atua em desenvolvimento de projetos e ações integradas, prestando serviços nas áreas de assistência técnica, extensão e comunicação rural; assessoria e consultoria nos setores agropecuário, agroindustrial, ambiental, de turismo rural e de desenvolvimento rural sustentável; gestão ambiental e empresarial; além de consultoria e instrutoria em associativismo e cooperativismo, buscando garantir a multidisciplinaridade necessária para a execução de serviços que contemplem os elementos sociais, ambientais, culturais e econômicos que integram o desenvolvimento sustentável.

 

Conheça os trabalhos da Cooperativa no Site abaixo:

 

Site Cativar

 

 

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17.12.08

Um resumo da Biográfia do Escritor Benedito Machado da Cidade de Iguape

Um Resumo  da Biográfia do Escritor Benedito Machado da Cidade de Iguape

Foto Benedito Machado

Contiuando a escrever sobre os escritores do Vale do Ribeira ,hoje vamos conhecer um pouco mais sobre este grande escritor e jornalista Benedito Machado ,Sempre preocupado em trazer informações e cultura ao população do Vale do Ribeira .

Benedito Machado  Nasceu e começou os seus  estudos em Iguape-Sp no Vale do Ribeira , conclui o curso secundário em Bragança Paulista e Juiz de Fora, e se formou em  Bacharel e Licenciado em Filosofia, pela então Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP.

Trabalhou sucessivamente como Revisor, Redator e Repórter do jornal Folha da Manhã e Folha da Tarde.

Benedito Machado foi professor de Língua Portuguesa no cursinho de Vestibular, Visconde de Cairu, de Lógica no cursinho Pré-USP, de História da Educação, na Faculdade de Pedagogia e de Filosofia na Faculdade de Jornalismo, ambas da Universidade Braz Cubas, de Mogi das Cruzes. Durante dez anos foi Orientador Social, no SESC, Serviço Social do Comércio.

Nos intervalos dessas atividades trabalhou no Jornal de Iguape, sob a direção do jornalista Ary Giani. Enquanto fazia o Curso de Filosofia, foi diretor da revista ACADEMUS, que circulou durante muitos anos, nos meios universitários brasileiros.

De fins de 1979 ao início de 1982, Benedito Machado foi editor do jornal "O IGUAPE". Na época também fez  duas edições de um GUIA TURÍSTICO DE IGUAPE.

Livros publicados:

TRABALHO SOCIAL COM IDOSOS – Informativo técnico do SESC - 1976                           

SENHOR BOM JESUS DE IGUAPE – A lenda da Imagem do Senhor Bom Jesus - 1990                              

 IGUAPE – CIDADE SANTUÁRIO – ORIGENS – 1997

IGUAPE, CIDADE DO HUMOR FRATERNAL – 2005

ALMANAQUE DO SENHOR BOM JESUS DE IGUAPE –C/Roberto Fortes -  2007  

Conheça o Blog do Benedito Machado

O Blog "Curiosidades do Vale do Ribeira e suas Cidades" se sente Honrrado em poder contar um pouco da história deste grande Escritor e jornalista Benedito Machado.

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