Curiosidades do Vale do Ribeira e Suas Cidades

Este blog tem por finalidade mostrar as belezas naturais do Vale do Ribeira ,suas Histórias,curiosidades,lendas ,culinaria e suas Cidades : Registro-sp , Sete Barras , Eldorado ,Jacupiranga , Cajati, Pariquera-açu, Iporanga, Ribeira, Iguape etc….

5.11.09

Leitora da Austria manda recado para Prefeita de Registro-SP

Recebi este email da Dona Cibele brasileira da cidade de Registro-SP que mora atualmente na Austria ,ela me pediu para mandar o seguinte recado a prefeita Sandra Kennedy de Registro-SP:

 

Gostaria de saber se é  posível Mandar um recado par nosso Prefeita de Registro. Assunto mais Parque de diverções para as criancas . e Lá na praca Beira rio perto do Rio lá poderia muito bem fazer um pequeno lazer para as criancas brincarem .

Fui passar ferias ai e nao encontrei nada onde eu puldesse levar minha filha para brincar  exemplo: cangorra escoregador  ,talves fazer um espaco fechado na praça  para criancas pequenas  com areia branca e atividades para elas bricaquerem . e muito mais eu teria um plano tao simples e legal e divertido para as criancas, o projeto vem daqui da Austria.  Estou indo para Registro em dezembro. muito obrigado pelo Recado.


 Um da Abraco Cibele & sua Filha Nayeli
(Austria)

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3.11.09

Saiu a licitação para as comportas do Valo Grande em Iguape-SP

São Paulo No sábado, 31 de outubro, o Diário Oficial do Governo do Estado publicou o edital de licitação das obras civis para a instalação das comportas da Barragem do Valo Grande, em Iguape (leia o edital, abaixo). O prazo para as empresas interessadas apresentarem propostas e documentações é 4 de dezembro. A previsão é de que as obras sejam iniciadas em janeiro de 2010, com valor estimado em cerca de R$ 9 milhões, investimento que será feito pelo Departamento de águas e Energia Elétrica (DAEE), da Secretaria de Estado do Saneamento e Energia.

O Valo Grande – Quando foi aberto, no século XIX (inaugurado em 1855), para ligar o Rio Ribeira de Iguape ao Mar Pequeno e facilitar o transporte do arroz, com canoas, até o Porto Grande, o Valo Grande tinha pouco mais de 4 metros de largura, em cerca de 3 km de extensão. Já no início do século XX, o pequeno canal havia se transformado em um imenso transtorno, chegando a 300 metros de largura, sugando a água do Rio Ribeira, causando o desequilíbrio no complexo lagunar de Iguape (diminuição da salinidade, por exemplo). Tanto que a população passou a defender o fechamento do canal, o que ocorreu no final de 1978, com a construção da barragem.

No entanto, na década seguinte, com enchentes constantes, a situação reverteu-se e a pressão passou a ser pela eliminação da barragem. Passou-se a discutir, então, a construção de comportas no Valo Grande, capaz de controlar a vazão da água doce para o Mar Pequeno e, com isso, também permitir a recuperação do sistema lagunar. As obras de uma nova barragem chegaram a ser feitas (concluídas em 1993), mas a instalações de comportas nunca de concretizou.

Cópia do Edital

Diário Oficial do Poder Executivo – Seção I sábado, 31 de outubro de 2009 – Pág. 120

SANEAMENTO E ENERGIA

DEPARTAMENTO DE ÁGUAS E ENERGIA ELÉTRICA – DAEE
CONCORRÊNCIA Nº 010/DAEE/2.009/DLC
DEPARTAMENTO DE ÁGUAS E ENERGIA ELÉTRICA
PUBLICAÇÃO RESUMIDA

Acha-se aberta a CONCORRÊNCIA Nº 010/DAEE/2.009/SUP, Autos nº 51.138 – DAEE, para execução de Obras civis para instalação do sistema eletromecânico das comportas, recuperação das estruturas de concreto, recuperação das margens do Valo e Urbanização da Barragem do Valo Grande, no Município de Iguape, Estado de São Paulo.
1 – Prazo de execução: O prazo para execução das obras é de 13 (treze) meses, a partir da data da Ordem de Serviço.
2 – Valor estimado: Os referidos serviços foram estimados em R$ 8.996.131,59 (Oito milhões, novecentos e noventa e seis mil, cento e trinta e um reais e cinqüenta e nove centavos), para os exercícios de 2009 e 2010.
3 – Encerramento: Os envelopes 1 (Documentos de Habilitação), e 2 (Proposta de Preços), deverão ser entregues à Comissão Julgadora, devidamente designada, ás 10:00 horas do dia 04 de dezembro de 2.009, na rua Boa Vista, 175 – 1º andar – Edifício
Cidade II, Centro, Capital.
4 – Consulta do Edital e Esclarecimentos: O Edital poderá ser retirado pelos interessados, pessoalmente na rua Boa Vista, nº 170 – 7º andar – Bloco 5 – Centro – São Paulo – Capital, que deverão trazer um CD em substituição ao CD fornecido contendo o edital.

Os interessados, também, poderão obter o edital via internet, através do sítio www.daee.sp.gov.br/licitacoes .

O Edital completo encontrar-se-á, também, afixado no Quadro de Avisos do Departamento de Águas e Energia Elétrica – DAEE, na Rua Boa Vista nº 175 – 1º andar, Centro, São Paulo, Capital.

Despacho do Senhor Superintendente de 29/10/2009

Lideranças de Iguape e Ilha Comprida agradecem Samuel

Foto : Deputao Samuel com a prefeita Beth, de Iguape, e prefeito Decio, de Ilha Comprida, durante anuncio da publicacao do edital das obras do Valo Grande

O deputado estadual Samuel Moreira comemorou a notícia como uma conquista da população e do seu mandato. “Temos trabalhado muito junto ao governador José Serra, à secretária de Saneamento, Dilma Pena, ao superintendente do DAEE, Ubirajara Felix, ao secretário de Planejamento, Francisco Luna, enfim, temos percorrido todos os caminhos no governo estadual para que essa obra seja realizada”, afirma Samuel, que na quinta-feira, 29 de outubro, reuniu-se com Dilma Pena e Ubirajara Tannuri Felix para saber do andamento do processo de abertura da licitação.

Samuel ressalta que esse foi um compromisso assumido pelo próprio governador, quando esteve no Vale do Ribeira, em outubro de 2007, e ratificado pela secretária Dilma Pena, quando visitou o Valo Grande, ao lado do deputado. “É uma grande conquista da população, pois se trata de uma obra que vem sendo adiada há mais de duas décadas, prejudicando os moradores, o meio ambiente, o turismo e o desenvolvimento da região. Nós vamos acompanhar de perto todo o trabalho e continuaremos trabalhando para ”, afirmou Samuel.

A publicação no Diário Oficial do Estado, dia 31 de outubro, da licitação para as obras de instalação das comportas da barragem do Valo Grande foi recebida com entusiasmo por lideranças de Iguape e Ilha Comprida. Cerca de 70 pessoas reuniram-se na manhã de domingo, 1º de novembro, na Câmara Municipal de Iguape, para agradecer ao deputado estadual Samuel Moreira por mais essa conquista regional. 
 

“Este é um momento histórico para a nossa região, que há muito reivindica a construção das comportas na Barragem do Valo Grande. Obrigada, deputado Samuel, por tudo o que o senhor tem feito por nossa região”, afirmou a prefeita Beth Negrão.  
 

O prefeito Décio Ventura, da Ilha Comprida, agradeceu ao deputado e ao governador José Serra pela obra. “Dentre todas as obras que você conquistou para a região, eu não tenho dúvida que a construção das comportas do Valo Grande é a de maior impacto porque permitirá vermos de novo o Mar Pequeno como era e fará a diferença para a região de Iguape, Ilha Comprida e Cananéia”, afirmou. 
 
 

O deputado Samuel lembrou que as comportas da Barragem do Valo Grande são reivindicadas há  25 anos. “É uma luta histórica e de muita gente”, ressaltou ele, lembrando que recuperar a salinidade do Mar Pequeno, naquela região, será importante para São Paulo e para o Brasil. Destacou que o governador José Serra participou de perto desse processo, desde que era secretário do Planejamento, e que o secretário da Casa Civil, Aloysio Nunes, também conhece o problema. 
 

Samuel Moreira também disse que a pavimentação da estrada do Quatinga, anunciada no final do ano passado, deve ser iniciada no começo de 2010. E citou outras lutas e conquistas da região, entre as quais, o acompanhamento da concessão da BR-116, a reativação do ramal ferroviário Santos-Cajati e o Ambulatório Médico de Especialidades (AME), a ser instalado em Pariquera-Açu. 
 

Também estiveram na Câmara Municipal e agradeceram ao deputado pela boa notícia os vereadores João Carlos Spinula, Roberto Amaral da Silva (Betinho), Marcelino e Elias Oncinha, de Iguape, e o vereador Paulinho, de Ilha Comprida, além de Marcos Spinula, diretor regional de Educação da região de Registro, Ariovaldo Teixeira, ex-prefeito de Iguape, e Giancarlo Demartis, diretor do Dersa, entre outras autoridades.

 

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1.11.09

Iguape-SP será oficialmente declarada Patrimônio Cultural do Brasil

A prefeita de Iguape, Maria Elizabeth Negrão Silva, foi informada pessoalmente pelo presidente do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), Luiz Fernando de Almeida, que a cidade de Iguape será oficialmente declarada Patrimônio Cultural do Brasil. A declaração oficial será feita em sessão do Conselho Consultivo do Iphan, no dia três de dezembro, data em que o município comemorará 471 anos. O encontro da prefeita com o presidente do Iphan aconteceu em Ouro Preto-MG, no dia 21 de outubro, em solenidade de lançamento do PAC Cidades Históricas, que contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, do governador de Minas Gerais, Aécio Neves, e ministros de estado. O diretor do departamento de Cultura, Turismo, Esportes e Eventos, Carlos Alberto Pereira Júnior, acompanhou a prefeita no evento.

No mês de julho, a inauguração da Casa do Patrimônio em Iguape, a primeira do estado de São Paulo e a primeira com espaço físico próprio em todo o País, foram sinais claros de que o trabalho estava acontecendo de maneira correta e que o tombamento estava cada vez mais próximo. A Casa do Patrimônio funciona como um local de diálogo entre o Iphan e a sociedade, por meio de exposições, debates, oficinas e outras atividades relacionadas ao tema da preservação patrimonial. O tombamento federal, além de colocar Iguape em um seleto grupo de cidades brasileiras, entre outros inúmeros benefícios ainda possibilita o acesso do município ao Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) das Cidades Históricas que, segundo o presidente Lula, fará investimentos da ordem de R$ 890 milhões até 2012. 
 

A reunião do Conselho Consultivo do Iphan, que é o órgão que analisa os pedidos de tombamento, acontecerá na cidade de São João Del Rei-MG. Também estarão na pauta do conselho os tombamentos da cidade de Paranaguá e do toque dos sinos da igreja Nossa Senhora do Rosário, de São João Del Rei. A atuação do Iphan na cidade de Iguape foi iniciada em 2007. No ano passado, a prefeita Maria Elizabeth e o diretor Carlos Júnior foram até a sede do Iphan, em Brasília, solicitar oficialmente o tombamento do município. A partir de então, os trabalhos do órgão foram intensificados na cidade e foi feito um minucioso inventário material e imaterial do município, com a participação dos moradores que, por meio de grupos de trabalho, apontaram quais eram os bens culturais mais representativos da história de Iguape. No início deste ano, o presidente do Iphan, Luiz Fernando, que também é presidente do conselho que analisa os tombamentos, visitou a cidade de Iguape e, na ocasião, afirmou que o patrimônio do município seria reconhecido.

 

Iguape está entre os 173 municípios do País que receberão recursos deste montante para recuperação e preservação do patrimônio histórico e cultural, que proporcionará o desenvolvimento do turismo e, consequentemente, o desenvolvimento urbano, econômico e social, resultando na melhoria da qualidade de vida da população. Iguape está entre as 11 cidades do estado de São Paulo que foram incluídas no PAC Cidades Históricas e o seu projeto, que está sendo elaborado pelos departamentos de Cultura, Turismo, Esportes e Eventos e de Obras da Prefeitura Municipal, é um dos que estão mais avançados e que são mais consistentes.

O município também conseguiu ser inserido na Associação Brasileira das Cidades Históricas, que terá papel fundamental na articulação junto ao Governo Federal para as ações do PAC. Para o tão sonhado anúncio oficial do tombamento - que deverá ter como área de abrangência o Centro Histórico, o Morro da Espia e o setor Portuário (Canal do Valo Grande e Estuário Lagunar do Mar Pequeno) - em três de dezembro, em São João Del Rei, a Prefeitura está planejando eventos simultâneos na cidade de Iguape. A idéia é, por meio de um telão, transmitir ao vivo, direto da cidade mineira, a cerimônia do conselho. A prefeita Maria Elizabeth participará da solenidade em Minas Gerais, representando toda a população do município de Iguape, que oficialmente será elevado a Patrimônio Cultural do Brasil.

 

 Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Iguape

Fonte: Guia de Iguape

Fonte: História da cidade de Iguape

 

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28.10.09

A História do Bunkyo em Registro-SP no Vale do Ribeira

Foto: Bunkyo = Associação Cultural Nipo Brasileira de Registro-SP

 

A História do Bunkyo em Registro-SP no Vale do Ribeira

 
Significado da palavra Bunkyo:
 
Bunkyo é a forma reduzida de Bunka Kyokai.
 
Bunka = Cultura - Bun
 
Kyokai = Associação - Kyo
 
ou seja Associação Cultural.
 
Foi a forma que os imigrantes japoneses encontraram para se reunirem e transmitirem a cultura para os jovens e inclusive era a instituição que na maioria das vezes abrigava a escola de língua japonesa conhecida como Nihongo Gakko que resumidamente era também chamado de Nihongakko onde
 
nihongo = língua japonesa - nihon
 
gakko = escola
 
A  Associação Cultural Nipo Brasileira de Registro (Bunkyo) foi fundada no dia 21 de junho de 1994.
 
Esta Associação promove anualmente vários eventos juntamente com a Prefeitura Municipal de Registro e Registro Base Ball Club (RBBC).
 
 
Os principais eventos são:  Festa do Sushi, Bon Odori e Tooro Nagashi (realiza há 52 anos), Shinnenkai, Undokai, Engueikai, Keirokai, Bazar Beneficente, Quermesse, etc.
 
O Bunkyo de Registro possui vários departamentos que funcionam ativamente. O departamento das senhoras sempre trabalhando nas atividades ajudando a melhorar a situação financeira.
 
O departamento de radio taisso, com 60 participantes realiza ginástica desde alongamento todos os dias entre segundas-feiras aos sábados.
 
O departamento de wadaiko, um grupo de 40 jovens aproximadamente treinam praticamente todos os dias e apresentam nas comemorações e festividades a nível municipal e estadual, representando sempre Registro.
 
O departamento de minyo (folclórica japonesa) tem quase mesma atividade do departamento de wadaiko. A escola japonesa do Bunkyo atende cerca de 40 alunos com duas professoras.
 
O shunjukai (Associação dos Anciões) tem mais de 200 integrantes realiza um encontro mensal. O departamento de dança japonesa com seus 20 integrantes treinam semanalmente dança japonesa. Além desse departamento funciona ikebana, cerimônia do chá.
 
O senhor Rubens Takeshi Shimizu está preocupado com continuidade do Bunkyo e está incentivando o departamento de jovens (Seinen-bu) que foi formado há 3 anos.
 
 O Bunkyo atualmente conta com 320 associados entre eles 20 famílias que não tem relação de parentesco com japoneses ou descendentes de japoneses.
 
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22.10.09

A história da Expovale no Vale do Ribeira

 

A trajetória da EXPOVALE teve início em 1970 quando foi criada pela ACIAR Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Registro para reviver a extinta Festa do Chá (que os teicultores promoviam na entressafra) que foi denominada, a princípio de ”Expo Chá”, adotando a nomenclatura muito usada na época, em razão da Expo-70 - que o Japão patrocinava naquele ano. Três anos depois, a feira adquiriu características regionais e passou a chamar-se EXPOVALE e foi então inscrita no calendário turístico do Estado de São Paulo, mas só em 1975 recebeu o primeiro auxílio em dinheiro, do Ministério da Agricultura.
 
Em 1979, o evento passou a ocupar uma área permanente construída no km 449 da Rodovia Régis Bittencourt. A partir daí, a Expovale era realizada a cada dois anos e apresentava crescimento gradual e significativo, assegurando-se como um referencial para o lançamento de novos produtos, inovações tecnológicas, serviços, cultura e negócios evidenciando-se como uma multi-feira com o objetivo de projetar e fortalecer a economia da região.
 
E só a partir de 1998 que a Expovale recebeu status de evento de grande representatividade para os negócios do Vale do Ribeira e passou a ser anual. Apesar de poucos registros desde a primeira exposição, a determinação em explorar o potencial da região fez com que o processo de evolução agregasse melhorias ao recinto e investimentos fossem ampliados.
 
O sucesso crescente do evento tem comprovado a sua importância para a região. A Expovale é realizada pela comissão organizadora, presidida neste ano por Hélio Borges Ribeiro, com apoio da ACIAR e Prefeitura Municipal de Registro.

Maiores informações visite o Site : www.expovale2009.com.br

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15.10.09

Vale do Ribeira possui a maior concentração de cavernas da América do Sul

Foto: Caverna do Diabo no municipio de Eldorado-SP

A paisagem exuberante e a grande diversidade da flora e da fauna atraem turistas do mundo todo para o vale do Ribeira. Localizada ao sul do Estado de São Paulo, a região é considerada Patrimônio Natural da Humanidade e tombada como Reserva da Biosfera pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). Além de tudo isso, possui nada menos do que a maior concentração de cavernas da América do Sul.

Ao todo, existem centenas de cavernas, distribuídas em três grandes parques: Petar (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira), Parque Estadual Caverna do Diabo e Parque Estadual Itervales. Todos são administrados pela Fundação Florestal, órgão subordinado à Secretaria Estadual do Meio Ambiente, e constituem áreas protegidas por lei.

O destino mais famoso é o Petar, nos municípios de Apiaí e Iporanga. Atualmente, apenas 12 cavernas estão abertas ao público e o grande destaque é a de Santana. Além da beleza de suas formações rochosas, essas cavernas são bastante visitadas por causa da facilidade de acesso. Lá, alguns animais característicos desses ambientes podem ser admirados, como grilos albinos, opiliões e morcegos.

Ao lado, no Parque Estadual Intervales, que abrange as cidades de Guapiara, Eldorado, Iporanga, Ribeirão Grande e Sete Barras, há dez cavernas abertas à visitação. O grande diferencial é a possibilidade de o turista se hospedar no próprio local, em pousadas cercadas pela mata atlântica. Quem preferir pode apenas fazer leves caminhadas, conhecer cachoeiras ou simplesmente descansar e contemplar a maravilhosa paisagem do local.

No posto de maior caverna do Estado, está a do Diabo, localizada no parque homônimo, no município de Eldorado. O nome pode assustar um pouco –há quem prefira chamá-la de gruta da Tapagem–, mas em nada lembra a exuberância de suas formas. Alguns chegam a compará-la a imponentes igrejas do estilo barroco. Entre os atrativos, está a rica infraestrutura, com destaque para a iluminação artificial, que facilita o percurso dos visitantes.

Depois desse passeio pelo centro da terra, vale lembrar que o turista precisa tomar certos cuidados para preservar esses importantes patrimônios naturais.

Por: Luciana Onishi

Fonte : UOL Noticias

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12.10.09

UM POUCO DA HISTÓRIA DE APIAÍ, RIBEIRA, ITAÓCA E OUTRAS CIDADES DO SUDOESTE PAULISTA E REGIÕES

 

APIAHY – ( APIAÍ ) – Em linguagem indígena significa rio dos meninos. 
 

APIAHY– ( APIAÍ ) – Rio afluente da margem direita do Paranapanema. Nasce das cordilheiras fronteiras ao mar, junto à nascente do Iguape, rega a vila a que dá o nome e deságua no Paranapanema.

 

APIAHY-  ( APIAÍ ) – Santo Antonio de. Povoação situada OSO. da capital, à margem direita do ribeirão Palmital e na esquerda do ribeirão Água grande.

Sobre a sua fundação eis o que podemos obter.

          Foi o seu primeiro fundador Francisco Xavier da Rocha, que havia sido capitão-mor num dos Arrais de Minas Gerais, de onde veio, segundo  consta com 150 escravos, entrando pelo lado de Paranapanema.

          O primeiro sítio onde fez residência foi no lugar chamado Capoeiras, distante duas léguas da povoação; daí  alongou-se para os lados onde foi edificada a primeira povoação que  chamou-se  Santo Antonio das Minas.

         Em 1735, segundo o primeiro assentamento de batismo da Matriz, já a povoação se denominava Freguesia de Santo Antonio das Minas. A edificação da matriz é tradição que fora pelo dito Xavier e outros, mas que, por desinteligências que tiveram, desgostou-se Xavier e veio estabelecer-se com a sua família e escravos no lugar chamado Rocinha, onde começou um novo arraial, que é hoje a vila de Apiaí.

          Neste lugar permaneceu ele por muito tempo minerando no ribeirão Palmital, que nasce nas fraldas do morro do ouro, para onde afluíram os moradores da então vila, atraídos pela riqueza das minas, e onde formaram outra vila com igreja matriz.

           Esgotado, porém, o ouro que se podia facilmente tirar, começaram os mineiros a fazer grandes escavações e revolvimento de terras, com o que foram demolindo casas e edifícios, de modo que o povo voltou a estabelecer-se outra vez na Rocinha. 

          Pode-se afirmar que no espaço de duas léguas, para qualquer dos lados da povoação, não existe lugar algum que não tivesse sido escavado e revolvido pelos mineiros, os quais, desde que cessou a abundância de ouro, se foram mudando.

          Daí data a decadência da povoação, que até  agora não tem matriz. Esta vila possui quatro capelas: a do Rosário que serve de matriz; as da Boa Morte e São Benedito, a do Senhor Bom da Coluna, no lugar chamado Capoeiras, à duas léguas ou 11,1 quilômetros de distância da vila, e finalmente a do Senhor Bom Jesus da Cana Verde, cinco léguas ou 27,7 quilômetros distante da povoação, à margem esquerda do rio Ribeira. Foi elevado à vila por ordem do capitão-general D. Luis Antonio de Souza, a 23 de março  1771.

          Dista da capital, que fica a Sudoeste, 56 léguas, ou 311.6 quilômetros, e divide com o município de Itapeva da Faxina, da qual dista 11 léguas ou 61,1 quilômetros, com o Paranapanema 21 léguas ou 16,6 quilômetros, com a freguesia de Iporanga 6 léguas ou 33,3 quilômetros, e com o limite da província do Paraná, pelo lugar chamado Pedra Preta, de que dista 12 léguas ou 66,6 quilômetros; mas acerca das divisas com esta  província  já tem dado questões entre os moradores e as autoridades, dizendo-se também que a colônia de Assungui, administrada pela província do Paraná, acha-se estabelecida em território pertencente ao município de Apiaí.

          Esta povoação tem cadeia e casa de câmara em um só  e mau edifício; a sua população é de 5.366 almas, sendo 479 escravos.

          Eleitores em 1876: 13.

          A lavoura do município consiste em cana de açúcar, aguardente, mate e cereais.

          Acha-se a 24º  13’  30” de latitude austral e na long. de 328º e 59’ da Ilha do Ferro. 

          Tem duas cadeiras públicas de instrução primária para ambos os sexos, uma agência de coletoria de rendas gerais e provinciais, pertencente à Itapeva da Faxina, e uma agência de correio.

          As rendas municipais arrecadadas no ano financeiro de 1869 a 1870 elevam-se à quantia de 601$974.                                

 

         Bom Jesus da Cana Verde hoje se chama  Ribeira,  faz limite  e divide o Estado de São Paulo através do Rio Ribeira, ao sudoeste Paulista, com o município de Adrianópolis – PR.     
 

Fonte  de  pesquisa:

APONTAMENTOS

Históricos,  Geográficos,  Biográficos,  Estatísticos   e   Noticiosos   da   Província  de  São  Paulo.

seguidos da cronologia dos acontecimentos mais  notáveis desde a fundação da Capitania de São Vicente até o ano de 1876 – Coligidos por  Manoel  Eufrásio de  Azevedo  Marques.

Livraria Martins Editora S.A.

Arquivo:

email: genmarrosa@yahoo.com.br

Fonte : Genézio Rosa

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11.10.09

A História do Distrito do Saltinho na Cidade de Ribeira-SP

DISTRITO DO SALTINHO

História:

O Distrito do Saltinho é um pequeno vilarejo incrustado entre serras e vales com muita água e mata ainda nativa da Cidade de Ribeira-SP, que se elevou a categoria de Distrito sob a Lei municipal 261/2000 de 15 de Dezembro de 2000, tem aproximadamente 180 anos, pois já habitava por aqui a família do Senhor Rumardo de Oliveira Rosa, (Nhô Rumardo) nome Cristão  que eram dados pelos seus amos, que igual os moradores do quilombo do Cangume da cidade de Itaóca, eram negros escravos refugiados oriundos das turmas de escravos mineradores de ouro da Cidade de Apiaí-SP, que logo após os anos de 1888 quando a Lei Áurea foi decretada se estabeleceram livres e definitivamente e constituíram famílias nessa localidade dando início ao que existe hoje.

Lembramos que o Distrito do Saltinho já foi ponto de estratégia militar, devido à região ser montanhosa e possuir condições ideais para abrigar, alojar e alimentar as tropas por um longo tempo sem buscar suplementos, alimentos, armas e munições, ainda existe muitos restos arqueológicos (trincheiras, armas, munições, artefatos e utensílios) que eram usados pelas tropas, foi durante a Revolução de 1930, 31 e 32 que as Tropas do Exército Brasileiro e Força Pública de São Paulo então considerada Legalistas ou Legião de Idealistas, porque defendiam a Unidade Nacional e a Constituição Nacional, combateram contra as Tropas do Sul, que queriam tornar ou formar um novo país, lembrando que as divisas dos Estados de São Paulo e Paraná era na Cidade de Tunas então Pedra Preta e recuada a divisa do Estado do Paraná até o Rio Ribeira e também por motivo que na época só existiam as duas rodovias a de Itararé x Itapeva x Capão Bonito chamada Faxina e a estrada Curitiba x São Paulo que passava por Ribeira ( hoje BR 476 e SP-250)  que ligavam o Sul e os demais países (Uruguai, Paraguai, Argentina e Chile) ao resto do pais e só após 1961 é que foi inaugurada a Rodovia BR116 (Regis Bitencourt).   
 
 
 
 
 

Origem:

O Distrito do Saltinho como todas as demais cidades que se tornaram metrópoles, nasceram com um desbravador e com uma peculiaridade local que deram nome ao local, sabe-se que então o Senhor Rumardo (Nhô Rumardo) quando aqui chegou, teve que enfrentar  onças, canguçus que urravam a noite em volta de sua choupana, cobras venenosas como urutus, jaracuçus, jararacas e cascavéis e sobreviver de pequenas roças de feijão, milho, cana, abóbora, mandioca, criação de galinhas e porcos, caça, pesca e extrativismo de frutas, palmito etc., e para ir a tal roça, tinha que atravessar um córrego que tinha uma pequena cachoeira ou um pequeno salto d’água, na época era muito caudaloso e tinha muitos peixes de várias espécies, pois não havia desmatamento, daí o nome Saltinho, no córrego do mesmo nome.         
 

Localidade:

O Distrito do Saltinho está localizado ao sudoeste Paulista a 19 km do centro da Cidade de Ribeira-SP, ou seja, na entrada da altura do Km 345 da Rodovia SP 250, destino Rodovia Vicinal Dr Mário Covas Ribeira x Itaóca, Alt. Km 10, faz limites entre os municípios através do Rio Ribeira, com a Cidade de Adrianópolis-PR, Itaóca-SP e o bairro do Mato Dentro, fica à 356 Km da Capital Paulista, 145 Km de Curitiba-PR e possui  duas ruas sendo elas rua Oliveira Rosa e rua Luiz Miguel de França ambas pavimentadas e calçadas.  
 

População:

Aproximadamente 110 famílias fixas e que aumentam e diminuem de acordo com as safras agrícolas de produção de tomates, pepinos, vagens, etc., mas já possuiu o dobro de moradores nas décadas de 60 a 80, com o êxodo devido à crise econômica e o fechamento da mineradora Plumbum e também aliado ao fato da falta de infra-instrutora na época fizeram que diminuíssem a população que hoje permanecem.         
 

Serviços públicos sob a Adm. da Pref. Ribeira-SP:

- Possuem um Posto de atendimento médico e odontológico e serviços de enfermagem de primeiros socorros,

- Agente de saúde,

- Telefones públicos e residenciais,

- Iluminação pública,

- Uma Escola pública de ensino fundamental de 1ª a 4ª série, Jardim e pré-primário,

- Previsão para breve: um Posto de atendimento do Correio,

- Uma Quadra poliesportiva e um campo de futebol,

- Saneamento básico: Água tratada e distribuída pela Sabesp,

- Coleta de lixo,

- Serviços de ambulância,

- Transporte escolar,

- Transporte coletivo: 1 x por semana (ônibus cedido pela Pref.) gratuitamente.  
 

Atividades religiosas:

- Possuem quatro templos religiosos e uma casa de oração, sendo elas:

- uma Capela de São Sebastião (padroeiro local) pertencente à Paróquia de Bom Jesus de Ribeira (Pároco João Batista Firmino) da Diocese de Itapeva-SP (Bispo Dom José);

- um templo da Igreja evangélica Assembléia de Deus;

- um templo da Igreja evangélica a Vinda de Cristo;

- um templo da Igreja evangélica a Palavra de Deus

- e uma casa de Oração da Igreja evangélica Congregação Cristã no Brasil. 
 

Atividades econômicas:

O solo geográfico do Distrito do Saltinho é rico em minerais, pois é constituído de chumbo, prata e até ouro, mas isso não são bens extraídos do solo por motivos ambientais, porém o forte da economia local é a Agropecuária com a produção de carne, leite e derivados, produção agrícola (feijão, milho, mandioca, banana, café, cana, abacaxi, laranja, mexerica, tomate, pepino, abobrinha, vagem, etc.), três Comércios, professores, costureiras, cabeleira, barbeiro ,pedreiros e aposentados.  
 

Artesãos:

Senhora Ermíria (cerâmica primitiva: panelas, esculturas e utensílios de barro), senhora Maria Helena (trançados de taboa), senhora Zélia (trançados em taboa, cerâmica, tricô e bordado) senhora Marta de Oliveira artesanato: bordados, crochês, pintura, cerâmicas e teares) e o senhor Donato (trançados de couros: arreios, cangalhas cintos e de taquaras: peneiras, cestos jacás e também agricultor). 
 

Culinária:

Senhora Terezinha (culinária: paçoca de amendoim e paçoca com carne de porco, café torrado) senhora Emília (culinária doce de laranja em caldas) senhora Maria José (culinária: queijos) senhora Conceição (culinária: queijos) senhora Eloí (culinária: queijo), senhora Marta de Oliveira (culinária: doces, bolos, salgados, iogurtes, doce de banana, doces de   frutas em caldas, geléias de frutas, conservas de pimenta, geléia de pimenta.  
 

Culinária local:

Paçoca de amendoim, paçoca de carne, café adoçado com açúcar mascavo, garapa com limão, garapa com abacaxi, doce de casca de laranja em calda, apressada, pastel de farinha de milho, pixeque de ovo com queijo, guisado de galinha, sopa de cascudo, sopa de farinha de milho com alho e ovo, quirera com carne, arroz com frango, mingau de milho verde com carne, lingüiça de carne de porco, doce de banana, doce de mamão, doce de leite, pão de leite com mandioca, bolo de gengibre, pêssego em calda, licores e geléia de jabuticaba, iogurte com frutas e mel, geléia de goiaba, geléia de pimenta.  
 

Curiosidade:

As pessoas mais idosas do Distrito são:

As senhoras Cândida Silvina da Silva, nascida em 03 outubro de 1919.

E a senhora Dair Rosa de Camargo nascida em 02 de fevereiro de 1920.  
 

Times de futebol:

Saltinho FC três vezes campeão regional.

Fonte : Genézio Rosa

Obs: Em nome do  Blog Curiosidades do Vale do Ribeira e suas cidades gostaria de agradecer o senhor Genézio pela sua contribuição com a cultura do nosso querido Vale do Ribeira.

3.10.09

Dulpla Luiz Henrique e Juliano :Revelação da musica Sertaneja do Vale do Ribeira

Luiz Henrique e Juliano
 

Luiz conheceu Walério através de um aluno ( Dalmo ) que era vizinho dele. Ambos já se conheciam de vista e quando apresentados surgiu o interesse de tentarem formar uma dupla. Começaram a fazer shows em restaurantes pela cidade, sempre com vários elogios que os incentivava a continuar.

Como não conheciam muitas pessoas influentes e não possuiam condições econômicas era difícil seguir em frente com suas carreiras. Apesar disso conseguiram chegar ao programa do Raul Gil e foram aprovados no teste pelo maestro Gino.

O Luiz foi atrás de um empresário, Rui Veiga que era uma pessoa muito bem relacionada e que tinha contatos como São Paulo, Curitiba, Barretos e outros lugares. Juliano concordando com a idéia, logo levaram um CD Demo para o empresário que ouvindo com sua esposa (Roseli), rapidamente aceitou a proposta. Logo no início o Rui conseguiu levar a dupla para Estância Alto da Serra uma das maiores casas sertanejas do Brasil, e com muita sorte o Sr. Eloi Carloni tambêm gostou tanto da dupla que irão participar do 1º DVD da Estância.

A dupla Luiz Henrique & Juliano agradece de coração a todos que ajudaram, a todos que torcem para o seu sucesso, e especialmente ao empresário Rui Veiga, que sem ele não teríamos chego aonde estamos hoje.

Palavras do Luiz Henrique: ""Estamos há quase 2 anos na estrada, muitos momentos sofridos e felizes, muitas derrotas, mas tambêm vitórias. Deus sabe o que faz, agradeço a ele não só pelos bons momentos mas tambêm pelos ruins que somente assim aprendemos a dar valor. Estamos batalhando por um reconhecimento maior, o sucesso e a fama são consequências de um bom trabalho e vamos continuar dando seguimento na nossa carreira e temos certeza que muita coisa boa vem por aí com fé e esperança em Deus.""

 

Luiz Henrique

 
 

A vida de Luiz Henrique Gonzaga Marques: Nasceu em São Paulo capital, no dia 10 de Fevereiro de 1986. Aos 9 anos de sua mãe (Maria Madalena) o matriculou na aula de violão na Igreja Presbiteriana. Com um mês de aula teve uma apresentação e o professor (Paulinho) disse que o Luiz deveria se apresentar, o mesmo disse que não queria mas acabou se apresentando com persistência do professor. Por ter tido apenas um mês de aula acabou se destacando entre os demais por tocar e cantar.

A música sertaneja ja estava no sangue da família, desde de seu avô (Manéco Gonzaga) e seus tios que todos sabiam tocar e cantar muito bem. Foi do seu avô que Luiz ganha a sua primeira viola, no entanto, achava que a viola não era do seu gosto mesmo afirmando que o som da viola era encantador . Aos 18 anos de idade surgiu o interesse, não sabendo nada nem mesmo afinar a viola ele resolve aprender a toca-la, mas na sua atual cidade onde mora ( Registro - SP ) poucos sabem tocar esse instrumento e não há professores, com isso teve que aprender praticamente sozinho, pois um senhor chamado Wilson ensinou seus primeiros acordes.
Depois de um tempo conheceu Walério ( Juliano )

 

 

Juliano

 

A vida de Wálerio de Souza: Nasceu em Pariquera-Açu, município do estado de São Paulo, no dia 17 de abril de 1983. Começou a tocar violão com 8 anos de idade observando seu pai tocar em bares no sítio onde moravam, e com isso veio o sonho de um dia se tornar um cantor sertanejo.

Depois de várias tentativas de dupla e fracassos, acabou indo para a cidade onde conseguiu um emprego.
E através de um amigo conheceu Luiz Henrique.

 Contato

E-MAIL: luizhenrique_juliano@hotmail.com

ORKUT : http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=4073404520344904742

TELEFONE:

Site : Luiz henrique e Juliano

(0xx) 13 3821-8156

Cidade: Registro-SP

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23.9.09

O homem mais velho do mundo ja foi do Vale do Ribeira !!!

 Foto : Reportagem do Jornal "A Tribuna do Ribeira" de 12 de Dezembro de 1991

 

 O agricultor José Leandro Ribeiro,residente no Bairro Conchal Branco ,Municipío de Sete Barras ,ganhou uma notoriedade digna de atração turistíca.

Enquadrado em matéria especial do Jornal "A Tribuna do Ribeira",publicada em 22 de Outubro de 1991,virou pauta do telejornal "Aqui Agora" do SBT,como o homem mais velho do mundo.

O homem da bengala de ouro como afirmou o titulo sensacionalista do telejornal,afirma ter nada menos de o que 139 anos de vida,isto é ,data de nascimento em 20 de janeiro de 1852.

O chamado Matusalém foi descoberto acidentalmente a partir de uma consulta de rotina no Hospital São João, em Registro-SP.

Para Leandro a vida é descomplicada e dispensa receitas da juventude eterna.Alimentação frugal,muito trabalho e fé em Deus são os ingredientes basicos de seu estilo de vida .O velho agricultor também não dispensauma boa cachimbada regada com bagaceira e vinho,dois pólos um tanto turbulentos em qualquer idade.

Segundo o centenário agricultor,sua vida passada era de trazer gado do sul para onde localiza-se o municipío de juquiá para um fazendeiro conhecido como Diogo Barulho,lutando muito para conseguir seu pedaço de terra onde pudesse morar em paz com a mulher e filhos .Leandro prefere conviver de longe com as agruras da vida moderna , a violência dos gastos sociais e o verdadeiro faroeste cabloco em que se transforma a malha social brasileira .

Para ele a paz ea tranquilidade ainda são pontos fundamentais para uma vida normal e saudavel,levantando com a aurora e dormindo cedo para trabalhar duro pelo seu sustento de cada dia ,uma filosofia de vida comum aos pioneiros em todos rincões da História.

 Fonte :  Marcelo Nakazawa

 

 

 

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21.7.09

Rainha da sucata nasceu no Vale do Ribeira

Rainha da sucata

Ao trabalhar com restos de materiais, arame e barro, a artesã Beth Lima é uma das referências da Vila Madalena

 

 - Para Beth Lima, lixo nunca é lixo - e sempre pode virar arte. É por isso que a artesã e historiadora de formação guarda de tudo: pequenas pedras, fios, galhos… Pegar o que tem em volta e fazer o que dá vontade transformaram a artista em uma espécie de rainha da sucata.

Ela também é fascinada por vidro, material que já usou muito, e principalmente por metal e barro - "em que a poeira pode ser transformada novamente em barro", lema de uma artista constantemente preocupada com a natureza. Criada em um universo rural, Beth conta que sempre teve um lado muito voltado para a arte popular. "Nasci no Vale do Ribeira e ali convivia com quilombolas e índios guaranis que faziam cerâmica", conta. Foi naquela época que ela começou a se interessar por artes, fazer brinquedos, roupas, cortar papel e desenhar. "Era uma coisa muito natural pra mim".

Com o passar dos anos, Beth se viu cada vez mais distante daquele universo. Em São Paulo, estressada e trabalhando com comunicação corporativa, acabou se tornando diabética. Para romper com a rotina, resolveu fazer um curso de joalheria. Foi lá que desenvolveu, com Ricardo Pompulho, a forja.

A técnica a fascinou e a levou para o ferro, depois para o alumínio, para o latão, para o bronze e para o vidro. "As peças de joalheria são grande parte do meu trabalho. São bem arquitetônicas e pesadas e foram muito importantes para mim."

Mas foi uma colher que levou Beth a mudar de vida. "Era uma pedra de granada e foi feita em forja. Olhei para aquela colher e vi que era aquilo que eu queria fazer; por ali que eu queria ir", conta. Antes que adoecesse de novo, resolveu construir um ateliê na Vila Madalena e, de lá pra cá, só aumentou a produção e o respeito entre os artistas do bairro.

Colheres e mulheres são duas constantes na produção de Beth Lima e a origem de tais referências está na infância da artista. "Tenho uma coleção de colheres de pau e isso vem muito das minhas andanças Brasil afora, da minha infância, do fogão à lenha, de ver as mulheres cozinhando". "Sou de uma geração que lutou muito pela causa feminista e eu fui uma das briguentas. Acho que essa causa não acabou e nem sei se vai acabar. Então as mulheres estão e estarão sempre nas minhas obras".

Arte na vida

Não bastasse o trabalho que construiu nesses oito anos de ateliê, Beth é uma das idealizadoras do Arte na Vila, ao lado do marido, Valfrido Lima. No evento, que chegou a sua 8ª edição esse ano, artistas abrem seus estúdios e ateliês ao público, na Vila Madalena, Zona Oeste de São Paulo. "A ideia foi baseada no que ocorre no bairro de Montmartre, em Paris, e no Santa Tereza de Portas Abertas, no Rio", conta. "No começo, eram apenas 20 artistas, hoje são mais de 120 e 60 ateliês que abrem suas portas ao público, uma vez por ano."

Após essa bem-sucedida experiência, que continua levando a arte a um grande número de pessoas, o casal percorreu todos os estados do País em busca de artesãos cujas obras fossem criativas e de caráter autoral, a fim de desvendar a arte popular brasileira. Com olhar aguçado, produziram o livro Em nome do autor - artistas artesãos do Brasil, no qual expõem e analisam o trabalho de 320 profissionais. Para Beth Lima, "é fundamental para o artista e para a comunidade divulgar esses trabalhos para transformar a realidade em que vivemos".

Fonte : JULIA CONTIER - O Estado de S.Paulo

18.7.09

Ilha capacita as três primeiras profissionais especializadas em Martelinho de Ouro do país

A jovem afirmou que está  estudando muito porque quer  trabalhar na área e se destacar pela qualidade. Seus planos são trabalhar no Brasil e, quem sabe, chegar ao exterior. Heriberta e mais duas moças matriculadas no curso de Martelinho de Ouro não sabem, mas já estão escrevendo uma história de pioneirismo no Brasil. Segundo o professor Rogério Lemos Salgado, elas são as três primeiras mulheres em formação no país.

martelinhos de ouro-curso ilha comprida

Com duração de um ano, o  Curso de Capacitação Martelinho de Ouro (montagem e pintura de automóveis) é ministrado desde junho no CRAS para 20 jovens do município por intermédio de parceria entre o Departamento Municipal de Desenvolvimento e Ação Social e o Governo Federal.  Os professores são nada menos do que o mestre Nilson Lemos Salgado, um dos precursores da técnica no País, e seu filho Rogério.

A técnica  Martelinho de Ouro para desamassar latarias de veículos é totalmente artesanal. Mais de 90% das ferramentas dos martelinhos são confeccionadas pelos próprios profissionais, de acordo com suas necessidades. É assim que pedaços de galho de madeira de araçá se transformam numa das principais ferramentas de Nilson e Rogério. A vantagem da técnica é que ela recupera veículos, sem prejuízo no valor de mercado. Na hora da revenda, os avaliadores podem até dar cambalhotas que não encontrarão nada desalinhado.

Segundo o professor Rogério, trata-se de uma técnica aprimorada com a prática. É preciso exercitar muito para ser um bom martelinho. É por isso que o curso é longo: duração de um ano, com poucos alunos por sala e muita lataria problemática para as aulas práticas. Como uma profissão rara, os especialistas em Martelinho tem boas perspectivas profissionais dentro e fora do país. Rogério afirmou que as chuvas de granizo em muitos países europeus fazem com que empresários levem anualmente muitos martelinhos do Brasil para trabalhar lá fora.

A técnica do martelinho de ouro não é nova. Ela foi desenvolvida há muitos anos por profissionais que encontravam dificuldade em importar peças de veículos. “Tinha peças que demoravam um ano para chegar ao Brasil. Como brasileiro é criativo, resolveu criar as próprias peças ou recuperá-las”, explicou Rogério. Nasciam os martelinhos de ouro. A profissão ainda não é reconhecida no Brasil, mas os brasileiros e brasileiras – apaixonados por carros – elevam os martelinhos ao podium quando têm problemas com os veículos.

Fonte Site Diario de Iguape

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15.7.09

Descobertas refletem necessidade de pesquisa

 

 

 

A bioluminescência é um fenômeno natural bastante conhecido em alguns grupos de animais, como vaga-lumes, pirilampos, mosquitos, peixes e moluscos. Ela ocorre também em dezenas de espécies de fungos, embora poucas pessoas já tenham presenciado esse fenômeno. Até recentemente, o conhecimento sobre as espécies de fungos bioluminescentes estava concentrado, sobretudo, em regiões temperadas do hemisfério norte e na Australásia. Mas pesquisas recentes, na Mata Atlântica e na Amazônia, descobriram muitas espécies novas e novos registros de bioluminescência, evidenciando que pouco se conhece sobre a biodiversidade de fungos no Brasil.

Em 2008, Dennis Desjardin, da San Francisco University State e colaboradores publicaram uma revisão sobre fungos bioluminescentes, atualizando e expandindo o trabalho de E. C. Wassink, de 1978, ‘Luminescence in fungi’, que se referia principalmente a espécies asiáticas e europeias. Segundo a revisão, são conhecidas 64 espécies de fungos bioluminescentes no planeta. Nesses 30 anos, as novas descobertas de bioluminescência descritas por Desjardin e os demais autores são referentes ao Brasil, principalmente à região Sudeste. O Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (Petar), em São Paulo, é o local onde se conhece o maior número de espécies simpátricas – espécies que ocorrem na mesma região – de fungos bioluminescentes de todo o mundo. No total, são sete espécies identifi cadas (Gerronema viridilucens, Mycena lucentipes, Mycena discobasis, Mycena singeri, Mycena luxaeterna, Mycena asterina, Mycena fera) e uma do gênero Mycena em fase de descrição.

A história dessas descobertas começou com o biólogo João Ruffi n Leme de Godoy. Grande conhecedor da região do Vale do Ribeira, ele descobriu de que alguns desses fungos eram conhecidos por moradores do parque em uma enorme jabuticabeira e convidou o químico especialista em bioluminescência Cassius V. Stevani, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo, para visitar o local. Tendo em vista o desafio de identificar os fungos, Stevani prontamente percebeu a necessidade de envolver pesquisadores especializados em fungos – micólogos.

Fonte Site Gazetaweb.com

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9.7.09

Cidade de Ribeira-SP – A “Capital da Amizade”

 

Ribeira – A “Capital da Amizade”
 
Localização: Ribeira é um município localizado no sul do estado de São Paulo, na divisa com o estado do Paraná.
 
Povoamento: O povoamento do território banhado pelo rio Ribeira, iniciou-se com a chegada do índio catequizado Vitorino, vindo de Apiaí, por volta de 1800.
Outras famílias foram atraídas pelas histórias contadas por ele em suas viagens à cidade de origem, atraídas também pelas notícias das riquezas minerais existentes, o que levou outros colonizadores ao vale da Cana-Verde, local conhecido por causa das plantações de cana-de-açúcar. 

 

História política: Ribeira ganhou este nome pela Lei Provincial nº. 35, de 06 de abril de 1872, em razão de sua localização, no Vale do Ribeira. Antes, chamou-se ainda Bom Jesus da Cana Verde, devido à lavoura da região. Foi elevado à categoria de município pela Lei Estadual n nº 212, de 20 de outubro de 1910.
Pelo Decreto-lei nº 6448, de 21 de maio de 1934, o Município de Ribeira é reduzido à condição de Distrito e incorporado ao Município de Apiaí. Foi elevado novamente à categoria de município com a denominação de Ribeira, pela Lei Estadual nº 2503, de 03 de janeiro de 1936.
 
Festas populares: Ale-Rua (sábado de Aleluia); carnaval; Festa do Divino (junho); Corpus Christi (junho); Festa de São João no Bairro Catas Altas (23/06) e São Pedro no Bairro Saltinho (29/06); Festa do Bom Jesus na primeira semana de agosto e as comemorações do aniversário da cidade em 20 de outubro com tradicional desfile escolar e bailes popular e de gala, além de provas esportivas e outras atrações. 
 
Economia: A economia do município está baseada na produção agrícola de lavouras permanentes e temporárias de banana, laranja, arroz, cana-de-açúcar, feijão, mandioca e milho, além da pecuária bovina, suína e avicultura. Há também forte atividade artesanal. 

 

Atrativos turísticos: O município oferece passeios em trilha ecológica, passeios de barco a motor e a remo no rio Ribeira, trilha a cavalo ou bicicleta em matas e fazendas, banhos em cachoeiras e piscinas naturais formadas pelos riachos, pesca e esportes aquáticos. O município conta com uma abundante rede hidrográfica o que oferece aos habitantes e visitantes balneários de extrema beleza em diversos pontos do rio Ribeira, ribeirão Tijuco e rio Catas Altas e outros rios que cortam o município, inúmeras cavernas e grutas, muitas ainda inexploradas, além de montanhas cobertas de matas exuberantes e um clima muito agradável.  
 
População: De acordo com o censo de 2007, o município contava com 3.444 habitantes sendo menos de 30% de população urbana. A área total do município de Ribeira é de 335 km2.
A população ribeirense, hospitaleira e festeira, está sempre de braços abertos para receber seus visitantes, o que levou a cidade a ser chamada, carinhosamente, em toda região como Capital da Amizade. 
 
Texto adaptado: Nagib Akim.
Fontes: www.wikipedia.org.br e www.ibge.gov.br

Fonte Nagib Akin

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26.6.09

Tem Iguapense no Timão!

Tem Iguapense no Timão!

No próximo dia 28 de junho, teremos um Iguapense jogando pelo Corinthians, no Pacaembu em São Paulo. Trata-se da final da Copa Cuebla, categoria 95. O jogador e ilustre representante é Ivan Jr., filho de Ivan e Giovana Ribeiro. Quem puder se juntar à Fiel torcida, o jogo será às 10h e a entrada gratuita!

by Lucyenne Davies

Fonte Site Diario de Iguape

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20.5.09

Fazendo Parte da História do Lamarca

Recebi este comentario da Professora Lediane de Cajati ,sobre uma parte da História do Lamarca e estou publicando na íntegra.

Fiquei muito feliz em saber um pouco mais sobre a vida de Lamarca. Sou professora da E.J.A na cidade de Cajati e através de um projeto: Resgate de origens, pude receber um relato de um aluna sober a captura do Lamarca e ela encontrava-se em meio a todo aquele acontecimento. Sua história foi merecedora de um prêmio e exposta em uma feira Cultural realizada pelo municipio. Estou enviando uma cópia da produção. abçs

Fazendo parte da história.

Em meados do mês de maio de 1970 os bairros da Vila Tatu e Capelinha, estavam cheias de soldados do exército brasileiro para capturar o guerrilheiro Lamarca e seus capangas.

Todos os moradores foram retirados de suas casas, que ficavam próximas dos esconderijos do Lamarca, e refugiados em casas vizinhas principalmente os moradores da Capelinha, sendo sempre protegidos pelos soldados.

Muitas bombas eram jogadas na mata e a cada instante víamos os soldados do exército pulando dos helicópteros com seus pára – quedas e fortemente armados parecendo uma guerra.

A cada momento os soldados abordavam as pessoas para serem revistados e saber de qual lado estavam se era do “bem” ou do” mal “ e nenhum carro podia transitar , somente os dos policiais.
Eu estava grávida da minha filha, hoje com 38 anos, devido a todo aquele cenário fiquei muito assustada e acabei adoecendo, e para que eu pudesse chegar até o hospital de Pariqüera-Açu fui e voltei escoltada pelo sargento do exército.

Esta batalha somente acabou quando o guerrilheiro e seus capangas foram capturados.
Até pouco tempo foram encontrados vestígios dessa “guerra” no bairro Capelinha, era uma bomba, fato este que virou notícia na televisão, voltando em minha memória todo aquele acontecimento que marcou a minha vida.
Pensei muito em sair dessa cidade, pois o medo ainda estava dentro de mim, mas diante de tanta beleza deste bairro que moro, Vila Tatu, fez com que eu permanecesse aqui até hoje.
Hoje com 55 anos fico triste em relatar e relembrar este fato, porém me alegro em saber que faço parte de um pedaço da história desse município com tantas belezas naturais.

História real relatada pela aluna Durvalina, 55 anos. _ Cajati -SP
E.M. Vereador José Rodrigues de Freitas.
E.J.A termo ll   profª Lediane

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17.5.09

Pelé, o fazendeiro do Vale do Ribeira

Pelé, o fazendeiro do Vale do Ribeira

 

 Foto: Pelé na fazenda no Vale da Ribeira em São Paulo

 Foi sob a inspiração de seu pai, Dondinho, que Pelé, em meados da década de 60, comprou um pequeno sítio entre os municípios de Registro e Juquiá, no Vale do Ribeira. (Vídeo: Pelé mostra que também é o rei do gado)

 

 

 

- Quando assinei aos 17 anos o meu primeiro contrato profissional com o Santos, em 1957, meu pai me aconselhou a aplicar o dinheiro em imóveis. Ele brincava: Dico, o meu apelido em família, invista seu salário em casas e apartamentos. Você só perderia dinheiro se houvesse um terremoto, um fenômeno impensável no Brasil - lembra Pelé.

 

Entretanto, o que deveria ser apenas uma área de lazer da família Arantes do Nascimento e seus convidados, de terreno em terreno comprados por Pelé transformou-se em uma área de 24 mil alqueires. A sugestão para comercialização da área foi de José Fornos Rodrigues, o Pepito, amigo e Diretor de Marketing das empresas de Pelé.

Segundo Alemão, adminstrador da propriedade rural que tem o nome de Sítio Sossego, tudo na fazenda é grandioso como o futebol de Pelé:

- Hoje temos 200 cabeças de gado de corte da raça Nelore, que tem procedência indiana. A tendência é chegarmos a 700 ainda este ano - diz Alemão, empolgado.

Além do gado, outra fonte de receita é a venda de suínos. No momento estão alojadosna fazenda 1.200, que são modificados geneticamente numa pocilga. Segundo Alemão, a previsão é chegar a cinco mil ainda este ano. lembrando que, há poucos meses, uma porca deu cria a 25 filhotes, façanha até então tida como inimaginável. (Vale do Ribeira, região coberta de vida e de paz)

A terceira fonte de receita é um imenso lago artificial, onde são criadas cinco espécies de peixes de água doce: carpa, pacu, tilápia, pintado e dourado.

Por ano, são vendidas cerca de 80 toneladas para restaurantes e parques de pague-e-pegue. Além disso, a Ceasa redistribui os produtos para inúmeras cidades da região.

Pelé se preocupou também com os seus familiares. Além de sua casa, ele presenteou sua mãe, seus irmãos Zoca e Maria Lúcia e o filho Edinho. A pedido de sua mãe, foi construída uma capela. Na área de lazer, existem uma piscina de grande dimensão, um campo de futebol e uma área coberta cuja diversão é um Touro Mecânico que faz a alegria das crianças. E do próprio Rei.

Por : Antonio Roberto Arruda - Extra

Fonte Site Extra

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4.5.09

Vale do Ribeira terá programa de TV regional na Rede TV em Junho

 

Dia 03 de junho de 2009 o Vale do Ribeira vai ganhar um programa na Rede TV

Fonte Site Diario de Iguape

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22.4.09

1ºAtleta a conquistar maior numero de medalhas para uma cidade.

Foto: Julio Cesar Candelas 52 anos

 

 

Julio Cesar Candelas 52 anos, fundista e maratonista, entra para as páginas do RankBrasil com a conquista do recorde “ 1º Atleta a conquistar Maior Número de Medalhas para uma Cidade”.

A idéia surgiu em 2001, devido a Ilha Comprida não possuir atleta algum na época, a trajetória do Sr. Julio começou em exatamente no dia 08 de julho de 2001, segundo conta o maratonista ele e a esposa vinham pela estrada no Balneário de Samambaia a 13 Km de distância do centro da Ilha e viram 2 crianças aguardando o ônibus, com o uniforme escolar , quando comentou com a esposa que a partir daquele dia iria representar Ilhas no esporte, tendo a idéia de que, quando aquelas crianças fossem sair da Ilha, para ganhar as suas vidas fora, elas teriam o que falar de sua cidade que elas tem um atleta maratonista e fundista recordista do Brasil, e assim sendo teriam muito orgulho disso.

O maratonista possuiu 105 medalhas que conquistou para cidade de Ilha Comprida, onde reside. Para ter um melhor controle de seu percurso utiliza em seu tênis um chip um sistema moderno e eficiente que grava todo seu trajeto.

A maratona mais difícil que o Sr. Julio percorreu, foi a de São Paulo quando a largada era no Pacaembu, pois o trajeto era mais complicado. Segundo ele, nunca precisou de médico ou se sentiu mal nas provas, como ele mesmo fala, “… o atleta tem que saber seu limite, correr de acordo com que seu corpo pede…”, também comenta que é muito fácil ser atleta quando se esta na flor da idade, mas é mais compensador ainda quando você corre já com certa idade, pois para um grande atleta não tem idade e sim resistência que Deus lhe deu. O fortifica é o carinho e apoio de sua família.

Para seu Julio, correr e completar uma maratona, é se ver diante de fatos que não queremos que aconteçam com nossos amigos corredores, por exemplo, atletas caindo, parando no meio da prova, sentindo câimbras, etc.

Observação : O Vale do Ribeira se sente Honrado em ter o Senhor Julio como exemplo ,seu julio meus parabéns e continue nesta luta representando o nosso Vale do Ribeira.

 

Fonte Rank Brasil

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2.4.09

Curiosidades sobre a Banana

A banana é uma das frutas mais saborosas e fáceis de comer e manusear. Enquanto uma barra de cereal mobiliza vários recursos para sua fabricação, a banana, além de ser mais barata e ter um custo-benefício superior, possui um preço de produção bem menor. Das vantagens e do sabor da fruta não restam dúvidas, no entanto, onde ficam localizadas suas sementes?

 

Ao contrário do que muitos imaginam, aqueles minúsculos pontos pretos presentes no interior da banana não são suas sementes, mas sim, apenas óvulos não fecundados. Vale ressaltar que ela é um fruto partenocárpico, ou seja, seu ovário amadurece bem antes do óvulo poder ser fecundado, portanto, as bananas que conhecemos, aquelas comestíveis, não possuem sementes.

A reprodução da bananeira ocorre de forma assexuada. Para plantar uma nova espécie, é necessário cortar um pedaço da raiz e plantá-lo, no tipo de reprodução denominado pelos biólogos de “propagação vegetativa”..

Obs: O Vale do Ribeira é o maior produtor de bananas do Estado de São Paulo

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