Exposição de Kenichi Kaneko e Yukio Suzuki segue até o final do mês no KKKK

Postado por Camilo Aparecido | Postado em As Curiosidades do Vale do Ribeira, Colonização Japonesa, Cultura | Postado dia 12-11-2010

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Registro

As cores vibrantes da obra de Kenichi Kaneko e os traços marcantes de Yukio Suzuki (in memorian) podem ser apreciados até o final de novembro em exposição realizada no Centro de Cultura KKKK. Aberta na segunda-feira, 1/11, a exposição é organizada pela agência de comunicação MaiS Múltipla e coordenada por Maria Cristina Moreira.


A exposição de Kaneko é intitulada “Cores, Faces, Cidade”, em curadoria de Maria Cristina Moreira, e reúne cerca de 50 obras do artista, a maioria resultado de sua produção entre 2005 a 2010 e algumas que remontam aos anos 80 e 90. A grande surpresa da exposição é que o artista visitou Registro a partir do mês de Julho para retratar pessoas e paisagens do município especialmente para a mostra.


Kenichi Kaneko é remanescente do Grupo Seibi, fundado por artistas japoneses como Tomie Ohtake e Manabu Mabe.

Ele também é ator conhecido do grande público pela participação em novelas e minisséries da TV Globo - Cobras e Lagartos, Bang Bang, entre outras. Entre suas obras mais recentes estão seis aquarelas da série “Aplauso”, inspiradas num misto da energia contagiante dos torcedores da Copa do Mundo e das cenas do submundo dos presídios paulistas. Da última safra, o artista exibe ainda desenhos “Em busca de uma nova linguagem”, feitos à nanquim e aquarela sobre papel artesanal. “Não sou figurativo nem abstrato. Expresso em minhas telas as informações que recebo do mundo”, confessa o artista, que esteve presente na abertura da mostra.

A exposição “Ser Único”, de Yukio Suzuki, tem curadoria de Shoko Suzuki (viúva do artista), grande ceramista em atividade no país. Suzuki foi um mestre das cores e das formas puras e precisas. No KKKK, o público poderá apreciar cerca de 50 obras do artista, entre pinturas, desenhos, gravuras e colagens. Suzuki não deve ser visto como mais um japonês na praça, apesar de sua integração ao grupo Seibi, mas em sua grave experiência vanguardista, intérprete do abstracionismo formal, do construtivismo e dedicado à problemática da pintura poliédrica, multidimensional. Traz origens de sua cultura oriental, não como traços pitorescos apropriados para o gosto do consumidor ocidental, mas como essencialidade da abstração, da busca da forma mínima e pura, do jogo cromático harmônico e ambiental.


Logo na entrada do KKKK, na marquise, o público pode conferir o presente que a ceramista Shoko Suzuki trouxe para Registro: “A Grande Maçã”, uma das obras mais famosas do marido, uma escultura de 2,5m de altura, premiada na 14ª Bienal de São Paulo em 1977.

Serviço:
Exposição das obras de Kenichi Kaneko e Yukio Suzuki
Local: Centro de Cultura KKKK
Data: até 30 de novembro
Visitação: 8h30 às 11h e 13h às 18h30
Realização: Associação Cultural Nipo-Brasileira e Prefeitura de Registro

 

Fonte  : Site Jornal Regional

56º Tooro Nagashi de Registro

Postado por Camilo Aparecido | Postado em Colonização Japonesa, Cultura | Postado dia 02-11-2010

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Video do Bon Odori em Registro-SP

Postado por Camilo Aparecido | Postado em Colonização Japonesa, Cultura, Videos do Vale do Ribeira | Postado dia 17-08-2010

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Bon Odori celebra almas dos antepassados

Postado por Camilo Aparecido | Postado em As Curiosidades do Vale do Ribeira, Colonização Japonesa, Cultura | Postado dia 17-08-2010

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Registro promoveu no último sábado, 14, o 50º. edição do Bon Odori, festival de tradição budista que tem as suas origens na China. Durante o Bon celebram-se as almas dos antepassados com danças em grupo e levando-se lanternas acesas saudosamente lembrando-se da sabedoria dos antepassados. O Festival costuma acontecer anualmente sempre no mês de agosto, no verão nórdico, sempre após o pôr do sol, pois prevalece a crença de que os espíritos somente saem durante a noite.

 

 

 

Na cidade do Vale do Ribeira, a abertura contou com as palavras de Kuniei Kaneko, presidente do Bunkyo de Registro, do coordenador do Festival, Irineu Makoto Kawajiri e do diretor do Departamento Municipal de Cultura, Fábio Tognin. O evento contou com a presença da prefeita, Sandra Kennedy Viana, que participou de toda solenidade e confraternizou com os participantes em suas danças típicas.

 

No evento houve culto pelo Reverendo Issin Takahashi do Templo Honpa Hoinganji de Registro. Durante o culto aconteceu o Shoko, oferenda de incenso pelo presidente do Gojikai do Templo Budista de Registro e do Shunjukai, Morio Kurosawa. Participaram do culto além da prefeita; o presidente do Bunkyo de Registro, Kuniei Kaneko; o presidente do RBBC, José Honório de Castro e o representante do templo budista de Curitiba.

 

 

 

Participaram também o presidente da Fenivar e UCES, Toshiaki Yamamura e o presidente da Rengo Fukinkai, Yoneki Seimaru. Houve apresentação do grupo de Wadaiko (tambores japoneses), a dança ao som de música folclórica japonesa, o Minyo, a dança do Bon Odori e Matsuri Dance.  

   

Curiosidades - Apesar de análogo ao Dia de Finados, durante o Bon Odori são tocadas músicas tradicionais alegres e, sobretudo, predomina um clima de jovialidade, gratidão e participação geral. Muitas famílias aproveitam a oportunidade para se reencontrarem durante o Bon Odori , voltando das grandes cidades aos seus lugares de origem.

 

 

 

 

 O Bon Odori também é celebrado em comunidades de imigrantes japoneses e seus descendentes e amigos fora do Japão: Por exemplo nos estados de São Paulo, Goiás, Pará, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Bahia, Paraná e em Brasília, no Brasil; e nos estados de Oregon, Washington e na Califórnia, nos Estados Unidos.

 

Fonte : Comunicação da Prefeitura de Registro

Iphan preserva colônias de imigração japonesa no Vale do Ribeira

Postado por Camilo Aparecido | Postado em Colonização Japonesa, Cultura, Projetos no Vale do Ribeira | Postado dia 26-06-2010

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Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural aprovou hoje, por unanimidade, o tombamento de quatorze bens culturais, vestígios da colonização de imigrantes japoneses no litoral paulista

O chão da sala é de tatame, as camas de futton. A estrutura da casa é toda de madeira, mas não há nenhum prego ou parafuso, as vigas se conectam por sambladuras, os encaixes. Até o telhado das igrejas tem o desenho curvo, como nos velhos templos orientais. A paisagem é dominada por plantações de chá.

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan vai atuar na preservação desse cenário, encontrado nos municípios de Iguape e Registro, litoral do estado de São Paulo. O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural foi unânime na aprovação do tombamento de quatorze bens culturais que são representações características da colonização japonesa em território brasileiro, encontrados no Vale do Ribeira, estado de São Paulo.

O dossiê de tombamento desses bens culturais complementa um trabalho em desenvolvimento no Iphan que possui como temática central a Imigração no Brasil. A imigração japonesa no país completou este ano, dia 18 de junho, seu 102º aniversário. De acordo com o Censo do IBGE de 1940, 91,7% dos imigrantes estavam no estado de São Paulo, entretanto, essa proporção vem diminuindo, e a população nipo-brasileira, formada por quase 1,5 milhão de pessoas, tem difundido sua cultura milenar em todo o país.

Cultura de pai para filho
Rubens Shimizu, morador de Registro, é membro da Associação Cultura Nipo-brasileira de Registro, que preserva a cultura deixada por seus antepassados.

Ele revela sua satisfação com o resultado desse trabalho: “Eram um sonho da associação ter algum patrimônio tombado. Conseguimos o reconhecimento oficial da data de 18 de junho como marco da colonização japonesa no Brasi, mas precisávamos de bens preservados que representassem essa história. Esse título do Iphan é como um presente, não só para a associação, como também para toda a comunidade descendente dos imigrantes. Uma das casas tombadas foi onde eu nasci. Para mim é um orgulho muito grande”.

Rubens conta que seu avô, que era agricultor, chegou ao Brasil em 1918, onde decidiu ficar até a sua morte. Na região onde vive, restam muitos aspectos das tradições e dos costumes trazidos do Japão. Algumas atividades, como a gincana esportiva undokai, disseminou-se por toda a comunidade Registro. A educação e a disciplina são as características da cultura que ele mais preza, aspectos do comportamento pessoal que são ensinados às crianças, em ambiente de muito respeito. Às gerações, são transmitidas algumas atividades da tradicionais do Japão, como a prática de ginástica matinal, judô, danças típicas e o uso do taiko, bumbo japonês. Eles comemoram anualmente a Festa do sushi, o Obon odori (festejo religioso praticado durante o mês de agosto) e o Toro Nagashi (celebração em homenagem à alma dos antepassados e entes queridos).

Flávia Nascimento, uma das técnicas do Iphan que conduziu o estudo da cultura transmitida por imigrantes japoneses no Vale do Ribeira, explica a importância de preservação dessa paisagem: “Esses bens que foram tombados hoje representam o esforço do imigrante brasileiro de adaptação ao território nacional. Sua arquitetura é uma mistura das técnicas construtivas brasileiras e orientais, um encontro de duas culturas. O tombamento desses quatorze bens do Vale do Ribeira representa o esforço de reconhecimento da cultura desses imigrantes como parte da expressão nacional”.

História da imigração japonesa
Após séculos de regime político sob o shogunato, o Japão iniciou, durante a segunda metade do século 19, sua “modernização” na chamada Era Meiji. As transformações realizadas levaram a inúmeras revoltas camponesas e a enormes deslocamentos populacionais do campo para os centros urbanos.

A emigração era incentivada pelo governo, como uma alternativa à superpopulação e numa perspectiva de ocupação expansionista, devido à limitação espacial de seu território Ao mesmo tempo, no Brasil, faziam-se esforços para substituição da mão-de-obra escrava por assalariados e vivia-se a época da expansão cafeeira.

O primeiro passo para viabilizar a constituição das colônias japonesas no estado paulista foi dado em 1912, com um acordo firmado entre o Governo de São Paulo e o Sindicato de Tókio. O compromisso era de doação de vasta extensão de terras na região, além de concessão de recursos financeiros e de isenção de impostos. Em contrapartida, a instituição japonesa deveria introduzir duas mil famílias na região, num período de quatro anos. O contrato foi repassado pelo Sindicato para a Kaigai Kogyo Kabushiki Kaisha (também chamada de Kaiko), que então conduziria toda a colonização japonesa no Vale do Ribeira.

A grande maioria dos imigrantes japoneses eram lavradores, que deixaram uma grande contribuição para a agricultura nacional, introduzindo produtos agrícolas que eram parte de seu cotidiano, como é o caso do arroz. Foram responsáveis pela diversificação da produção agrícola brasileira, principalmente em relação às frutas e hortaliças, trazendo o morango, o poncã, o caqui, a abóbora japonesa, o pepino a acelga, só para citar alguns exemplos.

As colinas suaves do município de Registro, abrigadas das cheias, ofereceram boas condições para o plantio chá em Registro, onde a mata foi substituída pelos chazais, marcando a paisagem da região. Outro produto típico que os japoneses exploraram nas várzeas foi o junco, usado para produzir as famosas esteiras e chinelos de fibra natural.

O domínio da carpintaria era habilidade de muitos japoneses, técnica secular de sua cultura. Ao chegarem ao Brasil, empregaram estes conhecimentos e seu instrumental específico na construção das edificações. Os ambientes internos de suas eram simples, sem muitas divisórias e poucos móveis. Destacam-se a estrutura de madeira aparente, bem como o uso de tatames e camas de futons. Com o tempo, alguns costumes ocidentais foram sendo incorporados, assim como o mobiliário e o uso de sapatos dentro das residências.

Primeiras mudas de chá Assam
O plantio do chá preto no país teve início em 1935, quando Torazo Okamoto, imigrante japonês estabelecido na colônia de Registro, introduziu em suas terras a variedade assam, de origem indiana, que apresenta folhas mais largas sendo, portanto, mais produtiva e de maior qualidade. Espalhadas pelo município, fizeram dele o principal produtor e exportador de chá preto do país.

Dispostas em cinco fileiras acompanhando o declive do terreno, em colina suave situada próxima à Fábrica de Chá Ribeira, as 65 mudas de chá trazidas por Okamoto foram preservadas pela sua família até hoje. São testemunhos da origem e trajetória de vida e de trabalho do imigrante japonês em terras brasileiras, em seu esforço de adaptação e criação de raízes em novo terreno.

O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
Formado por 22 conselheiros, especialistas em diversas áreas, como cultura, turismo, arquitetura e arqueologia, é presidido pelo presidente do Iphan Luiz Fernando de Almeida. Ao Conselho Consultivo compete examinar, apreciar e decidir sobre questões relacionadas ao tombamento, ao registro de bens culturais de natureza imaterial e à autorização de saída temporária do país de patrimônio cultural protegido por legislação federal e opinar acerca de outras questões relevantes do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

As outras propostas de tombamento que serão discutidos na reunião do dia 24 de junho, no Rio de Janeiro, são: Teatro Oficina, em São Paulo e Paisagens Sagradas do Sagihengu e Kamukwará, dos índios do alto-Xingu, em Mato Grosso.

Lista de bens da paisagem da Imigração Japonesa em apreciação para tombamento.
Edificações Fabris e Administrativas
1. Sede da Kaigai Kabushiki Kaisha – KKKK (Registro – Colônia Registro)
2. Fábrica de Chá Shimabukuro (Registro – Colônia Registro)
3. Fábrica de Chá Amaya (Registro – Colônia Registro)
4. Fábrica de Chá Kawagiri (Registro – Colônia Registro)
5. Fábrica de Chá e Residência Shimizu (Registro – Colônia Registro)
6. Engenho, Sede Social e Residência Colônia Katsura (Iguape – Colônia Katsura)

Edificações Residenciais
7. Residência Fukasawa (Registro – Colônia Registro)
8. Residência Gozo Okiyama (Registro – Colônia Registro)
9. Residência Sra. Susu Okiyama (Registro – Colônia Registro)
10. Residência Família Hokugawa (Registro – Colônia Registro)
11. Residência Família Amaya (Registro – Colônia Registro)
E ainda:
Residência Colônia Katsura (Iguape – Colônia Katsura) – forma conjunto com o Engenho e Sede Social, item 6.

Edificações Religiosas
12. Igreja Episcopal Anglicana (Registro – Colônia Registro)
13. Igreja de São Francisco Xavier (Registro – Colônia Registro)

Patrimônio Paisagístico
14. Primeiras Mudas de Chá da Variedade Assam (Registro – Colônia Registro)

Mais informações: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional/

 

Receita de Yakissoba

Postado por Camilo Aparecido | Postado em As Receitas e Culinarias, Colonização Japonesa | Postado dia 08-06-2010

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Receita de Yakissoba

Ingredientes

800 gr macarrão de yakissoba
03 cubos de caldo de carne
óleo de gergelim torrado
150 ml de shoyu
1 1/2 de água
3 colheres de amido de milho
1 cenoura grande
1 pimentão
1 cebola
champignon
acelga
brócolis
couve flor
salsão
vagem
repolho
frango
carne
camarão

Modo de Preparo

Separe todas as verduras e coloque para cozinhar (se for a vapor melhor)separe.
Em uma panela grande coloque 1 1/2 de água, 3 colheres de oleo de gergelim torrado, 150 ml de shoyu, 3 cubos de caldo de carne, 3 colheres de amido de milho dissolvidos em uma xícara com água.
Coloque para ferver mexendo sempre.
Refogue a carne, o frango e o camarão em panelas separadas (tempero a gosto).
junte com o molho preparado os legumes, a carne o frango e o camarão deixe ferver. separe!
Quando tudo estiver preparado coloque o macarrão de yakissoba para cozinhar.
Escorra o macarrão e deixe esfriar.
Pegar uma panela grande ou uma forma e coloque no fogão em fogo baixo com mais 3 a 5 colheres de óleo de gergelim torrado vai colocando o macarrão para fritar mexendo sempre, até que você perceba que todo macarrão se misturou.
Desligue o fogo coloque-o em uma travessa por cima coloque o molho…
Sirva-se e bom apetite :)

Arquivo Público resgata a história da Imigração no Vale do Ribeira

Postado por Camilo Aparecido | Postado em Colonização Japonesa, Cultura | Postado dia 26-03-2010

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Com a digitalização de documentos oficiais dos Núcleos Coloniais Pariquera-Açú e Cananéia, descendentes de imigrantes e pesquisadores terão acesso pela internet ao acervo.

O Arquivo Público do Estado de São Paulo acaba de disponibilizar ao público os documentos oficiais dos Núcleos Coloniais Pariquera-Açú e Cananéia, estabelecidos, respectivamente, em 1861 e 1862, no litoral sul de São Paulo. A iniciativa irá auxiliar os pesquisadores a conhecer a história da imigração na região, além de ajudar os descendentes de imigrantes a conhecer a história de suas famílias. A documentação pode ser acessada pelo site www.arquivoestado.sp.gov.br/imigracao.

São mais de 7 mil páginas com processos, ofícios, requerimentos, correspondências e livros de contas correntes de imigrantes que viveram na região do final do século 19 ao início do século 20. Os documentos foram extraídos do Fundo da Secretaria da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, que concedia lotes de terras aos recém-chegados ao país.

 Para pesquisar é preciso apenas ter o nome do colono e todos os documentos referentes a ele serão visualizados pelo usuário. Aos interessados em obter cidadania estrangeira, o Arquivo Público do Estado fornece certidões para finalidades jurídicas, serviço prestado por funcionários especializados na leitura e transcrição paleográfica de documentos.

          O site “Imigração em São Paulo” também é composto por documentos pessoais, como certidões de batismo e casamento, passagens e passaportes, listas de bordo e jornais produzidos por imigrantes no Brasil. Também foram disponibilizadas fontes secundárias, artigos na íntegra e indicações de leitura sobre a temática da imigração, grande parte dos textos publicados pelo Arquivo Público do Estado. Uma exposição virtual sobre a Imigração em São Paulo foi desenvolvida a fim de estimular o uso de documentos históricos como recurso pedagógico e estimular o debate sobre o tema em sala de aula. O site contempla textos explicativos e documentos oficiais sobre a questão imigratória em São Paulo.

 Acesse: www.arquivoestado.sp.gov.br/imigracao

 HISTÓRIA

Os Núcleos Coloniais foram estabelecidos no final do século XIX e início do século XX, no âmbito da política de incentivo à imigração de europeus para o Brasil. A implantação destes Núcleos ocorreu em diversos locais do interior do estado, como Campinas, São Bernardo do Campo, Guaratinguetá, Ibitinga, Iguape, Mogi das Cruzes e Ribeirão Preto, entre outros. Foram estabelecidos em terras do estado e loteados entre os imigrantes. A principal atividade era a agricultura para a produção de alimentos, que eram vendidos para os mercados locais. Ao contrário de outras regiões do país, os núcleos coloniais paulistas não tinham o objetivo de povoar a região, e sim de obter mão-de-obra complementar às grandes fazendas.

 O tratamento técnico da documentação dos Núcleos Coloniais do Estado de São Paulo teve início com o projeto Presença do imigrante na memória nacional: preservação e divulgação do conjunto documental dos Núcleos Coloniais da Região de Campinas (1886-1922), que contou com o apoio financeiro do BNDES e incluiu a higienização, restauração, microfilmagem e divulgação de documentos dos Núcleos Coloniais de Campos Sales, Nova Veneza e Nova Odessa na internet. Hoje, por iniciativa do Arquivo Público, pesquisadores e descendentes de imigrantes têm acesso a toda documentação dos Núcleos Coloniais que compõem o acervo da instituição.

 Sobre o Arquivo Público do Estado de São Paulo

O Arquivo Público do Estado de São Paulo é um dos maiores arquivos públicos brasileiros. Vinculado à Casa Civil, sua função é formular uma política estadual de arquivos e recolher, tratar e disponibilizar ao público toda documentação de caráter histórico produzido pelo Poder Executivo Paulista. A instituição mantém sob sua guarda aproximadamente 6 mil metros lineares de documentação textual permanente, 17 mil metros de documentação intermediária, 900m de material iconográfico, grande quantidade de jornais e revistas e uma biblioteca de apoio à pesquisa com 45 mil volumes.

Informações:
Núcleo de Comunicação do Arquivo Público do Estado de São Paulo
Tel. (11) 2089-8124
 
Verônica Cristo
vcristo@sp.gov.br

Patrícia Carvalho
comunicacao@arquivoestado.sp.gov.br

Visite nossa Sala de Imprensa: www.arquivoestado.sp.gov.br/imprensa

Grupo de Taiko : Ribeira Ryofu Daiko de Registro-SP

Postado por Camilo Aparecido | Postado em As Curiosidades do Vale do Ribeira, Colonização Japonesa, Cultura | Postado dia 14-01-2010

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Ribeira Ryofu Daiko

Registro - SP

 

Apresentação do grupo Ribeira Ryofu Daiko
Apresentação do grupo Ribeira Ryofu Daiko

Para transmitir a cultura japonesa, o Bunkyo da pequena cidade de Registro (São Paulo) decidiu incluir o curso de taiko em suas atividades. A ideia serviu também para que os jovens não entrem no “mau caminho”.

Assim, em 2002 nascia o Ribeira Ryofu Daiko, cujo nome significa “a ressonância do taiko nas brisas do Rio Ribeira de Iguape”, referindo-se ao rio que nasce na divisa de São Paulo com Paraná e atravessa o município, desaguando no Oceano Atlântico.

Além de os 50 integrantes de 7 a 24 anos aprenderem senso de disciplina, responsabilidade, respeito e coleguismo, a dedicação nos treinos já lhes rendeu a terceira colocação no Concurso de Wadaiko da Região Sudoeste, em 2005, e a experiência de tocar para Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente.

Contato

Endereço: Rua Nakatsugawa, 165 - Vila Tupi - Registro (SP)
Tel: (13) 3822-4144/3822-2865

E-mail: acnbrgt@uol.com.br

Fotos
 

 

 

Vídeo

Fonte Site Made in Japan

 

A História do Bunkyo em Registro-SP no Vale do Ribeira

Postado por Camilo Aparecido | Postado em As Curiosidades do Vale do Ribeira, Colonização Japonesa, Você sabia | Postado dia 28-10-2009

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Foto: Bunkyo = Associação Cultural Nipo Brasileira de Registro-SP

 

A História do Bunkyo em Registro-SP no Vale do Ribeira

 
Significado da palavra Bunkyo:
 
Bunkyo é a forma reduzida de Bunka Kyokai.
 
Bunka = Cultura - Bun
 
Kyokai = Associação - Kyo
 
ou seja Associação Cultural.
 
Foi a forma que os imigrantes japoneses encontraram para se reunirem e transmitirem a cultura para os jovens e inclusive era a instituição que na maioria das vezes abrigava a escola de língua japonesa conhecida como Nihongo Gakko que resumidamente era também chamado de Nihongakko onde
 
nihongo = língua japonesa - nihon
 
gakko = escola
 
A  Associação Cultural Nipo Brasileira de Registro (Bunkyo) foi fundada no dia 21 de junho de 1994.
 
Esta Associação promove anualmente vários eventos juntamente com a Prefeitura Municipal de Registro e Registro Base Ball Club (RBBC).
 
 
Os principais eventos são:  Festa do Sushi, Bon Odori e Tooro Nagashi (realiza há 52 anos), Shinnenkai, Undokai, Engueikai, Keirokai, Bazar Beneficente, Quermesse, etc.
 
O Bunkyo de Registro possui vários departamentos que funcionam ativamente. O departamento das senhoras sempre trabalhando nas atividades ajudando a melhorar a situação financeira.
 
O departamento de radio taisso, com 60 participantes realiza ginástica desde alongamento todos os dias entre segundas-feiras aos sábados.
 
O departamento de wadaiko, um grupo de 40 jovens aproximadamente treinam praticamente todos os dias e apresentam nas comemorações e festividades a nível municipal e estadual, representando sempre Registro.
 
O departamento de minyo (folclórica japonesa) tem quase mesma atividade do departamento de wadaiko. A escola japonesa do Bunkyo atende cerca de 40 alunos com duas professoras.
 
O shunjukai (Associação dos Anciões) tem mais de 200 integrantes realiza um encontro mensal. O departamento de dança japonesa com seus 20 integrantes treinam semanalmente dança japonesa. Além desse departamento funciona ikebana, cerimônia do chá.
 
O senhor Rubens Takeshi Shimizu está preocupado com continuidade do Bunkyo e está incentivando o departamento de jovens (Seinen-bu) que foi formado há 3 anos.
 
 O Bunkyo atualmente conta com 320 associados entre eles 20 famílias que não tem relação de parentesco com japoneses ou descendentes de japoneses.
 

55 º Tooro Nagashi em Registro-SP

Postado por Camilo Aparecido | Postado em As Festas e Exposições, Colonização Japonesa | Postado dia 28-10-2009

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O Tooro Nagashi é tradicionalmente realizado no Japão. O Evento acontece ao anoitecer do último dia de Finados. (no Japão são 3 dias). Os participantes soltam barquinhos (tooros) contendo velas acesas e o nome dos falecidos no rio ou no mar para homenagear as almas dos antepassados. No Japão, o mais famoso Tooro Nagashi é o de Nagasaki. Conforme a região, soltam-se os barquinhos durante a festa de Tanabata.

O evento, da Associação Nipo-Brasileira de Registro, com apoio da Prefeitura Municipal de Registro-SP no Vale do Ribeira é realizado em homenagem aos mortos vítimas do Rio Ribeira de Iguape e é um culto ecumênico com pequenos barquinhos iluminados por velas coloridas, feitos artesanalmente e soltos no rio.

Originalmente, consistia de um ritual budista em homenagem às vítimas das bombas atômicas lançadas pelos Estados Unidos sobre as cidades japonesas de Hiroshima, em 6 de agosto de 1945) e Nagasaki, em 9 de agosto de 1945.

Tooru significa lanterna de papel; Nagashi, levar-se pelo vento. Ao soltarem os barquinhos, os participantes da cerimônia iluminam o caminho dos espíritos e fazem pedidos de paz.

Na programação de Registro, haverá também exibição de sumô, culto às vítimas na BR-116 (Seicho no Iê), Wadaiko do Bunkyo de Registro, apresentação de danças de Minyo Yamato-Kai, bon odori e queima de fogos.

55° Tooro Nagashi

local : Parque Beira Rio - Registro - São Paulo
1 e 2 de novembro, a partir das 10h

Site : http://www.nikkeyweb.com.br/sites/tooronagashi/

Um pouco da História da colononização japonesa no Vale do Ribeira

Postado por Camilo Aparecido | Postado em As Curiosidades do Vale do Ribeira, Colonização Japonesa | Postado dia 20-03-2009

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Chegada dos pioneiros japoneses em Registro
Fonte - Museu Histórico da Imigração Japonesa - Registro-SP

1908 - Em 18 de junho chegou no porto de Santos o navio Kasato Maru, primeiro navio de imigrantes japoneses

1912 - Sindicato de Tokyo e o Governo do Estado firmaram o contrato para fundar a colônia de Iguape.

1913 - Núcleo de Iguape: colonizadores começam a chegar. A colonização na região ocorreu em Registro, Sete Barras e Katsura (Jipovura), beirando o rio Ribeira do Iguape.

Em 1919, durante o período da colonização japonesa nas redondezas do Rio Ribeira de Iguape…
Torazo Okamoto era técnico de chá no Japão. Chegando à nossa região, assim como muitas outras famílias de japoneses, pretendeu iniciar seu crescimento com a agricultura. Mas, apesar de ser técnico de chá, não poderia imaginar que estas terras eram férteis para o cultivo do chá preto, optando por cultivar outras culturas que na época eram os principais produtores da colônia, como: o arroz, a cana-de-açúcar, a mandioca e o café
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Depois de dois anos sem êxito na atividade agrícola, Torazo ficou sabendo da existência de mudas de chá em São Paulo, que haviam sido trazidas por Dom João VI para ornamentar os jardins do palácio. Ele trouxe essas mudas para Registro, mas não obteve o resultado desejado, pois eram de espécie chinesa, mais adequada para o chá verde.
Foi então que em 1935, Torazo voltou ao Japão para buscar novas máquinas, conseguindo 100 sementes da espécie Assâmica, da região do Sri Lanka, tanto adequadas para o chá verde quanto para o chá preto.

O curioso dessa história é que para trazer essas sementes, nosso protagonista as escondeu dentro do miolo de pão, para “driblar” a fiscalização do navio. Levou, inclusive, um pouco de terra e a semeação iniciou durante a longa viagem..

Fonte Site Viva Japão- Fabio Barreto

A História do Templo Budista na Cidade Registro-SP

Postado por Camilo Aparecido | Postado em Colonização Japonesa | Postado dia 08-09-2008

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Primeira igreja construída por imigrantes japoneses no Brasil vira patrimônio histórico nacional

03 | 02 | 2008

Com um estilo arquitetônico que lembra os templos xintoístas, a primeira igreja edificada por imigrantes japoneses neste país é, na verdade, cristã e pertence à Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, que tem ligação com a Igreja da Inglaterra através da sua Diocese de Canterbury.

(Imagem da época da construção)

Esta pequena capela anglicana foi construída pelas famílias de japoneses que vieram da província de Nagano e se instalaram na colônia de Manga Larga, no município de Registro, SP, nos anos de 1918 e 1919.

Originalmente, todos os imigrantes eram budistas ou não professavam nenhuma crença específica. Mas em 1923, o missionário anglicano japonês João Yasoji Ito começou um trabalho de evangelização na região e as famílias passaram a mudar seus hábitos religiosos.

Todos da região se converteram ao cristianismo e, em 1929, estava concluído o primeiro templo construído por imigrantes japoneses no Brasil, que, agora, passará a fazer parte do Patrimônio Histórico Nacional.

E os budistas e xintoístas?

Para quem duvida que não tenha sido construído algum templo budista ou xintoísta pelos imigrantes japoneses antes no Brasil, é bom levar em conta que os budistas em geral já possuem butsudan (oratórios) em casa, e os xintoístas também costumam construir seus pequenos templos familiares em casa.

Construção pela comunidade


(Imagem da década de 1950)

Orientados pelo missionário Arcediago Yasoji Ito, todos em Manga Larga participaram da construção do templo em Registro, que contou somente com um especialista contratado, o mestre de carpintaria Konchoshiro Hayashi.

Além disso, o valor total da obra foi custeada pelos fiéis que dedicavam parte do dia trabalhando juntos na edificação do templo, uns no corte de madeira, outros no transporte de material e outros ainda na pintura ou no suprimento das refeições.

De toda a construção, só foram comprados os vidros e os metais para as portas e janelas. Todo o resto do material foi tirado do próprio local, como as madeiras para o telhado, piso, vigas e para as portas e janelas. As telhas e as paredes também foram feitas com material do local.

Na igreja funcionava também uma escola de língua japonesa e, além disso, a escola primária da região. Assim, as crianças eram alfabetizadas em português e em japonês.

Com o tempo, as famílias foram se mudando para a cidade, onde construíram outro templo, a atual Paróquia Anglicana de Cristo Rei, e hoje, a Igreja de Todos os Santos em Manga Larga não mais comporta cultos regulares dominicais.

Mas a comunidade de Registro conserva a pequena capela na antiga colônia em bom estado. Os anglicanos a visitam pelo menos três vezes ao ano. Em uma dessas visitas, em junho, é comemorado o aniversário de fundação do templo.

A última vez que os anglicanos se reuniram em Manga Larga foi no dia 25 de janeiro deste ano, com a visita do bispo japonês Toshiaki Mori, da diocese anglicana em Nagano, e a presença do prefeito da cidade, vereadores e do presidente e integrantes da Comissão do Centenário de Imigração Japonesa no Brasil da cidade de Registro.

Imagem atual  do Templo

Texto baseado em entrevista com Pedro Issao Ito, filho do missionário Yasoji Ito; e o livro "Zai-haku hojin kai-taku dendo-sha no shoogai" (Tradução livre: "A vida de um missionário japonês desbravador no Brasil").

Por Carmen Kawano
Fonte: Colaboração para o Portal Japão da SBPN

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Cidade de Registro-SP conta com novo Obelisco

Postado por Camilo Aparecido | Postado em Colonização Japonesa | Postado dia 08-09-2008

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A cidade de Registro-SP no Vale do Ribeira comemorou o  centenário com inauguração de obelisco

Obelisco, de 10 metros de altura e 30 toneladas, foi  inaugurado no dia 6 de setembro de 2008

Pólo econômico e cultural da região do Vale do Ribeira, entre São Paulo e o Paraná, a cidade de Registro já vive o clima de festa para receber o embaixador do Japão no Brasil, Ken Shimanouchi, para uma grande festa que marcou o centenário da imigração japonesa no País. Outras atividades já vêm sendo realizadas desde o princípio deste ano, mas esta ganhou o caráter oficial.

Entre os eventos desta semana, teve  a circulação da Tocha de Amizade nos dias 4 a 6 de setembro pelos alunos de 34 escolas estaduais, municipais e particulares, representantes de entidades sociais e povo em geral. No dia 6, a Comissão Regional do Centenário, formada por lideranças integrantes da União Cultural e Esportiva da Sudoeste (Uces) e da Federação das Entidades Nipo-Brasileiras do Vale do Ribeira (Fenivar),  inaugurarou o Obelisco de Integração, um monumento de 10 metros de altura e com peso de 30 toneladas.

O Obelisco se localiza na Rotatória da SP 139 com a av. Clara Gianotti de Souza, Registro, SP



 

 

História da Plantação de Chá no Vale do Ribeira

Postado por Camilo Aparecido | Postado em As Curiosidades do Vale do Ribeira, Colonização Japonesa, Plantação de Chá | Postado dia 21-06-2008

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Cultivo de Chá por Torazo Okamoto
Fonte- Museu Histórico da Imigração Japonesa Registro-SP

1908 - Em 18 de junho chegou no porto de Santos o navio Kasato Maru, primeiro navio de imigrantes japoneses

1912 - Sindicato de Tokyo e o Governo do Estado firmaram o contrato para fundar a colônia de Iguape.

1913 - Núcleo de Iguape: colonizadores começam a chegar. A colonização na região ocorreu em Registro, Sete Barras e Katsura (Jipovura), beirando o rio Ribeira do Iguape.

Em 1919, durante o período da colonização japonesa nas redondezas do Rio Ribeira de Iguape…
Torazo Okamoto era técnico de chá no Japão. Chegando à nossa região, assim como muitas outras famílias de japoneses, pretendeu iniciar seu crescimento com a agricultura. Mas, apesar de ser técnico de chá, não poderia imaginar que estas terras eram férteis para o cultivo do chá preto, optando por cultivar outras culturas que na época eram os principais produtores da colônia, como: o arroz, a cana-de-açúcar, a mandioca e o café.
Depois de dois anos sem êxito na atividade agrícola, Torazo ficou sabendo da existência de mudas de chá em São Paulo, que haviam sido trazidas por Dom João VI para ornamentar os jardins do palácio. Ele trouxe essas mudas para Registro, mas não obteve o resultado desejado, pois eram de espécie chinesa, mais adequada para o chá verde. Foi então que em 1935, Torazo voltou ao Japão para buscar novas máquinas, conseguindo 100 sementes da espécie Assâmica, da região do Sri Lanka, tanto adequadas para o chá verde quanto para o chá preto. O curioso dessa história é que para trazer essas sementes, nosso protagonista as escondeu dentro do miolo de pão, para “driblar” a fiscalização do navio. Levou, inclusive, um pouco de terra e a semeação iniciou durante a longa viagem..

Ricardo Okamoto, neto de Torazo Okamoto. Atrás as primeiras mudas de chá trazidas pelo avô no miolo de pão.

O Chá

É uma bebida popular, natural e extremamente saudável. Ele é difundido no mundo inteiro. Aqui no Brasil o consumo de chá ainda é muito pequeno , mas ele é muito consumido no mundo inteiro. Ele é um produto da industrialização das folhas da planta Camellia Simensis , essa planta é originária da China. Ela não tem nada a ver com o chá mate, chá de erva cidreira, chá de hortelã, chá de camomila. Não tem nada a ver. Esse é o verdadeiro chá. Por exemplo, o chá mate que é mais consumido é de uma planta originária do Sul do país chamada Ilex paraguariensis e o chá tostado, o chá queimado como nós chamamos o consumo é próximo ao consumo do chá preto. Mas elas não têm a ver. É um outro consumo,uma outra bebida. A partir dessa planta Camellia simensis pode ser feito o chá preto ou o chá verde. O chá preto é mais conhecido como o chá que os ingleses tomam, é mais ocidentalizado e a diferença é que o chá preto é fermentado. O chá verde é mais do consumo dos orientais. E que agora está sendo descoberto os benefícios que ele faz na saúde humana do consumo do chá verde aqui no ocidente então seu consumo tem aumentado. O chá foi trazido ao Brasil pelos colonizadores portugueses mais precisamente por Dom João VI no início do século XVIIII, mas foi trazido como intuito de ornamentar jardins, Não era explorado comercialmente. A exploração do chá começou no início da década de 20.

A HISTÓRIA DA FAMÍLIA OKAMOTO
A imigração no Brasil se iniciou em 1908. E a colonização japonesa se iniciou aqui na nossa região em 1913. E Torazo Okamoto veio em 1919. Ele era técnico de chá no Japão. Ele não veio pra trabalhar com chá. Porque ele nunca imaginou que do outro lado do mundo ele pudesse trabalhar com chá. Ele trabalhou na agricultura como todos os imigrantes daquela época. Começou produzindo arroz, cana de açúcar como todos os imigrantes. Depois de dois anos sem sucesso, e essa região não tem nada a ver com aquela época que era sem recursos, mata virgem e então Ele ficou sabendo que existiam algumas plantas parecidas com o chá foram trazidas por esses colonos portugueses e essas plantas estavam no Jardim Botânico do Rio de Janeiro e no Viaduto do Chá em São Paulo. E ele trouxe algumas sementes dessas que existiam no Brasil e começou a plantar nessa região. Em 1925 ele produziu alguns quilos de chá verde de forma artesanal no processo manual. Em 1928 ele começou a produzir também pelo processo manual alguns quilos de chá preto. Como ele não estava conseguindo uma qualidade desejada. Em busca da melhor qualidade ele retornou ao Japão em 1935 onde adquiriu algumas máquinas bem rústicas, máquinas de madeira ainda de industrialização do chá. E no retorno da viagem de navio tinha uma parada no Sri-Lanka, que é um país no sul da Índia onde conseguiu 100 sementes da espécie Assâmica, colocou no miolo de um pão, onde mostrou para um carregador de malas. Dentro do navio ele as semeou e germinaram 60 que existem até hoje e originaram todos os chazais do Vale do Ribeira.

O CHÁ RIBEIRA
São os únicos produtores que detém marca no mercado interno. O nome da marca foi dado em homenagem ao Rio Ribeira de Iguape.

Fonte Site http://drfabiobarreto.vilabol.uol.com.br/


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A História da plantação Junco no Vale do Ribeira

Postado por Camilo Aparecido | Postado em As Curiosidades do Vale do Ribeira, Colonização Japonesa | Postado dia 21-06-2008

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A História da plantação do Junco no Vale do Ribeira

Entre os colonos que aportaram em Registro, um deles chegou em 1933, trazendo na bagagem uma pequena muda de junco, tradição da agricultura do Japão. Shigeru Yoshimura se mudou com a família para a cidade buscando semelhança com sua terra natal no que se refere ao clima: verão quente e úmido e presença de várzeas, esperando com isso levar adiante a tradição agrícola.

Ele trouxe a planta escondida em sua bagagem. Yoshimura plantou o junco e cuidou dele por três anos, até que começasse a brotar. Quando conseguiu boa quantidade de produção, o imigrante distribuiu mudas aos colonos da região, para a multiplicação do trabalho.
Desde então, e ao longo desses mais de 70 anos, o junco vem sendo cultivado no Vale do Ribeira e, por muitos anos, os produtos derivados dele eram valorizados e traziam prosperidade aos produtores.

O junco gosta de várzeas alagadiças e calor úmido. Em Registro, encontrou as condições ideais para crescer. No Brasil todo, o junco se desenvolve apenas em Registro e Sete Barras.

Quando atinge a altura de 1,15 metros, o junco é colhido, partido ao meio ainda verde e colocado para secar ao sol. Cada dez quilos do produto verde, rende um quilo de junco seco. No verão, o tempo de secagem é de dois dias e meio. Já no inverno demora um pouco mais para ficar no ponto de tecer.

Em meados de 1960, Osvaldo Mamoru Yoshimoto, então com 15 anos de idade, iniciou as atividades da fábrica com a plantação do primeiro juncal com a ajuda de seu pai, Hajime Yoshimoto, nessa época a fábrica se resumia a um pequeno galpão e dois teares manuais.

Em 1969 chegou o primeiro tear automático importado do Japão, posteriormente foram importados mais cinco e ainda outros quatro de antigos fabricantes, sendo que hoje estão em atividade sete teares.
Com a chegada dos teares automáticos a produção aumentou e a fábrica passou para um prédio maior em 1973, onde está até hoje. Isto possibilitou a fabricação de outros artefatos, além da esteira como sacolas, jogos americanos, porta-copos, além do tradicional chinelo de palha com solado de borracha, hoje, muito conhecido pelos que visitam a cidade de Registro e todo o litoral Sul e Sudeste.

Sacolas de praia com esteira dobrável

Atualmente a esteira também é usada na decoração de ambientes como revestimentos em pisos e paredes.
Aliando anos de tradição e qualidade a Yoshimoto alcançou o respeito e a satisfação de seus clientes. As maiores vendas ocorrem de outubro a março e essa é uma das dificuldades da comercialização é a sazonalidade (relação praia/esteira) O projeto feito conjuntamente com a Aciar visa novos produtos de junco para resolverem esse problema



Fonte Fonte http://drfabiobarreto.vilabol.uol.com.br/

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O melhor arroz do Mundo no Vale do Ribeira

Postado por Camilo Aparecido | Postado em As Curiosidades do Vale do Ribeira, Colonização Japonesa, Você sabia | Postado dia 21-06-2008

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Município de Iguape ganhou o prêmio de melhor arroz do mundo

O município de Iguape ganhou o prêmio de melhor arroz do mundo em Gênova, Itália no ano de 1916. Na época o arroz de Iguape equivalia ao arroz plantado em todo o Vale do Ribeira.

O Vale do Ribeira é o maior produtor nacional de arroz moti.

O bolinho de arroz moti está envolvido em muitas tradições e crenças de boa sorte, é feito em ocasiões festivas, principalmente na véspera de Ano Novo. Diz a tradição que consumi-lo no primeiro dia do ano costuma trazer sorte, fartura e longevidade. Desde tempos antigos, os japoneses, historicamente um povo agrícola, tinham o costume de rogar às divindades boas colheitas de seus principais cereais, (dentre eles o arroz), no início de cada ano e os antigos acreditavam que o fato de comer moti unia os espíritos dos cereais e dos homens e o fato de várias pessoas se revezam para bater o Moti (Moti Tsuki), simboliza também o esforço de todos para que consigam a boa sorte.

A falta de hábito em comer bolinhos de arroz moti costuma provocar engasgamentos, pois é muito glutinoso.

A combinação de motis coloridos e outros doces que encontramos à venda nas lojas de produtos japoneses representa “a alegria sempre presente na vida, em cada dia do ano, como se fosse Dia de Ano Novo”. Nas tradições antigas existiam regras na arrumação dos pratos – de doces ou de outros, dependendo da ocasião: em festividades, um visual colorido e ‘expansivo’; e nas missas, um visual mais sóbrio. Incluía-se também a escolha das estampas de louças de acordo com as estações do ano, assim como as roupas. Mas, isso já é outra história.

Para preparar o Moti artesanalmente, o arroz é colocado de molho, moído e cozido no vapor. Depois é colocado num pilão (Ussu) e amassado com uma marreta de madeira (Kinê) esse método tradicional reúne muitas pessoas em torno do pilão e cada uma bate algumas vezes, simbolizando a união, tanto no plantio, na colheita como no convívio.

Sempre presente na mesa do brasileiro, o arroz nosso de cada dia tem um consumo anual - o terceiro mais elevado na América Latina - entre 45 a 50 quilos por habitante o que sintetiza a sua importância na agricultura. É cultivado em todos os estados.

Fonte http://drfabiobarreto.vilabol.uol.com.br/

K.K.K.K Marco da Colonização Japonesa em Registro

Postado por Camilo Aparecido | Postado em As Curiosidades do Vale do Ribeira, Colonização Japonesa | Postado dia 21-06-2008

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História do KKKK - A Kaigai Kogyo Kabushiki Kaisha, empresa com sede no Japão, foi autorizada a funcionar no Brasil em 1918 e teve papel fundamental para o desenvolvimento da colônia. Em 1922, a empresa inaugurou nas margens do Ribeira, no centro velho de Registro, um bloco de quatro armazéns com área construída de 3.100 metros quadrados em estilo arquitetônico inglês. Ali funcionaram os serviços de assessoria e de infra-estrutura para escoamento da produção agrícola da colônia.

Reconhecido como patrimônio cultural do Estado de São Paulo, o prédio da KKKK foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condhepaat) em 1987,tornando-se utilidade pública, destinado à instalação de um centro cultural.

Mesmo enfrentando muitas dificuldades, os imigrantes conseguiram fazer a terra frutificar, abriram estradas e promoveram o desenvolvimento da região. Eles trouxeram o chá preto para Registro-sp

O acervo do Museu da Imigração Japonesa já conta com cerca de 50 peças catalogadas. O material é proveniente de doações feitas pela própria colônia, que reuniu roupas, utensílios, ferramentas agrícolas e documentos históricos que registram a presença dos primeiros imigrantes japoneses. Além da contribuição com o acervo, a Associação Cultural Nipo-Brasileira, também se mobilizou para viabilizar a conclusão da obra.

Situado à margem do Rio Ribeira de Iguape, o KKKK está pronto para abrigar o mais novo Centro de Formação Continuada de Gestores da Secretaria de Estado da Educação - CENFORGEST. A restauração do KKKK é apenas uma parte do audacioso Projeto Parque Beira Rio, onde pretende-se reurbanizar a área em torno do leito do rio, entre a Rodovia Régis Bittencourt - BR 116 até a Ponte da Ferroban, oferecendo um verdadeiro complexo destinado a realização de atividades esportivas e de lazer. Dentro de uma área arborizada, e com 150 mil metros quadrados, serão construídos playground, pistas para jogging, ciclovias, pavilhão coberto para a realização de festas, shows e exposições, além de quadras de futebol society, entre outros. Está previsto, que toda a vegetação natural de mata ciliar será revigorada, além de abrigar uma pequena floresta de paus-mastro. "A idéia é integrar o rio à cidade. Com tudo isso, o município desenvolverá não só o potencial cultural, social e esportivo, mas também estará investindo seguramente no turismo".

Fonte Site Cidade de Registro-sp

Naruhito celebra imigração japonesa no Brasil

Postado por Camilo Aparecido | Postado em Colonização Japonesa | Postado dia 18-06-2008

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Naruhito celebra 100 anos da imigração japonesa no País

O Banco Central lança na quarta-feira uma moeda comemorativa em homenagem ao centenário

da Redação - estadao.com.br

SÃO PAULO - Está prevista para o fim da tarde desta terça-feira, 17, a chegada do príncipe herdeiro do Japão, Naruhito, a Brasília. Ele será recebido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e fará parte de uma cerimônia oficial, no Congresso Nacional, para lembrar os 100 anos da imigração japonesa. Também vai se encontrar com representantes das associações japonesas de todo o País.

"A visita de Sua Alteza Imperial será uma oportunidade para homenagear os japoneses que vieram para cá, agradecer a acolhida dos brasileiros e, ao mesmo tempo, fortalecer o intercâmbio comercial entre o Brasil e o Japão", festejou o embaixador Ken Shimanouchi.

Naruhito, de 48 anos, filho mais velho do imperador Akihito, vai prestigiar as comemorações dos 100 anos da imigração. Ontem, ele saiu do aeroporto de Haneda, perto de Tóquio, e desembarcou em Nova York, para seguir ao Brasil. Será a segunda viagem do príncipe ao País, onde já esteve em 1982.

Na quinta-feira, Naruhito começa a cumprir uma extensa agenda de compromissos a partir de São Paulo. No sábado, dia 21, vai a Santos, onde chegou em 18 de junho de 1908 o navio Kasato Maru, com o primeiro grupo de japoneses. O príncipe japonês deve visitar ainda o Paraná, Minas e Rio de Janeiro.

Moeda

O Banco Central lança amanhã uma moeda comemorativa em homenagem ao centenário da imigração japonesa. Serão lançadas inicialmente 2 mil unidades que têm em uma das faces a reprodução da imagem do navio Kasato Maru. Do outro lado, a moeda traz a imagem de uma descendente trabalhando na colheita de caqui, fruto introduzido no País pelos japoneses. Destinada a colecionadores, a moeda não tem valor corrente e será vendida por R$ 24 nas sedes regionais do BC ou no Banco do Brasil.

Fonte http://www.estadao.com.br/geral/not_ger191000,0.htm

Moedas pelos 100 anos da Imigração Japonesa

Postado por Camilo Aparecido | Postado em As Curiosidades do Vale do Ribeira, Colonização Japonesa | Postado dia 16-06-2008

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Brasil e Japão criam moedas

A moeda comemorativa do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil
Denominação: 2 reais
Material: cuproníquel
Diâmetro: 30 mm
Peso: 10,17 g
Tiragem inicial: 2 mil moedas

Tiragem máxima: 10 mil moedas

Brasil e Japão criam moedas

Tanto o governo japonês quanto o brasileiro já têm as datas para o lançamento das moedas comemorativas do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil.
O ex-ministro das Finanças no Japão, Koji Omi, já tinha anunciado há dez meses a criação da moeda de 500 ienes para homenagear os 100 anos de imigração dos japoneses ao Brasil. No Japão, a expectativa é de que a moeda esteja disponível a partir do mês de março. Ela traz uma representação do monumento aos imigrantes japoneses instalados em Santos e de ramos de cerejeira e café entrelaçados.

Agora foi a vez de o Banco Central confirmar a cunhagem da moeda comemorativa também no Brasil. Por aqui, a moeda terá a inscrição de R$ 2, com tiragem inicial de 2 mil peças ao custo de R$ 20 cada. De um lado a moeda traz o desenho de uma camponesa colhendo caquis - um dos elementos difundido no Brasil pelos japoneses - e do outro o navio Kasato Maru.

Fonte Banco Central

100 Anos de História da Colonização Japonesa!!

Postado por Camilo Aparecido | Postado em As Curiosidades do Vale do Ribeira, Colonização Japonesa | Postado dia 12-06-2008

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 Navio Kasato Maru no porto de Santos. Cartão Postal da Coleção Laire Giraud.

Na alvorada do dia 18 de Junho de 1908, quando o sol nascia, atracava no porto, entre os armazéns treze e quatorze, o navio Kasato Maru. Assim, dava-se início a uma história sobre a relação de duas distintas nações, Brasil e Japão.

A bordo do Kasato Maru vinham 781 japoneses, junto com a esperança de prosperar em terras brasileiras, porém a realidade era bem diferente. Segundo relatos dos primeiros imigrantes vindos da terra do sol nascente, a vinda ao Brasil fora carregada da promessa de ascensão econômica para essas famílias. Famílias que esperavam enriquecer em pouco tempo aqui no Brasil para depois regressarem à sua pátria.

No início do século XX havia uma forte divulgação das oportunidades oferecidas nas lavouras de café, que pareciam promissoras. De acordo com fontes históricas, a situação econômica no Japão era decadente no começo do século XX e o próprio governo incentivou a emigração para o Brasil, que por sua vez, necessitava de mão-de-obra (assalariada, mas de baixo custo) para as fazendas de café.

Fonte Site http://www.portogente.com.br/mardesonhos/historia.php

Festa Japonesa "Bom Odori" Cidade Registro-SP

Tooro Nagashi  na Cidade de Registro-SP

O evento, da Associação Nipo-Brasileira de Registro, com apoio da Prefeitura Municipal de Registro é realizado em homenagem aos mortos vítimas do Rio Ribeira de Iguape e é um culto ecumênico com pequenos barquinhos iluminados por velas coloridas, feitos artesanalmente e soltos no rio.

Originalmente, consistia de um ritual budista em homenagem às vítimas das bombas atômicas lançadas pelos Estados Unidos sobre as cidades japonesas de Hiroshima, em 6 de agosto de 1945) e Nagasaki, em 9 de agosto de 1945.

Tooru significa lanterna de papel; Nagashi, levar-se pelo vento. Ao soltarem os barquinhos, os participantes da cerimônia iluminam o caminho dos espíritos e fazem pedidos de paz.

Plantação de Chá na Cidade de Registro-sp!!

Postado por Camilo Aparecido | Postado em As Curiosidades do Vale do Ribeira, Colonização Japonesa, Plantação de Chá | Postado dia 12-06-2008

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Plantação de Chá na Cidade de Registro-sp no vale do ribeira.