Produtores rurais de Registro inauguram Central de Agronegócios e homenageiam o deputado Samuel

Postado por Camilo Aparecido | Postado em Debate em Foco, Deputado Estadual do Vale | Postado dia 03-03-2010

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Com a presença maciça de lideranças rurais do Vale do Ribeira e representantes de outras regiões paulistas e dos estados de Minas Gerais e Santa Catarina, foi inaugurada na noite de quinta-feira, 25 de fevereiro, em Registro, a Central de Agronegócios “Fábio Meirelles”. A unidade abrigará o Sindicato Rural de Registro, a Associação dos Produtores de Flores, Mudas e Plantas do Vale do Ribeira (Aflovar) e Associação dos Bananicultores do Vale do Ribeira (Abavar).

 

 

 

O deputado estadual Samuel Moreira prestigiou o evento e foi homenageado com uma placa da Abavar, em reconhecimento ao trabalho que desenvolve em prol da agricultura, e com o título ´Amigo do Búfalo`, concedido pela Associação dos Criadores de Búfalo do Vale do Ribeira (Acribuvar). Samuel disse que a agricultura representa dois terços da economia da região e, por isso, os produtores precisam cada vez mais se fortalecer.

 

 

 

Após receber homenagens do Sindicato Rural e da Acribuvar, o presidente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Fábio Meirelles, foi homenageado emprestando seu nome para a Central de Agronegócios e encerrou o evento com uma palestra sobre a agricultura no país.

 

 

 

O evento foi aberto pelo presidente do Sindicato Rural, José de Paula, o Batico. Em seguida, Rubens Shimizu, diretor do Sindicato, falou sobre os cursos desenvolvidos pelo Senar, em Registro. Afirmou que os produtores rurais estão preocupados com a segurança no campo e pediu apoio a Meirelles e ao deputado Samuel Moreira para reverter esse quadro. Desde 2006, quando começaram as parcerias com o Senar, foram entregues mais de nove mil certificados a participantes de cursos que visam à melhoria da qualidade do trabalho no campo. Finalizando, Shimizu pediu apoio para que o Viva Leite, programa do governo do Estado de São Paulo, seja adaptado para consumir  também leite de búfala.

Entre os presentes à inauguração, estavam também: Ronaldo Nomura (presidente da Aflovar), Marc Pierre Medaets (presidente da Abavar), Sérgio Hugo Benez (coordenador da UNESP/Registro), Mário Biral (superintendente do SENAR São Paulo), Adolar Benke (Asbanko – Santa Catarina), Luiz Antonio de Campos Penteado (ex-presidente do Sindicato e diretor regional do Escritório de Desenvolvimento Rural –EDR), Pedro Paulo Assef Delgado, presidente da Associação dos Criadores de Búfalos do Vale do Ribeira,

Mais: Waldir Moraes, ex-prefeito de Registro; Sandro Yamada, que agradeceu a homenagem in-memorian a seu pai, Yasuhiko Yamada,  um dos pioneiros da organização dos agricultores em Registro; Dito Castro, presidente da Câmara de Registro, Marcos Gamberini, diretor do departamento municipal de Desenvolvimento, e Dirceu Collares, presidente da Abanorte (Minas Gerais).

 fonte Sueli Correa

CONGRESSO RETOMA DISCUSSÃO SOBRE JOGOS

Postado por Camilo Aparecido | Postado em Debate em Foco | Postado dia 03-06-2009

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 CONGRESSO RETOMA DISCUSSÃO SOBRE JOGOS

O governo federal deu sinal verde para que parlamentares retomem o debate sobre a legalização dos jogos de azar no Brasil. Com esse aval, o primeiro passo será a discussão e a votação na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara da proposta de legalização de bingos e cassinos no País.
 
A principal resistência à legalização, que vinha do Ministério da Fazenda, temeroso de que a atividade ampliasse os crimes de lavagem de dinheiro e sonegação, diminuiu diante da proposta consolidada pelo deputado João Dado (PDT-SP). O que mais agradou ao governo foi o fato de a proposta aceitar a notificação online dos prêmios e do imposto a pagar - o recolhimento do tributo será, no máximo, no primeiro dia útil seguinte ao jogo.
 
O projeto também manda a indústria do jogo pagar royalties à União e aos Estados, proíbe concessão de crédito aos apostadores, para evitar endividamento, e cria um cadastro para apoio aos viciados em jogos.
 
A proposta está na pauta da comissão para esta semana. Como o tema é polêmico, deverá levar algumas semanas até ser votado. A matéria vai além da disputa entre governo e oposição e há divisões na maioria dos partidos.
 
Por isso, a posição do Planalto é acompanhar o debate a distância, sem interditá-lo. Súmula do STF definiu, em 2007, que o jogo pode funcionar depois de aprovada uma lei federal - por iniciativa do Executivo ou do Legislativo.

ROYALTIES

Para enfrentar os argumentos sociais, em especial o aumento do vício em jogos de azar, o projeto de João Dado prevê a criação de um cadastro nacional de pessoas dependentes, que serão proibidas de frequentar os estabelecimentos.
 
Outro ponto mantém a obrigatoriedade de pagamento de royalties à União e aos Estados, no valor mensal de 15% da receita dos bingos e cassinos, a serem destinados à saúde.
 
O projeto considera infração penal o descumprimento da lei. Crimes como fraudar resultados, permitir entrada de menores nas casas de jogos e funcionar sem autorização implicariam em penas de prisão de 1 a 5 anos e multa.
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A matéria acima foi publicada no jornal O Estado de São Paulo e, segundo comentou o vereador Noel Castelo, de Eldorado, durante reunião do PSDB realizada em Cajati, em recente vinda ao Vale do Ribeira, o deputado federal Márcio França (PSB) disse que há um lobby no Congresso Nacional para que um dos cassinos seja instalado no Vale do Ribeira.
 
O que você acha da nossa região se transformar no paraíso dos jogos de azar?
 
 

 

Presídio em Registro-SP - população será ouvida

Postado por Camilo Aparecido | Postado em Debate em Foco | Postado dia 13-02-2009

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Presídio em Registro - população será ouvida

Prefeita de Registro realiza reunião para debater possível instalação de Penitenciária

Presídio em Registro



Em meio a surpresa do anúncio da possível vinda de um presídio estadual para o Vale do Ribeira, mais especificamente, para Registro, lideranças políticas, pessoas da comunidade, policias, imprensa e entidades veem se unindo para tentar impedir a consumação da instalação ou, pelo menos, a transformação da unidade em um Centro de Detenção Provisória - CDP.

 

Nesse sentido, a prefeita Sandra Kennedy esta convidando toda a população da cidade e região para participar de uma reunião no anfiteatro do KKKK, em Registro, na próxima terça - feira, dia 17, às 19 horas, onde o assunto será amplamente debatido com o objetivo de se tirar soluções e frentes de atuações para evitar a instalação do presídio que, segundo informações da Secretaria da Administração Penitenciária do Estado de São Paulo, contaria com 756 vagas e já estaria com o terreno escolhido na região do KM 453 na margem esquerda da BR - 116, em Registro, em fase de desapropriação pela Procuradoria Geral do Estado - PGE.

Dentre as diferenças básicas entre uma penitenciária e um CDP estão que a primeira abrigaria presos já julgados e condenados, e no CDP os acusados apenas aguardam o julgamento para depois se condenados, serem transferidos para um presídio ou penitenciária.

Samuel agenda reunião entre Codivar e secretário para discutir presídio

O deputado Samuel Moreira, líder do PSDB na Assembléia Legislativa, agendou reunião dos prefeitos do Codivar com o secretário de Estado dos assuntos Penitenciários, dia 19 de fevereiro, para discutir a construção de uma penitenciária em Registro. Segundo consta, em agosto do ano passado o ex-prefeito indicou área à Secretaria para construção da unidade.

“Vamos conversar com o secretário, ver a origem desse pedido. Isso correu por baixo do pano”, afirmou. Segundo Samuel, o governo do Estado tem planos de construir 43 presídios no estado. “Vamos fazer essa discussão de forma organizada e transparente, evitando que sejam instalados presídios em municípios que não os querem”, completou.

O morador registrense Clayton Ramos assim traduz um sentimento muito comum percebido em meio à população de Registro, ao afirmar que  “No meu entendimento, não é algo que venha a trazer melhoria à cidade, principalmente para quem residir próximo ao local do futuro presídio. Torna o dia-a-dia mais inseguro. O que precisamos é boa qualidade de vida na cidade e não construção de presidio.”

Fonte Site Diario de Iguape

Debate Você é a Favor ou Contra Zona Azul

Postado por Camilo Aparecido | Postado em Debate em Foco | Postado dia 07-07-2008

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Debate Você é a Favor ou Contra Zona Azul de sua opinião:

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Debate :Você é a Favor ou Contra pedágio na Br-116

Postado por Camilo Aparecido | Postado em Debate em Foco | Postado dia 03-07-2008

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Você é a Favor ou Contra o Pedágio na Br-116 Rodovia Regis

Bittencourt , de sua opinião:

Na minha opinião eu sou a favor porque vai melhorar em muito a qualidade da pista do asfalto, vai ter socorro, entre outras melhorias e é melhor pagar uma taxa  e seguir viagem tranquilo doque viajar numa rodovia cheia de buracos,correndo perigo de vida ,muitas vezes você perde um peneu outras a suspençaõ do carro e outras a própria vida ,por isso sou a favor dos pedágios .

 

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Campanha contra as Barragens no Rio Ribeira

Postado por Camilo Aparecido | Postado em Debate em Foco | Postado dia 25-06-2008

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Não às barragens no Ribeira de Iguape

Localizado entre o sul do estado de São Paulo e norte do Paraná, declarado Patrimônio Natural da Humanidade em 1999, o Vale do Ribeira contém mais de 2,1 milhões de hectares de florestas - 21% dos remanescentes de Mata Atlântica de todo o País -, 150 mil hectares de restingas e 17 mil de manguezais. Toda essa riqueza ambiental subsiste porque nessa região ainda vivem diversas comunidades tradicionais (remanescentes de quilombos, caiçaras, índios e pequenos produtores rurais) e foram criadas várias Unidades de Conservação.

Uma das maiores ameaças a esse riquíssimo patrimônio socioambiental é o projeto de construção de barragens ao longo do rio Ribeira de Iguape. Estudo de inventário hidrelétrico aprovado pelo governo federal na primeira metade da década de noventa prevê a construção de quatro barragens (nomeadas Tijuco Alto, Funil, Itaoca e Batatal), com o objetivo de geração de energia e, supostamente, de contenção de cheias. No entanto, essas quatro barragens, se construídas, inundarão permanentemente uma área de aproximadamente 11 mil hectares, incluindo cavernas, Unidades de Conservação, cidades, terras de quilombos e de pequenos agricultores, além de alterar significativamente o regime hídrico do rio, o que traria prejuízos difíceis de mensurar.
As barragens estão projetadas para o Médio e Alto Ribeira, regiões com maior presença da agricultura familiar e comunidades quilombolas. Há, portanto, uma clara ameaça aos grupos menos favorecidos historicamente. As barragens ameaçam também as comunidades que dependem da pesca e do extrativismo marinho no Complexo Estuarino Lagunar de Cananéia-Iguape-Paranaguá, pois vários estudos já apresentados apontam para possíveis alterações na produtividade pesqueira dessa região com a construção das barragens.
Dentre todas as barragens projetadas, a que está em processo mais avançado de aprovação é a de Tijuco Alto. Planejada para o alto curso do Ribeira de Iguape, entre as cidades de Ribeira (SP) e Adrianópolis (PR), pretende gerar 150 MW de energia, a qual seria utilizada exclusivamente pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), empresa do Grupo Votorantim, que detém um complexo metalúrgico localizado a centenas de quilômetros da região, no município de Alumínio (SP), antigo município de Mairinque. A CBA, grande consumidora de energia elétrica, vem construindo hidrelétricas em diversos pontos do país para ampliar suas atividades e aumentar suas exportações, o que traz benefícios duvidosos ao país, na medida em que impacta a vida de muita gente para poder aumentar seus lucros.
Apesar de ainda não estar aprovada pelos órgãos competentes, o projeto de implantação da usina de Tijuco Alto já vem produzindo efeitos negativos na região há bastante tempo. Centenas de pequenos agricultores que viviam no local onde seria implantada a barragem venderam suas terras à CBA ao acreditar que o território seria inundado. Muitas famílias que viviam nestas terras, mas não eram proprietárias, foram expulsas de suas casas sem nenhum tipo de indenização, aumentando o êxodo rural na região e gerando um grande passivo social para a empresa.

Em função de todos esses impactos, formou-se na região o Movimento dos Ameçados por Barragens (MOAB), composto principalmente pelas comunidades quilombolas que seriam afetadas. A essa luta se juntaram outras tantas organizações sociais que atuam na região e que se opõem a esse modelo de desenvolvimento socialmente excludente e ambientalmente insustentável. Assim, a igreja católica, sindicatos de trabalhadores rurais e organizações não-governamentais se associaram ao MOAB para se opor à construção das barragens.

A campanha contra as hidrelétricas
A presente página eletrônica faz parte da campanha contra a construção de usinas hidrelétricas no rio Ribeira de Iguape. A campanha está sendo levada adiante por um grupo de pessoas e organizações, sediadas tanto no estado de São Paulo como no do Paraná, que não querem ver o rico patrimônio socioambiental da região destruído com a construção das barragens.

Nessa página pretendemos trazer informações à sociedade referentes aos impactos socioambientais que seriam causados pelas barragens, contextualizando-os com dados do Vale do Ribeira e com um histórico do processo de licenciamento ambiental desses projetos, principalmente da UHE Tijuco Alto, o mais avançado entre os quatro projetos previstos.

Com informação e conhecimento, a população pode participar, opinar e dizer se quer ou não a usina. A campanha visa fornecer elementos para que tanto a população local, diretamente atingida pelos projetos, quanto os cidadãos em geral, preocupados com o futuro de uma região tão rica em sociobiodiversidade, possam tomar uma posição com relação ao projeto.

Porém, mais do que ser uma fonte de informações, a campanha tem como objetivo lançar um alerta contra o projeto, mostrando todas as consequências negativas que a instalação de usinas hidrelétricas na região poderia trazer para o Vale do Ribeira e para o país.
Nesse especial reunimos informações recolhidas ao longo dos dez últimos anos e as que estão contidas no novo Relatório de Impacto Ambiental (Rima) da UHE Tijuco Alto, entregue pela CBA no final de outubro de 2005 ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Só assim a população poderá exercer, de fato, sua cidadania, o que é essencial para a consolidação da democracia.

O que queremos
As pessoas e organizações que estão à frente dessa campanha têm um longo histórico de trabalho no Vale do Ribeira, e se opõem a um modelo de desenvolvimento que privilegie a concentração de terras e a instalação de grandes empreendimentos, em detrimento da sobrevivência e bem-estar das populações tradicionais e da possibilidade de se trilhar o rumo da sustentabilidade socioambiental.
Há mais de uma década diversas oportunidades de uso sustentável dos recursos naturais vêm surgindo e sendo implementadas na região. Algumas ainda estão em fase inicial, outras já ganham escala e se mostraram plenamente viáveis. Estas oportunidades têm em comum a aposta na possibilidade de melhorar os índices de qualidade de vida na região, mediante uma melhor oferta de serviços públicos, no uso sustentável dos recursos naturais, na permanência das populações tradicionais em suas terras e na remuneração pelos serviços ambientais que elas prestam. As organizações que encabeçam essa campanha acreditam nesse modelo de desenvolvimento, e por ele vêm trabalhando.
Se você também acredita que o Vale do Ribeira merece uma chance de poder se desenvolver com base nestes valores e princípios, e quer receber as última novidades desta campanha, escreva para ribeirasembarragens@socioambiental.org

Fonte Site  socioambiental.org

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