Curiosidades do Vale do Ribeira e Suas Cidades

Este blog tem por finalidade mostrar as belezas naturais do Vale do Ribeira ,suas Histórias,curiosidades,lendas ,culinaria e suas Cidades : Registro-sp , Sete Barras , Eldorado ,Jacupiranga , Cajati, Pariquera-açu, Iporanga, Ribeira, Iguape etc….

21.11.09

SOLICITAÇÃO DOS VERANISTAS DO BALNEÁRIO MARILENA:

INSTALAÇÃO DE LUMINÁRIAS NA RUA ALVORA
Faz 3 anos que temos a “Solicitação de Iluminaria Aprovada”, na Rua Alvorada, no Balneário Marilena, conforme informação do Sr. Joel, mas até o momento não fomos atendido.
 
COLOCAÇÃO DE CASCALHOS, PEDRAS E LIMPEZA DAS VALAS - BALNEÁRIO MARILENA.
Estou pedindo, por favor, a COLOCAÇÃO DE CASCALHOS, PEDRAS, AREA E LIMPEZA DAS VALAS, na Rua Alvorada, no Balneário Marilena, em virtude das péssimas circulação de Veículos, Pedestres e principalmente as Crianças.
 
Está solicitação está sendo feita desde Outubro de 2008 e na época a Cidade estava no período de ELEIÇÕES, Conversei com o Joel e a Lílian do Dpto. De Obras, mas até o momento não obtivermos retorno.
 
Estes pedidos são pertinente, em virtude, de sairmos da Cidade de São Paulo, dirigirmos 260 Km pela Régis Bittencourt e ao chegarmos para descansamos e aproveitarmos esse Paraíso que é a  ILHA COMPRIDA, mas infelizmente temos que nos preocuparmos e desviarmos de buracos, valas, ruas escuras sem iluminação e etc.
 
Reconheço que a Cidade melhorou muito, foram feitas diversas benfeitorias nos últimos anos, mas estou reivindicando pequenos serviços que geram bem estar e conforto aos VERANISTAS. 
 
Aguardo um retorno! POR FAVOR, NÃO DEIXE NO ESQUECIMENTO!
 
Muito Obrigado,

Fonte: 
 
CARLOS ALVES
Economista
Balneário Marilena
Fone: (11) 9295-5981
E-mail: calvesdossantos@terra.com.br

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5.11.09

Leitora da Austria manda recado para Prefeita de Registro-SP

Recebi este email da Dona Cibele brasileira da cidade de Registro-SP que mora atualmente na Austria ,ela me pediu para mandar o seguinte recado a prefeita Sandra Kennedy de Registro-SP:

 

Gostaria de saber se é  posível Mandar um recado par nosso Prefeita de Registro. Assunto mais Parque de diverções para as criancas . e Lá na praca Beira rio perto do Rio lá poderia muito bem fazer um pequeno lazer para as criancas brincarem .

Fui passar ferias ai e nao encontrei nada onde eu puldesse levar minha filha para brincar  exemplo: cangorra escoregador  ,talves fazer um espaco fechado na praça  para criancas pequenas  com areia branca e atividades para elas bricaquerem . e muito mais eu teria um plano tao simples e legal e divertido para as criancas, o projeto vem daqui da Austria.  Estou indo para Registro em dezembro. muito obrigado pelo Recado.


 Um da Abraco Cibele & sua Filha Nayeli
(Austria)

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12.10.09

UM POUCO DA HISTÓRIA DE APIAÍ, RIBEIRA, ITAÓCA E OUTRAS CIDADES DO SUDOESTE PAULISTA E REGIÕES

 

APIAHY – ( APIAÍ ) – Em linguagem indígena significa rio dos meninos. 
 

APIAHY– ( APIAÍ ) – Rio afluente da margem direita do Paranapanema. Nasce das cordilheiras fronteiras ao mar, junto à nascente do Iguape, rega a vila a que dá o nome e deságua no Paranapanema.

 

APIAHY-  ( APIAÍ ) – Santo Antonio de. Povoação situada OSO. da capital, à margem direita do ribeirão Palmital e na esquerda do ribeirão Água grande.

Sobre a sua fundação eis o que podemos obter.

          Foi o seu primeiro fundador Francisco Xavier da Rocha, que havia sido capitão-mor num dos Arrais de Minas Gerais, de onde veio, segundo  consta com 150 escravos, entrando pelo lado de Paranapanema.

          O primeiro sítio onde fez residência foi no lugar chamado Capoeiras, distante duas léguas da povoação; daí  alongou-se para os lados onde foi edificada a primeira povoação que  chamou-se  Santo Antonio das Minas.

         Em 1735, segundo o primeiro assentamento de batismo da Matriz, já a povoação se denominava Freguesia de Santo Antonio das Minas. A edificação da matriz é tradição que fora pelo dito Xavier e outros, mas que, por desinteligências que tiveram, desgostou-se Xavier e veio estabelecer-se com a sua família e escravos no lugar chamado Rocinha, onde começou um novo arraial, que é hoje a vila de Apiaí.

          Neste lugar permaneceu ele por muito tempo minerando no ribeirão Palmital, que nasce nas fraldas do morro do ouro, para onde afluíram os moradores da então vila, atraídos pela riqueza das minas, e onde formaram outra vila com igreja matriz.

           Esgotado, porém, o ouro que se podia facilmente tirar, começaram os mineiros a fazer grandes escavações e revolvimento de terras, com o que foram demolindo casas e edifícios, de modo que o povo voltou a estabelecer-se outra vez na Rocinha. 

          Pode-se afirmar que no espaço de duas léguas, para qualquer dos lados da povoação, não existe lugar algum que não tivesse sido escavado e revolvido pelos mineiros, os quais, desde que cessou a abundância de ouro, se foram mudando.

          Daí data a decadência da povoação, que até  agora não tem matriz. Esta vila possui quatro capelas: a do Rosário que serve de matriz; as da Boa Morte e São Benedito, a do Senhor Bom da Coluna, no lugar chamado Capoeiras, à duas léguas ou 11,1 quilômetros de distância da vila, e finalmente a do Senhor Bom Jesus da Cana Verde, cinco léguas ou 27,7 quilômetros distante da povoação, à margem esquerda do rio Ribeira. Foi elevado à vila por ordem do capitão-general D. Luis Antonio de Souza, a 23 de março  1771.

          Dista da capital, que fica a Sudoeste, 56 léguas, ou 311.6 quilômetros, e divide com o município de Itapeva da Faxina, da qual dista 11 léguas ou 61,1 quilômetros, com o Paranapanema 21 léguas ou 16,6 quilômetros, com a freguesia de Iporanga 6 léguas ou 33,3 quilômetros, e com o limite da província do Paraná, pelo lugar chamado Pedra Preta, de que dista 12 léguas ou 66,6 quilômetros; mas acerca das divisas com esta  província  já tem dado questões entre os moradores e as autoridades, dizendo-se também que a colônia de Assungui, administrada pela província do Paraná, acha-se estabelecida em território pertencente ao município de Apiaí.

          Esta povoação tem cadeia e casa de câmara em um só  e mau edifício; a sua população é de 5.366 almas, sendo 479 escravos.

          Eleitores em 1876: 13.

          A lavoura do município consiste em cana de açúcar, aguardente, mate e cereais.

          Acha-se a 24º  13’  30” de latitude austral e na long. de 328º e 59’ da Ilha do Ferro. 

          Tem duas cadeiras públicas de instrução primária para ambos os sexos, uma agência de coletoria de rendas gerais e provinciais, pertencente à Itapeva da Faxina, e uma agência de correio.

          As rendas municipais arrecadadas no ano financeiro de 1869 a 1870 elevam-se à quantia de 601$974.                                

 

         Bom Jesus da Cana Verde hoje se chama  Ribeira,  faz limite  e divide o Estado de São Paulo através do Rio Ribeira, ao sudoeste Paulista, com o município de Adrianópolis – PR.     
 

Fonte  de  pesquisa:

APONTAMENTOS

Históricos,  Geográficos,  Biográficos,  Estatísticos   e   Noticiosos   da   Província  de  São  Paulo.

seguidos da cronologia dos acontecimentos mais  notáveis desde a fundação da Capitania de São Vicente até o ano de 1876 – Coligidos por  Manoel  Eufrásio de  Azevedo  Marques.

Livraria Martins Editora S.A.

Arquivo:

email: genmarrosa@yahoo.com.br

Fonte : Genézio Rosa

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11.10.09

A História do Distrito do Saltinho na Cidade de Ribeira-SP

DISTRITO DO SALTINHO

História:

O Distrito do Saltinho é um pequeno vilarejo incrustado entre serras e vales com muita água e mata ainda nativa da Cidade de Ribeira-SP, que se elevou a categoria de Distrito sob a Lei municipal 261/2000 de 15 de Dezembro de 2000, tem aproximadamente 180 anos, pois já habitava por aqui a família do Senhor Rumardo de Oliveira Rosa, (Nhô Rumardo) nome Cristão  que eram dados pelos seus amos, que igual os moradores do quilombo do Cangume da cidade de Itaóca, eram negros escravos refugiados oriundos das turmas de escravos mineradores de ouro da Cidade de Apiaí-SP, que logo após os anos de 1888 quando a Lei Áurea foi decretada se estabeleceram livres e definitivamente e constituíram famílias nessa localidade dando início ao que existe hoje.

Lembramos que o Distrito do Saltinho já foi ponto de estratégia militar, devido à região ser montanhosa e possuir condições ideais para abrigar, alojar e alimentar as tropas por um longo tempo sem buscar suplementos, alimentos, armas e munições, ainda existe muitos restos arqueológicos (trincheiras, armas, munições, artefatos e utensílios) que eram usados pelas tropas, foi durante a Revolução de 1930, 31 e 32 que as Tropas do Exército Brasileiro e Força Pública de São Paulo então considerada Legalistas ou Legião de Idealistas, porque defendiam a Unidade Nacional e a Constituição Nacional, combateram contra as Tropas do Sul, que queriam tornar ou formar um novo país, lembrando que as divisas dos Estados de São Paulo e Paraná era na Cidade de Tunas então Pedra Preta e recuada a divisa do Estado do Paraná até o Rio Ribeira e também por motivo que na época só existiam as duas rodovias a de Itararé x Itapeva x Capão Bonito chamada Faxina e a estrada Curitiba x São Paulo que passava por Ribeira ( hoje BR 476 e SP-250)  que ligavam o Sul e os demais países (Uruguai, Paraguai, Argentina e Chile) ao resto do pais e só após 1961 é que foi inaugurada a Rodovia BR116 (Regis Bitencourt).   
 
 
 
 
 

Origem:

O Distrito do Saltinho como todas as demais cidades que se tornaram metrópoles, nasceram com um desbravador e com uma peculiaridade local que deram nome ao local, sabe-se que então o Senhor Rumardo (Nhô Rumardo) quando aqui chegou, teve que enfrentar  onças, canguçus que urravam a noite em volta de sua choupana, cobras venenosas como urutus, jaracuçus, jararacas e cascavéis e sobreviver de pequenas roças de feijão, milho, cana, abóbora, mandioca, criação de galinhas e porcos, caça, pesca e extrativismo de frutas, palmito etc., e para ir a tal roça, tinha que atravessar um córrego que tinha uma pequena cachoeira ou um pequeno salto d’água, na época era muito caudaloso e tinha muitos peixes de várias espécies, pois não havia desmatamento, daí o nome Saltinho, no córrego do mesmo nome.         
 

Localidade:

O Distrito do Saltinho está localizado ao sudoeste Paulista a 19 km do centro da Cidade de Ribeira-SP, ou seja, na entrada da altura do Km 345 da Rodovia SP 250, destino Rodovia Vicinal Dr Mário Covas Ribeira x Itaóca, Alt. Km 10, faz limites entre os municípios através do Rio Ribeira, com a Cidade de Adrianópolis-PR, Itaóca-SP e o bairro do Mato Dentro, fica à 356 Km da Capital Paulista, 145 Km de Curitiba-PR e possui  duas ruas sendo elas rua Oliveira Rosa e rua Luiz Miguel de França ambas pavimentadas e calçadas.  
 

População:

Aproximadamente 110 famílias fixas e que aumentam e diminuem de acordo com as safras agrícolas de produção de tomates, pepinos, vagens, etc., mas já possuiu o dobro de moradores nas décadas de 60 a 80, com o êxodo devido à crise econômica e o fechamento da mineradora Plumbum e também aliado ao fato da falta de infra-instrutora na época fizeram que diminuíssem a população que hoje permanecem.         
 

Serviços públicos sob a Adm. da Pref. Ribeira-SP:

- Possuem um Posto de atendimento médico e odontológico e serviços de enfermagem de primeiros socorros,

- Agente de saúde,

- Telefones públicos e residenciais,

- Iluminação pública,

- Uma Escola pública de ensino fundamental de 1ª a 4ª série, Jardim e pré-primário,

- Previsão para breve: um Posto de atendimento do Correio,

- Uma Quadra poliesportiva e um campo de futebol,

- Saneamento básico: Água tratada e distribuída pela Sabesp,

- Coleta de lixo,

- Serviços de ambulância,

- Transporte escolar,

- Transporte coletivo: 1 x por semana (ônibus cedido pela Pref.) gratuitamente.  
 

Atividades religiosas:

- Possuem quatro templos religiosos e uma casa de oração, sendo elas:

- uma Capela de São Sebastião (padroeiro local) pertencente à Paróquia de Bom Jesus de Ribeira (Pároco João Batista Firmino) da Diocese de Itapeva-SP (Bispo Dom José);

- um templo da Igreja evangélica Assembléia de Deus;

- um templo da Igreja evangélica a Vinda de Cristo;

- um templo da Igreja evangélica a Palavra de Deus

- e uma casa de Oração da Igreja evangélica Congregação Cristã no Brasil. 
 

Atividades econômicas:

O solo geográfico do Distrito do Saltinho é rico em minerais, pois é constituído de chumbo, prata e até ouro, mas isso não são bens extraídos do solo por motivos ambientais, porém o forte da economia local é a Agropecuária com a produção de carne, leite e derivados, produção agrícola (feijão, milho, mandioca, banana, café, cana, abacaxi, laranja, mexerica, tomate, pepino, abobrinha, vagem, etc.), três Comércios, professores, costureiras, cabeleira, barbeiro ,pedreiros e aposentados.  
 

Artesãos:

Senhora Ermíria (cerâmica primitiva: panelas, esculturas e utensílios de barro), senhora Maria Helena (trançados de taboa), senhora Zélia (trançados em taboa, cerâmica, tricô e bordado) senhora Marta de Oliveira artesanato: bordados, crochês, pintura, cerâmicas e teares) e o senhor Donato (trançados de couros: arreios, cangalhas cintos e de taquaras: peneiras, cestos jacás e também agricultor). 
 

Culinária:

Senhora Terezinha (culinária: paçoca de amendoim e paçoca com carne de porco, café torrado) senhora Emília (culinária doce de laranja em caldas) senhora Maria José (culinária: queijos) senhora Conceição (culinária: queijos) senhora Eloí (culinária: queijo), senhora Marta de Oliveira (culinária: doces, bolos, salgados, iogurtes, doce de banana, doces de   frutas em caldas, geléias de frutas, conservas de pimenta, geléia de pimenta.  
 

Culinária local:

Paçoca de amendoim, paçoca de carne, café adoçado com açúcar mascavo, garapa com limão, garapa com abacaxi, doce de casca de laranja em calda, apressada, pastel de farinha de milho, pixeque de ovo com queijo, guisado de galinha, sopa de cascudo, sopa de farinha de milho com alho e ovo, quirera com carne, arroz com frango, mingau de milho verde com carne, lingüiça de carne de porco, doce de banana, doce de mamão, doce de leite, pão de leite com mandioca, bolo de gengibre, pêssego em calda, licores e geléia de jabuticaba, iogurte com frutas e mel, geléia de goiaba, geléia de pimenta.  
 

Curiosidade:

As pessoas mais idosas do Distrito são:

As senhoras Cândida Silvina da Silva, nascida em 03 outubro de 1919.

E a senhora Dair Rosa de Camargo nascida em 02 de fevereiro de 1920.  
 

Times de futebol:

Saltinho FC três vezes campeão regional.

Fonte : Genézio Rosa

Obs: Em nome do  Blog Curiosidades do Vale do Ribeira e suas cidades gostaria de agradecer o senhor Genézio pela sua contribuição com a cultura do nosso querido Vale do Ribeira.

14.9.09

Suspenso processo de construção de presidios em São Paulo

O governo do estado de São Paulo recua na politica de construção dos presídios no estado. Pelo menos da forma como vinha sendo feito.

O fato é que em 4 de setembro o Secretário de Administração Penitenciária revogou o procedimento de pré-qualificação das áreas para serem construídos os presídios no estado de São Paulo.

É um fato novo e importante na nossa luta contra a construção de um presídio no Vale do Ribeira, mais precisamente em Registro, como queria o governador Serra.

A população do estado de São Paulo, através dos prefeitos, vereadores, deputados, e da população organizada vem presionando o governador para rever o Programa de Expansão de Unidades Prisionais proposto e a forma de implantá-lo.

Há unanimidade em apontar que os critérios usados para a escolha das cidades para abrigar as unidades prisionais ignoraram o principio basico da democracia e da importancia do diálogo com a comunidade local. Ao contrário, na maioria dos casos a decisão de instalar novos presídios foi baixada por decretos do governador, sem consultar os munícipes e seus representantes. Não levou em conta as características históricas da região, as políticas municipais de uso do solo e do meio ambiente, e as necessidades e ampliação de serviços publicos para abrigar esta nova população.

De um modo geral, a presença de prisões nos municípios, segundo os prefeitos de cidades que já as têm, teve as seguintes consequências: superlotação dos presídios; aumento da população flutuante com a vinda das famílias dos presos; falta de infraestrutura urbana para atender essa nova demanda populacional; aumento da criminalidade; saturação da infraestrutura de serviços de segurança pública e de saúde.
 
No Vale do Ribeira, nos organizamos, fizemos abaixo assinados, audiência pública em Registro,  audiência com os secretários de Administração Penitenciária e da Casa Civil onde contamos com a presença de quase todos os prefeitos do Vale do Ribeira, e muitas lideranças de nossa comunidade. Fomos ignorados nos nossos argumentos, é verdade, mas levantamos nossa voz. Queriam nos converser com a tese da importancia da regionalização do sistema prisional, mas na verdade, dentre os moradores da região, temos uma demanda para presídio, de pouco mais de 300 vagas e o governo Serra queria construir presídio em Registro para 756 vagas !!!
O nosso Consórcio de Municipios, o CODIVAR, teve um papel muito importante, foi através dele que participamos de audiencia Pública da Assembléia Legislativa, Casa Civil e Secretaria de Assuntos Penitenciários.

Como prefeita participei de audiência com o Procurador Geral de Justiça, Dr. Fernando Grella Vieira, solicitada pelos deputados estaduais Ana Perugini, Simão Pedro, Hamilton Pereira, Maria Lucia Prandi, Vanderlei Siraque entre outros, onde denunciamos a serie de irregularidades e autoritarismo do processo. O Ministério Público teve papel decisivo neste recuo do governo Serra.

Mas certamente a manifestação popular, caminhadas, abaixo assinados, atos públicos deram o tom decisivo para esta vitória.

Portanto, parabéns a população do Vale do Ribeira e a população do estado de São Paulo que conseguiu, com luta e determinação, enfim, ser ouvida pelo governo do estado.
um abraço fraterno
 
Sandra Kennedy
Prefeita de Registro

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23.7.09

Deliciosa feijoada no Portal das Tocas em Registro-SP

Sábado, dia 25, vai acontecer na chácara Portal das Tocas a “Feijoada VIP”, uma tarde deliciosa com o melhor da música popular brasileira ao som da Caraguatá.

Parte da venda dos convites será destinada à CRIFF!!!

Convite Individual : R$ 30,00

Faça a sua reserva na Freedom (3822-4848), na Múltipla (3822-3088) ou pelo meu celular (9744-0413).

O Hangar 116 apoia essa idéia!!!!   Uma boa semana!!!

Fonte Hangar 116

criado por camiloaparecido    18:09 — Arquivado em: Espaço do Leitor, Noticias do Vale — Tags:

9.7.09

Cidade de Ribeira-SP – A “Capital da Amizade”

 

Ribeira – A “Capital da Amizade”
 
Localização: Ribeira é um município localizado no sul do estado de São Paulo, na divisa com o estado do Paraná.
 
Povoamento: O povoamento do território banhado pelo rio Ribeira, iniciou-se com a chegada do índio catequizado Vitorino, vindo de Apiaí, por volta de 1800.
Outras famílias foram atraídas pelas histórias contadas por ele em suas viagens à cidade de origem, atraídas também pelas notícias das riquezas minerais existentes, o que levou outros colonizadores ao vale da Cana-Verde, local conhecido por causa das plantações de cana-de-açúcar. 

 

História política: Ribeira ganhou este nome pela Lei Provincial nº. 35, de 06 de abril de 1872, em razão de sua localização, no Vale do Ribeira. Antes, chamou-se ainda Bom Jesus da Cana Verde, devido à lavoura da região. Foi elevado à categoria de município pela Lei Estadual n nº 212, de 20 de outubro de 1910.
Pelo Decreto-lei nº 6448, de 21 de maio de 1934, o Município de Ribeira é reduzido à condição de Distrito e incorporado ao Município de Apiaí. Foi elevado novamente à categoria de município com a denominação de Ribeira, pela Lei Estadual nº 2503, de 03 de janeiro de 1936.
 
Festas populares: Ale-Rua (sábado de Aleluia); carnaval; Festa do Divino (junho); Corpus Christi (junho); Festa de São João no Bairro Catas Altas (23/06) e São Pedro no Bairro Saltinho (29/06); Festa do Bom Jesus na primeira semana de agosto e as comemorações do aniversário da cidade em 20 de outubro com tradicional desfile escolar e bailes popular e de gala, além de provas esportivas e outras atrações. 
 
Economia: A economia do município está baseada na produção agrícola de lavouras permanentes e temporárias de banana, laranja, arroz, cana-de-açúcar, feijão, mandioca e milho, além da pecuária bovina, suína e avicultura. Há também forte atividade artesanal. 

 

Atrativos turísticos: O município oferece passeios em trilha ecológica, passeios de barco a motor e a remo no rio Ribeira, trilha a cavalo ou bicicleta em matas e fazendas, banhos em cachoeiras e piscinas naturais formadas pelos riachos, pesca e esportes aquáticos. O município conta com uma abundante rede hidrográfica o que oferece aos habitantes e visitantes balneários de extrema beleza em diversos pontos do rio Ribeira, ribeirão Tijuco e rio Catas Altas e outros rios que cortam o município, inúmeras cavernas e grutas, muitas ainda inexploradas, além de montanhas cobertas de matas exuberantes e um clima muito agradável.  
 
População: De acordo com o censo de 2007, o município contava com 3.444 habitantes sendo menos de 30% de população urbana. A área total do município de Ribeira é de 335 km2.
A população ribeirense, hospitaleira e festeira, está sempre de braços abertos para receber seus visitantes, o que levou a cidade a ser chamada, carinhosamente, em toda região como Capital da Amizade. 
 
Texto adaptado: Nagib Akim.
Fontes: www.wikipedia.org.br e www.ibge.gov.br

Fonte Nagib Akin

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11.6.09

BRASIL: Cultura da indisciplina

BRASIL:  Cultura da indisciplina.
 
A ausência de planejamento das ações públicas no Brasil é, sem dúvidas, uma das grandes e talvez a mais desafiadora causa a ser enfrentada no balizamento para o alcance de soluções que, no Brasil,   parece não ter fim.  É só passarmos os olhos pela peculiar situação do sistema penitenciário brasileiro que, desde sempre, se apresenta caótica, conturbada, desorganizada entre outras centenas de adjetivos impróprios, para atestarmos tal tese. Na qualidade de arquiteto, poderia estar aqui defendendo e apresentando alguns estudos e projetos milagrosos oriundos de uma boa “arquitetura”, capaz de proporcionar a segurança, os bons tratos,  recuperação,  retratação e outros tantos pontos entendidos como “positivos”  capazes de obedecer direitos “humanos”  trazidos por concepções inteligentes e com bom amparo tecnológico. Ora, se isso bastasse as soluções estariam facilitadas e próximas, bastariam algumas licitações e pronto! Mas não sejamos redundantes nem tampouco hipócritas, nosso problema se torna maior a cada dia que ignoramos, talvez até por pura incompetência, desinteresse, ou preguiça mesmo!  Nos dias atuais, chega a ser mesmo difícil mensurar o “global” da sociedade… Acabamos olhando somente para o que nos interessa, descartamos bolas que poderiam fazer bons pontos.

Uma completa  padronização no sistema penitenciário brasileiro é tão, senão MAIS urgente quanto a prorrogação do IPI dos automoveis. Não é possível que nossos dirigentes sejam tão insensíveis a ponto de ignorar o tamanho deste problema,  que representa um grande perigo pelo volume e proporções que tomou.

Não bastaram as rebeliões, mortes, insegurança que ao longo dos últimos anos marcaram a criação deste “mundo paralelo”, que alias, o sistema atual continua alimentando. É uma irresponsabilidade, a completa indisciplina e desorganização que tais estabelecimentos “corretivos” apresentam.  Um dia já foi uma “bomba” , hoje é muito pior.

Então temos que dar um BASTA a tudo isso! Já que nossos deputados e senadores são apreciadores do “gosto” de tal atitude, irresponsável é bom que se diga. Importante que algo seja feito pela sociedade aqui e agora!

O Governo é incapaz e se mostra incompetente neste tocante, não se mostra interessado nem responsável, então que terceirize esta função, consorciando estabelecimentos e apenas fiscalizando tais ações, tal como muitos países o fazem.

Pois, a exceção de uma nova “licitação” capaz de despertar vivos interesses políticos daqueles que se alimentam dessa “nobre causa”, o trabalho na busca de soluções, que proporcionem alinhamento na PADRONIZAÇÃO, DISCIPLINA, RECUPERAÇÃO REAL, RECONDUÇÃO SOCIAL, CORREÇÃO ADEQUADA através de ações padronizadas,  segundo preceitos verdadeiramente voltados ao respeito à vida,  são torpes.   
Definitivamente, não precisamos de prédios suntuosos, cheio de conceitos tecnológicos de alto custo operacional e condominial patrocinados por nós, cidadãos comuns! Precisamos sim de ações de MODIFIQUEM este caos que alimentam o caos, que mutilam cada vez mais a sociedade com a transformação de seres humanos em animais da pior estirpe.

Precisamos de DISCIPLINA,  a começar já. Pois, os RISCOS de segurança trazidos pela instalação de um Presídio em regiões habitadas, de grande circulação, precisam ser considerados, e evitados.

NÃO aos Presídios próximos  de estradas movimentadas!

NÃO à construção dePresídios em locais de histórico pacifico!

NÃO à construção de Presídios próximos a nossas cidades!

NÃO à construção de Presídios em regiões com vocações turísticas!

NÃO à construção de Presídios sem aprovação do Munícipio !

NÃO à PRESÍDIOS no Vale do Ribeira, região que possui uma herança histórica de desleixo e esquecimento por parte do Governo.  O Vale precisa de investimentos que promovam e melhorem a qualidade de vida de sua população, não de “riscos” sociais e de segurança promovidos pela inércia de um Presídio.

Isso não é nada saudável.

PRESÍDIO NÃO. 

Fonte : Gilmar Lima

Obs: recebi esta cronica por  email do  leitor senhor Gilmar Lima e estou publicando na integra.

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29.5.09

Video do Hino do Municipío de Ribeira

Recebi um email do senhor Nagib Akim

Meu amigo Camilo. Como vai? Estou escrevendo para comunicar que o autor (letra e música) do hino de Ribeira é Iranei Pinto de Oliveira.

Ele é meu amigo e segundo ele o hino foi composto nos anos 80. Iranei hoje é um militar aposentado e ainda toca seu teclado e seu violão em cultos evangélicos em Ribeira, Apiaé e Itapirapuã. Convido você, Camilo, para dar uma olhada nesse vídeo do hino, que fiz em homenagem à Ribeira e principalmente ao meu amigo Iranei. Assista que você vai gostar.

Obs: O Blog Curiosidades do Vale do Ribeira e suas Cidades " gostaria de agradecer a senhor Nagib Akim pela sua contribuição com a cultura do Vale do Rbeira.

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20.5.09

Fazendo Parte da História do Lamarca

Recebi este comentario da Professora Lediane de Cajati ,sobre uma parte da História do Lamarca e estou publicando na íntegra.

Fiquei muito feliz em saber um pouco mais sobre a vida de Lamarca. Sou professora da E.J.A na cidade de Cajati e através de um projeto: Resgate de origens, pude receber um relato de um aluna sober a captura do Lamarca e ela encontrava-se em meio a todo aquele acontecimento. Sua história foi merecedora de um prêmio e exposta em uma feira Cultural realizada pelo municipio. Estou enviando uma cópia da produção. abçs

Fazendo parte da história.

Em meados do mês de maio de 1970 os bairros da Vila Tatu e Capelinha, estavam cheias de soldados do exército brasileiro para capturar o guerrilheiro Lamarca e seus capangas.

Todos os moradores foram retirados de suas casas, que ficavam próximas dos esconderijos do Lamarca, e refugiados em casas vizinhas principalmente os moradores da Capelinha, sendo sempre protegidos pelos soldados.

Muitas bombas eram jogadas na mata e a cada instante víamos os soldados do exército pulando dos helicópteros com seus pára – quedas e fortemente armados parecendo uma guerra.

A cada momento os soldados abordavam as pessoas para serem revistados e saber de qual lado estavam se era do “bem” ou do” mal “ e nenhum carro podia transitar , somente os dos policiais.
Eu estava grávida da minha filha, hoje com 38 anos, devido a todo aquele cenário fiquei muito assustada e acabei adoecendo, e para que eu pudesse chegar até o hospital de Pariqüera-Açu fui e voltei escoltada pelo sargento do exército.

Esta batalha somente acabou quando o guerrilheiro e seus capangas foram capturados.
Até pouco tempo foram encontrados vestígios dessa “guerra” no bairro Capelinha, era uma bomba, fato este que virou notícia na televisão, voltando em minha memória todo aquele acontecimento que marcou a minha vida.
Pensei muito em sair dessa cidade, pois o medo ainda estava dentro de mim, mas diante de tanta beleza deste bairro que moro, Vila Tatu, fez com que eu permanecesse aqui até hoje.
Hoje com 55 anos fico triste em relatar e relembrar este fato, porém me alegro em saber que faço parte de um pedaço da história desse município com tantas belezas naturais.

História real relatada pela aluna Durvalina, 55 anos. _ Cajati -SP
E.M. Vereador José Rodrigues de Freitas.
E.J.A termo ll   profª Lediane

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15.5.09

SOLICITAÇÃO DOS VERANISTAS DO BALNEÁRIO MARILENA - Ilha Comprida

Recebi este email do senhor  CARLOS ALVES 

 

Olá, Tudo Bem?
 
Nós Veranistas do BALNEÁRIO MARILENA, estamos “DESEPERADO”.
Por várias vezes encaminhamos a nossa solicitação, abaixo relacionada, para a Prefeitura de Ilha Comprida, mas até o momento não obtivermos retorno.
 
No momento a situação é a seguinte:
1-As ruas do Balneário estão em PÉSSIMAS, condições de trafego, tanto de veículos como de pedestres, só tem lama, precisamos com “URGENCIA” de “CASCALHOS” nas ruas e “LIMPEZA DAS VALAS”.
POR FAVOR, NÓS AJUDEM!!!
 
 
SOLICITAÇÃO DOS VERANISTAS DO BALNEÁRIO MARILENA:
INSTALAÇÃO DE LUMINÁRIAS NA RUA ALVORA, 540.
Faz 3 anos que temos a “Solicitação de Iluminaria Aprovada”, na Rua Alvorada, 540, no Balneário Marilena, conforme informação do Sr. Joel, mas até o momento não fomos atendido.
 
COLOCAÇÃO DE CASCALHOS, PEDRAS E LIMPEZA DAS VALAS - BALNEÁRIO MARILENA.
Estou pedindo, por favor, a COLOCAÇÃO DE CASCALHOS, PEDRAS, AREA E LIMPEZA DAS VALAS, na altura do nº 540 da Rua Alvorada, no Balneário Marilena, em virtude das péssimas circulação de Veículos, Pedestres e principalmente as Crianças.
 
Está solicitação está sendo feita desde Outubro de 2008 e na época a Cidade estava no período de ELEIÇÕES, Conversei com o Joel e a Lílian do Dpto. De Obras, mas até o momento não obtivermos retorno.
 
Estes pedidos são pertinente, em virtude, de sairmos da Cidade de São Paulo, dirigirmos 260 Km pela Régis Bittencourt e ao chegarmos para descansamos e aproveitarmos esse Paraíso que é ILHA COMPRIDA, temos que nos preocuparmos com buracos, valas, ruas escuras sem iluminação e etc.
 
Reconheço que a Cidade melhorou muito, foram feitas diversas benfeitorias nos últimos anos, mas estou reivindicando pequenos serviços que geram bem estar e conforto aos VERANISTAS.
 
Aguardo um retorno! POR FAVOR, NÃO DEIXE NO ESQUECIMENTO!
 
Muito Obrigado,
 
CARLOS ALVES
Economista
Balneário Marilena
Fone: (11) 9295-5981
E-mail: calvesdossantos@terra.com.br

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7.4.09

“HISTÓRIAS DO FUTEBOL REGIONAL”

 

   “HISTÓRIAS DO FUTEBOL REGIONAL” 
                 
                                     Com o surgimento e desenvolvimento do “Football”,  nas cidades e vilas do médio e baixo Ribeira, o transporte fluvial era muito utilizado  para os eventos esportivos, principalmente naquelas  que não eram servidas pelas linhas de Trem. Formavam-se caravanas de futebolistas e, dependendo das distâncias, demoravam dias para chegarem e retornarem dos locais das disputas. Um pouco desse passado é relatado pela imprensa local nos jornais da época, retratando uma viagem de Iguape a Pedro de Toledo.  
                                               Em outubro  de 1927, em Alecrim (Hoje, Pedro de Toledo), o Brasil Futebol Clube (tido como campeão na linha Juquiá) presidido pelo Sr. João Saltini  e o Diretor Esportivo  Dionísio Bittencourt, convidara a Associação Atlética Iguapense para um jogo em que estava em disputa, taças oferecidas pelo Major Antonio Laborde com os dizeres: “Honra a Iguape e Honra ao Alecrim”.
 
                                               Pela manhã do dia 22 de outubro, deu-se o início da viagem da comitiva iguapense, que foi realizada no fluvial “Juquiá”, chegando ao Porto de Santo Antonio do Juquiá às 10:00 h. Embarcam no Trem e seguindo viagem, por onde passavam, havia grande concentração de pessoas nas estações de Juquiá, Prainha e Pedro Barros para assistir ao jogo.Chegando a Alecrim , foram recebidos pela diretoria do Clube local.
 
                                               A caravana da Associação Atlética Iguapense era composta por: Antonio Santiago (capitão), Onésio França, Sizenando Carvalho, Eduardo Young Filho, Raul Rios, Américo Amâncio, Lauro Gatto, Antonio Procópio, Dacio Carvalho, Paulo Ramos e Agostinho Camargo, tendo como diretor o Capitão Fioramante Giglio.e os Srs. João Bonifácio, F. Giglio Júnior, Júlio de Souza e João Maciel.
 
                                               A equipe do Alecrim era composta de jogadores  renomados que pertenceram a diversos clubes de São Paulo e interior, como: Leró (zagueiro do Caçapava), Nhonho (do Comercial de Ribeirão Preto), Moutinho Monteiro, antigo jogador do C.A. Paulistano da capital, Antonio Seabra, de S.Paulo, Macuco, Guido e Alberico de Itariri, sendo apenas três jogadores de Alecrim.
 
                                               O jogo foi realizado no dia 23 e terminou empatado em 1 x 1, com gols de: Moutinho de penalty para o Alecrim e Onésio para Associação Atlética Iguapense. Após o jogo realizou-se um baile no Salão do Sr. Albano Marietto. O retorno dos iguapenses ocorreu no dia 24 à tarde. Chegando a Santo Antonio do Juquiá, se hospedaram no Hotel M.Doi, onde foi servido um profuso copo de cerveja pelo Sr. Lupércio Ribeiro, conferente  da Estrada de Ferro.
 
                                               O regresso pelo rio se deu pelas 05:00 h. da manhã do dia 25. Chegando a Iguape, foram recebidos pela comunidade com  vivas, foguetório e banda de música.
                                               Demorava praticamente 04 dias para de deslocar de uma cidade a outra. Não se compara a realidade de hoje com a expansão das rodovias e o advento dos veículos automotores. Fica o exemplo de dedicação e amor ao esporte das multidões.
 
 
                                                                                  Miracatu, 18 de março de 2009.
 
Fonte: Jornal “O IGUAPE”, 30 de outubro de 1927 - ANO IV - NUM. 138 - (Acervo: Museu Municipal de Miracatu “Pedro Laragnoit”).
 
Pesquisa: Laerte de Camargo Araújo.
 
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5.4.09

A História do “JUQUIÁ BEISEBOL CLUBE”

A História do "JUQUIÁ BEISEBOL CLUBE"

O beisebol vinha tendo um grande dsenvolvimento pelo interior paulista.. Não fugindo à regra, em 1954, nipobrasileiros fundaram o "JUQUIÁ BEISEBOL CLUBE", entre os quais: Seiske Hanashiro, Itiro Kawashima, Guichi Maeda, Kamenosuke Tamada, Zenith Yamamoto e outros. Era filiado a Federação Paulista e disputava o campeonato da região litoral sudoeste. Em 1956, alcanço o 3º lugar na classificação. Participaram também da sua diretoria: Hideo Baba, Shitio Toma, Thobo Akamine, Shigueo Yamamoto, José Torikai e José Nakamura.
 
Nota: O Clube localiza-se na Rodovia Régis Bittencourt (entrada de Juquiá).
         O beisebol não é mais praticado.
         Participa de competições da Liga Nipobrasileira  Linha Santos-Juquiá no Atletismo e    Futebol

Fonte Laerte de Camargo Araujo

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25.3.09

Leitor do Blog ajuda resgatar uma parte da história

Recebi esta semana um email do leitor Laerte de Camargo Araújo ,sobre uma pesquisa que ele havia feito e resgatando uma parte da história aqui do Vale do Ribeira ,a partir de hoje estarei criando um espaço aos leitores que tem alguma coisa interesante sobre o Vale do Ribeira e queria postar aqui no blog .

Olá, Camilo. Na Monografia de Conclusão de Curso de Educação Física, pesquisei sobre o início do "Footboll" no Vale do Ribeira e Litoral Sul. Encontrei no jornal " O Iguape" de 30/11/1924, Num. 14, pertencente ao acervo do "Museu Pedro Laragnoit" em Miracatu, referências ao jogo realizado em 1924, entre o Mikado e Registro (beisebol). Passo-lhe algumas informações com o intuito de enriquecer o seu acervo. Ok. Um abraço.
 
Jogo realizado no Jardim da Aclimação, em comemoração a data de aniversário natalício de S.M., o Imperador do Japão. 31 de outubro, 1 e 2 de novembro.
Registro venceu nos 3 dias, respectivamente por 18 a 21, 21 a 11 e 13 a 10.

Equipe:

P   -   K.Sasahara
C   -   Karazaura
S.S. - M. Kikuchi
1B.   - T. Magario
2B.   - K. Ushikoshi
3B.   - Magario
RF.   - Asamuma
c.p.   - Matsumoto
h.p.   - Takeda
Reservas: Ushikoshi e Hioki
 
Pesquisa: Laerte de Camargo Araújo.

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