Parque Estadual Campina do Encantado-Pariquera-Açu

Postado por Camilo Aparecido | Postado em Parques Estaduais do Vale, Turismo | Postado dia 08-08-2008

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Parque Estadual Campina do Encantado se localiza na Cidade de Pariquera-açu no Vale do Ribeira  no Estado de São Paulo,O Núcleo de Visitação Campina do Encantado possibilitará o inicio da Visitação ao parque, com sala de audiovisual para cursos e outros eventos ambientais, alojamento para pesquisadores e técnicos.

Flora e Fauna completam a riqueza ambiental do Parque. As bromélias, espécie típica de vegetação de restinga, formam verdadeiros "tapetes" pelo interior da mata. As inundações periódicas e as áreas constantemente inundadas ajudaram a preservar a diversidade da fauna

No Parque Estadual Campina do Encantado foi implantado uma trilha de 10 quilômetros, que atravessa o parque de um extremo a outro, percorrendo os principais pontos. Ao adentrar pelas trilhas você vera sambaquis (depósitos de cascas de ostras e outros crustáceos feitos pelos antepassados dos índios da região, ha cerca de 12.000 anos).


As Turfeiras encontradas no Parque foram formadas por acúmulos de matéria orgânica em ambiente lagumar marinho (lagoas) e que produziu um grande depósito de gás metano. Através de um furo feito com uma vara, pode-se provocar a liberação e combustão desse gás com chamas de até 80 centímetros acima do solo. Nas proximidades desse depósito de matéria orgânica chamado de turfeira, o Parque guarda ainda um sítio arqueológico.Chamas de cor alaranjada, que saem da terra quando se perfura o solo com uma vareta e se acende um fósforo, incendeiam a imaginação popular. Campina do Encantado é o nome perfeito para uma região cercada de tanto mistério.

Atividade Principal:
Caminhadas, passeios de barco, e observação da fauna e flora

Contatos para visitação:
Rua Santo Saletti, 262 - Pariquera-Açu/SP CEP: 11930-000
Telefax: (13) 3856 1002

Fonte Site Portal Pariquera-açu

Parque Estadual Ilha do Cardoso

Postado por Camilo Aparecido | Postado em Parques Estaduais do Vale, Turismo | Postado dia 17-07-2008

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 Praia da Laje no Parque Estadual Ilha do Cardoso

O PARAÍSO ECOLÓGICO

A Ilha do Cardoso integra em seu território uma área de preservação - Parque Estadual Ilha do Cardoso -, criado no ano de 1962, localizado no extremo sul do Litoral de São Paulo, no município de Cananéia no Vale do Ribeira . O Parque Abrange uma área de 15.100 ha., onde são encontrados todos os tipos de vegetação da Mata Atlântica
costeira, que proporcionam uma variedade extraordinária de ambientes e uma alta diversidade biológica. As praias, os costões rochosos e as dunas podem ser vistos na face da ilha que recebe as águas do oceano, onde se encontram as praias do Itacuruçá, Ipanema, Cambriú, Fole Pequeno, Foles, Lage e Marujá.

Transformado em Parque Estadual em 1962, devido à sua grande variedade de plantas e animais, este é um dos poucos lugares em que a Mata Atlântica permanece intocada (90% do território). Além dos jacarés-de-papo-amarelo, os bons observadores têm a possibilidade de ver os botos cinza que, sem cerimônia, nadam pela Baía do Trapandé (entre Cananéia e a Ilha do Cardoso). Através das quatros trilhas principais que cortam a ilha é possível conhecer a diversidade natural desse pedacinho do paraíso.

As principais atividades na Ilha do Cardoso são as caminhadas e o mergulho:

Trilha 1
São 13 km de caminhada de fácil acesso. O passeio começa perto da Vila do Marujá e tem como destino a Cachoeira Ipanema, dentro da Mata Atlântica. Durante o percurso, é possível observar pequenas dunas (2 m).

Trilha 2
Os principais atrativos desta caminhada, que vai até o Poço das Antas, são as lontras, cágados e jacarés-de-papo-amarelo. O passeio tem um total de 8 km e seu ponto de partida é o Núcleo Perequê, onde está a sede do Parque.

Trilha 3
São duas horas de caminhada pelo mangue, observando a diversidade de fauna que se encontra nesse ecossistema. O passeio inicia-se próximo ao Núcleo do Perequê.

Trilha 4
Partindo das proximidades da Vila do Marujá, são apenas vinte minutos de caminhada. O passeio termina numa límpida piscina natural de 2,5 m de profundidade ideal para banho.

Ilha do Bom Abrigo
A uma hora de barco ou vinte minutos de lancha, é possível chegar a esta ilha, ideal para mergulhar. Lá pode-se observar uma grande variedade de peixes. No centro da ilha encontram-se ruínas de um antigo forno utilizado para o processamento do óleo de baleia.

Ilha da Figueira
Este é o melhor ponto de mergulho da região. É comum encontrar pessoas praticando a pesca submarina. A visibilidade da água alcança até 10 m de profundidade e é possível flagrar tartarugas e raias nadando por lá.

Atividades Noturnas
A principal atração à noite é a focagem noturna: um passeio de barco pelo estreito Rio Perequê para observar os jacarés-de-papo-amarelo. Também é comum encontrar fogueiras onde os moradores dão os seus depoimentos sobre a Ilha do Cardoso.

fonte Site webventure

Parque Estadual Carlos Botelho em Sete Barras-SP

Postado por Camilo Aparecido | Postado em Parques Estaduais do Vale | Postado dia 13-07-2008

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A criação do parque

Em 1941, a área incrustada na Serra de Paranapiacaba foi dividida em quatro reservas florestais denominadas Carlos Botelho, Capão Bonito, Travessão e Sete Barras. Devido às suas características naturais, com recursos naturais e beleza excepcionais, as reservas foram unificadas por meio do Decreto Estadual n° 19.499, de 10 de setembro de 1982, dando origem ao Parque Estadual Carlos Botelho.
Junto com outras unidades de conservação da região, o parque integra desde 1991 a Zona Núcleo da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e, em 30 de novembro de 1999, foi reconhecido pela UNESCO como Sítio do Patrimônio Mundial Natural.
O nome Carlos Botelho é uma homenagem ao médico urologista que foi secretário da Agricultura, Viação e Obras Públicas do Estado em 1904, na gestão de Jorge Tibiriçá. Nascido em Piracicaba, em 1855, e falecido em 1947, foi considerado o pioneiro da
urologia no Brasil.

Os atrativos

O Parque Estadual Carlos Botelho possui três trilhas que podem ser monitoradas, sendo as duas principais localizadas nas proximidades da sede, em São Miguel Arcanjo. Ao percorrê-las é importante que se faça silêncio, aumentando as chances de observar vários animais.

Trilha do Rio Taquaral - Implantada no início de 1985, a trilha tem uma extensão de 4 km, sendo a maioria dos seus visitantes formada por estudantes, que podem fazer o percurso seguindo as indicações das placas. Em seu percurso podem ser observados vários estágios de mata, começando pelos campos, passando pela mata secundária (em processo de regeneração após supressão) e chegando à mata nativa.
Durante a caminhada, vários animais podem ser observados, bem como a diversidade da flora, com suas árvores, bromélias, orquídeas. O início da trilha é no Posto de Fiscalização da Polícia Florestal e termina às margens do Rio Taquaral.

Trilha do Açude - É a trilha que está melhor estruturada para receber escolares e grupos, pois estar bem sinalizada. Por ser uma trilha interpretativa, recomenda-se a visitação com a supervisão de monitores durante o percurso. Caminhos tortuosos, riachos e muito verde dão formam o cenário onde se pode desvendar a riqueza da Mata Atlântica. Aqui, o visitante pode apreciar também trechos de mata em diversos estágios, conhecer um projeto de pesquisa com araucárias e se encantar com as pegadas deixadas por antas, gato-do-mato, cachorro vinagre e outros animais nas margens do açude.

Trilha da Figueira - Localizada no Núcleo Sete Barras, a Trilha da Figueira, com extensão de 2 km, leva a uma figueira centenária, que desponta majestosamente na paisagem. São necessários vários homens para "abraçá-la", fechando a circunferência em torno do tronco. Para percorrer essa trilha é necessário agendamento prévio junto ao Núcleo São Miguel Arcanjo.

Na sede do parque, em São Miguel Arcanjo, o visitante pode conhecer ainda o Centro de Educação Ambiental, onde há o Museu de Zoologia e a sala de leitura, com muitas publicações sobre ecologia, animais e plantas. No Centro de Visitantes "Marco Antônio dos Santos Costa", onde há um auditório para 40 pessoas, são exibidos vídeos ambientais.

Administração

Na última década, os administradores de parques estão trabalhando com um novo conceito, que é o "continuum" ecológico, que consiste na integração de diversas áreas onde os animais possam circular naturalmente sem encontrar obstáculos físicos, como cercas, por exemplo.

Essa nova forma de gestão foi implantada nos Parques Estaduais Carlos Botelho, Intervales e Turístico do Alto Ribeira - PETAR e outras áreas de proteção ambiental com o objetivo de otimizar e concentrar ações ao combate de palmiteiros, caçadores e integração com as comunidades e campanhas eco-educativas.

Além disso, é dada ênfase a parcerias para o desenvolvimento de projetos e empreendimentos, como os Parques do Zizo e Taquaral (em implantação) que, com

recursos próprios, ampliam os limites do "continuum" ecológico. O Parque Estadual Carlos Botelho conta também com o apoio de diversas empresas e das quatro prefeituras da região. Todas as iniciativas desenvolvidas pela administração dessa unidade de conservação contam com a colaboração do Fórum de Turismo de São Miguel Arcanjo.

Visitação

Os passeios pelas trilhas monitoras contam com o apoio de monitores. No caso de grupos grandes, é necessário o agendamento prévio. A área de uso público pode ser visitada em qualquer dia da semana. O número médio de visitantes que participam de atividades monitoradas é de aproximadamente 1.800 por ano. Estima-se, no entanto, que cerca de dez mil pessoas circulam anualmente pelo parque, sem se registrarem junto à administração.

É efetuada a cobrança de ingressos de R$ 2,00 por pessoa, no caso de excursões de escolas ou grupos organizados.

Para chegar ao parque, deve-se seguir pela Rodovia Castelo Branco (SP-280) ou pela Rodovia Raposo Tavares (SP-270) até Sorocaba, e tomar a Rodovia Francisco José Ayub (SP-264). A sede se encontra a 25 km do centro de São Miguel Arcanjo, no Bairro da Abaitinga, pela Rodovia SP-139

Os contatos podem ser feitos pelo telefone 0(XX)15-9773.9278 ou no seguinte endereço postal: Parque Estadual Carlos Botelho, Rodovia SP-139, Km 78, Caixa Postal 36,
CEP 18230-000, São Miguel Arcanjo, SP
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Texto: Newton Miura

Fonte Site Ambiente

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Parque Estadual Jacupiranga no Vale do Ribeira

Postado por Camilo Aparecido | Postado em Parques Estaduais do Vale | Postado dia 12-07-2008

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O Parque Estadual de Jacupiranga foi criado em 8 de agosto de 1969, através do Decreto-lei nº 145, localizado no sul do Estado de São Paulo, abrange os Municípios de Iporanga, Cajati, Barra do Turvo, Eldorado, Cananéia e claro, Jacupiranga. Este conjunto de cidades transforma o parque em um dos maiores do Estado com cerca de 150.000 hectares, que estão limitados ao sul-sudoeste a área de Proteção Ambiental (APA) Federal de Guaraqueçaba, já no Estado do Paraná. Ao norte faz divisa com a APA da Serra do Mar e ao sudeste com a APA Cananéia-Iguape-Peruíbe. O DDD da cidade de Eldorado é (13), caixa posta 11960-000, uma população estimada em 13.872 habitantes. A cidade está a 62 metros acima do nível do mar. A Santa Casa está localizada na Praça Eng. Bauer, nº 56. Bancos como Bradesco, Caixa Econômica, Banespa e Banco 24 horas são encontrados na cidade. Um posto de informações turísticas localizado na entrada da cidade, para mais informações acesse www.eldorado-sp.com.br

Quando ir: O ano todo. Apesar da rodovia SP-165 ser conhecida pelas quedas de barreira, (esta mesma rodovia vai até Iporanga, onde está o Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira, Petar) até a entrada da Caverna do Diabo, este fator não atrapalha o viajante. Tirando os cuidados comuns de viagens em período de chuvas, o resto é só alegria.
O que levar: Roupas leves e confortáveis, agasalhos para a noite. Roupas de banho, botas especiais ou tênis, já usados e fechados, capa de chuva, bermudas, repelente de insetos, medicamentos de primeiros-socorros, chapéu ou boné e uma lanterna de mão. Não se esqueça de levar meias sobressalentes, muitas trilhas são feitas pela água, como a caminhada pelo Rio das Ostras. Para visitar as cavernas sem iluminação, não se esqueça de carbureteiras e capacetes.

Como chegar: O núcleo Caverna do Diabo, Parque Estadual de Jacupiranga está localizado no município de Eldorado, no entanto, a caverna e a maiorias das atrações está a cerca de 50 quilômetros da cidade. Para quem sai da capital paulista pode seguir pela rodovia Régis Bittencourt, BR-116 até a cidade de Jacupiranga, depois são mais 26 km até a cidade de Eldorado pela rodovia SP-193. Saindo de Eldorado a rodovia SP-165 que acompanha o traçado do rio Ribeira de Iguape (uma linda paisagem, vale lembrar) leva à Caverna do Diabo e a maiorias das atrações do parque. O Trevo que dá acesso a caverna está exatamente a 38 km, depois segue uma estreita e perigosa (fique atento) estrada com 6 km até o núcleo. Para chegar até lá, você terá mais problemas, mas não se esqueça, de contratar um guia da região devidamente cadastrado, pois tirando a caverna do Diabo (que possui acompanhamento de guias), que não é a única atração da região as outras cavernas, cachoeiras e trilhas necessitam de acompanhamento de monitores ambientais.
Para quem vem do Sul do país, pode seguir o mesmo caminho, o que também serve para o resto do interior paulista e outros Estados. Porém, existe mais uma opção, seguindo pela rodovia Raposo Tavares SP-270 até Votorantim, seguindo pela SP-079 até Sete Barras, depois são mais 22 km até a cidade de Registro que está à beira da rodovia Régis Bittencourt BR-116, depois é só seguir o roteiro acima. Todas as opções são por rodovias asfaltadas. Eldorado está a 251 km de São Paulo e a 232 km de Curitiba.

Onde ficar: Duas opções: para quem desejar ficar na cidade de Eldorado (o que é uma boa escolha) pode hospedar-se no hotel Eldorado que fica na praça Nossa Senhora da Guia, nº 129. O lugar é bem simples, mas bem confortável. A outra opção é ficar hospedado em chalés que estão próximos à Caverna do Diabo, que podem servir a duas ou até dez pessoas, esta opção é bem cômoda em relação às distâncias dos lugares a serem visitados, no entanto a noite costuma ser bem calma. Se você preferir mais "agitos" (este ‘agito’ é claro dentro das características típicas de uma cidade do interior, não se esqueça) fique com a primeira opção.

Onde comer: O restaurante que fica no núcleo Caverna do Diabo, serve uma boa variedade de pratos tradicionais da culinária paulista, com dois fatores importantíssimos quanto se trata de comida: preço baixo e ótima qualidade. Logo no trevo que fica entre a SP-165 e a estrada que leva ao núcleo, também existe um restaurante que segue a mesma risca.

O que ver (fauna): A rica fauna de Jacupiranga como todas as outras que são formadas por mata atlântica reserva aos seus visitantes ótimas surpresas. O parque abriga uma incrível quantidade de pássaros, com destaque para a maior população conhecida do país de papagaios-de-peito-roxo, e outras espécies menos conhecidas como o macuquinho-pintado e o cricrió-suíço, ambos ameaçados de extinção, além de outras espécies como pica-paus, gaviões e corujas. Onças-pardas e pintadas, porcos-do-mato, anta e ariranha também dividem a imensidão verde do parque com os sempre surpreendestes mono-carvoeiros, mico-leão-caiçara e o raro mico-leão-de-cara-preta. Mas não pára por aqui, veja a ‘pequena’ lista de espécies ainda encontradas na região:
Entre os peixes: cascudo, aniá, pito, sobe-serra, a traíra, a tariputanga, o lambari, o acará, além do lisbão, do tajibucu ou cachorra, o saguarú, a picopeva, o mussum, a tuvira, o mandi-pintado e a mandi-tinga.
Entre os mamíferos: jaguatiricas, capivaras, lontras e o cachorros-do-mato, o quati, o tatu-galinha e o tamanduá-mirim, serelepes também conhecidos como ganguelo ou esquilo, cuícas, gambás, catetos, além de cutias, preguiças e o ouriço-cacheiro.
Entre as aves: inhambu, suindara, sabiás, saíras e periquitos, bonito-lindo, azulão, bigodinho, coleirinha e o curió, o sanhaço, a gralha-azul e a jacutinga, além de inúmeras espécies de beija-flores.
Entre os répteis: várias espécies de iguanas também conhecidas como camaleões, lagartixa-coral, jacaré-do-papo-amarelo, lagarto teiú, cágados e inúmeras espécies de cobras.
Entre os anfíbios: são encontradas várias espécies de sapos e pererecas com destaques para o sapo-de-chifre, o sapo bufo e os guajiguás.

O que ver (flora): Quando se trata de um ecossistema como a mata atlântica a garantia de belezas naturais é certa. E no caso de Jacupiranga não poderia ser diferente, a inesgotável diversidade da flora enche os olhos dos visitantes. Da subida ao Mirante ao lado do núcleo Caverna do Diabo, a caminhada pelo Vale das Ostras, pode-se apreciar uma quantidade incrível de espécies. Sempre acompanhando o curso dos rios, que devido a topografia acidentada da região deixa-os encaichoeirados. O PE de Jacupiranga é uma das maiores extensões de Mata Atlântica do Estado, só ficando atrás do Parque Estadual da Serra do Mar. Com diversas características diferentes, Jacupiranga apresenta formações vegetais como florestas de planície, nebulosa e de encosta, campos de altitude (em alguns lugares pode chegar até 1300 metros). No entanto, a situação fundiária, a ocupação irregular e as plantações de bananas (tradicionais na região do Vale do Ribeira) ameaçam constantemente a área de proteção do parque. Devemos ficar atentos!
Algumas espécies encontradas nos limites do PE Jacupiranga: bromélias, orquídeas, palmeiras como jaruvá, o indaiá, a brejauva e a juçara, samambaias, cipós, além de árvores como a peroba-rosa, jatobá, figueira, guapiruvu, araçá-branco, ipê, a guaricica e brejauva.

O que comprar: As opções de artesanato em Eldorado e na Caverna do Diabo são inúmeras, pinturas, balaios e esculturas feitas por quilombolas, descendentes dos antigos escravos, arte feita a partir de lixo reciclado, além das tradicionais camisetas, chapéus e bonés.

Fonte Site Pick-upau

Parque Estadual Intervales

Postado por Camilo Aparecido | Postado em Parques Estaduais do Vale | Postado dia 11-07-2008

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Parque Estadual Intervales

- História

Falar na história de Intervales é falar da região na qual o parque está inserido, no cruzamento entre três culturas: a do índio, a do europeu e a do africano. Muito antes da chegada dos europeus, populações autóctones cruzavam as serras do litoral para o sertão e vice-versa, desenhando trilhas por sobre a floresta. como a transmissão da história das populações indígenas está baseada na tradição oral, o extermínio do autóctone restringiu a sua história às possibilidades de tradução e interpretação de vestígios arqueológicos ou ao relato de jesuítas, viajantes e bandeirantes após o Contato. Estes, reordenaram o mundo e a linguagem do índio, como ocorreu com a língua tupi-guarani.
Jesuítas espanhóis, utilizando-se dos itinerários indígenas, chegaram até o Vale do Paranapanema onde fundaram as primeiras missões. Do outro lado da serra, no Vale do Ribeira, lavrava-se ouro de aluvião.
As freqüentes incursões bandeirantes às reduções jesuítas foram responsáveis pela transferência de muitos desses aldeamentos para a província argentina de Missões, entre o alto curso do rio Paraná e o alto curso do Paraguai. No Vale do Ribeira, a atividade mineradora existente desde a segunda metade do século XVI, baseava-se na exploração da mão-de-obra escrava e foi praticada quase sem o controle metropolitano até 1702, quando do Regimento das Minas, o qual obrigava a comunicação da descoberta e da exploração da lavra às autoridades coloniais. A fiscalização metropolitana, a decadência do ouro aluvional no Vale do Ribeira e o advento das minas de ouro e diamantes em Goiás, Mato Grosso e principalmente em Minas Gerais, pressionou proprietários de lavras e de escravos a mudarem-se para outras regiões, deixando para trás parte de sua escravaria, como escravos fugitivos, os quais não puderam ser capturados, e alguns alforriados.
Neste contexto estão as comunidades remanescentes de quilombos das áreas do entorno de Intervales. Um exemplo é a organizada comunidade de Ivaporunduva, a qual possui como testemunho de seu passado a capela de N. Sra do Rosário, construída por escravos em 1791 e os cemitérios escondidos no coração da mata.
Na Segunda metade do século XX, a Companhia do Incremento Rural do Altiplano Paulista CIRAP instalou-se em plena serra de Paranapiacaba, para a implantação de um projeto agropecuário que não foi bem sucedido, perdendo suas terras para o Banco do Estado de São Paulo, BANESPA. Esta instituição, visando o aproveitamento econômico da área, implementou obras de infra-estrutura como a construção de estradas, de uma pequena vila com saneamento básico (o espaço da atual Sede) e de bases de vigilância. Foi instalada na região da Sede, uma fábrica de beneficiamento de palmito cujas instalações hoje estão transformadas em oficinas mecânica, de carpintaria e almoxarifado. Apesar de existirem recursos minerais, o aproveitamento destes foi inexpressivo. Na década de 80, com a decretação da Área de Proteção Ambiental da Serra do Mar, a Fazenda Intervales foi a ela incorporada, passando para a administração da Fundação Florestal em 1987. Em 1995 nascia juridicamente o Parque Estadual Intervales.

- Geografia

O PE Intervales abrange áreas desde o alto da Serra de Paranapiacaba, ao sul do Estado de São Paulo, até as baixadas do Vale do rio Ribeira de Iguape. Em conjunto com o PETAR (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira), o Parque Estadual Carlos Botelho e a Estação Ecológica Xitué recebeu da UNESCO o título de Patrimônio Natural da Humanidade. Estas áreas também fazem parte da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. A área total do Parque, 42 mil hectares, estende-se sobre parte dos municípios de Ribeirão Grande, Eldorado, Guapiara, Iporanga e Sete Barras.

A Serra do Paranapiacaba é o divisor de águas entre a Bacia Hidrográfica do rio Ribeira de Iguape, cujos rios seguem em direção ao Oceano Atlântico ainda em São Paulo, e a Bacia Hidrográfica do rio Paranapanema, cujas águas correm em direção à Bacia do Prata, sendo o rio Paranapanema afluente do rio Paraná.
O paredão serrano representado pelas serras do Mar e do Paranapiacaba funciona como uma barreira ao avanço das massas de ar provenientes do oceano e do sul do continente, as quais empurram as nuvens para o alto das serras, onde a temperatura é mais baixa. As nuvens se condensam ocasionando chuvas e muita neblina. A região possui alta precipitação com valores de 2000 a 3000mm/ano, e conseqüentemente a umidade relativa do ar é extremamente alta, de 65 a 100%.
A altitude do Parque varia de 60 a 1.095 metros. Este fator combinado com a elevada umidade possibilita uma diversidade paisagística, faunística e florística. O clima predominante é o subtropical de altitude sem estação seca (Ctb, segundo Koepper). A temperatura média anual para a área da Sede do Parque varia entre 17°C e 19°C.

-Ecossistema

Intervales representa uma das área mais significativas dos remanescentes florestais do Estado de São Paulo, pelo seu ótimo estado de conservação e por abrigar inúmeras espécies vegetais. Genericamente, a cobertura vegetal é a Mata Atlântica que possui mais de 50% de suas árvores endêmicas (que só ocorrem neste ambiente), o que a transforma na floresta de maior biodiversidade do globo, inclusive maior que a da Amazônia. Esta diversidade se deve à combinação de fatores como relevo, influências de massas de ar continentais e oceânicas, temperatura e chuvas .

Fonte Site Brasil nature

Clique e veja lindas fotos do Parque Estadual Intervales fotografo adilson Moralez

 

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Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR)

Postado por Camilo Aparecido | Postado em Parques Estaduais do Vale, Turismo | Postado dia 11-07-2008

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Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR)

 PETAR O Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR) se localiza no sul do estado de São Paulo, entre os municípios de Apiaí e Iporanga.

Ele possui uma das maiores extensões preservadas de Mata Atlântica original, além de ter uma das maiores concentrações de cavernas do planeta.

O PETAR possui aproximadamente 36.000 hectares de cobertos por uma dos últimos remanescentes da Mata Atlântica no estado de São Paulo. Suas montanhas, vales, cachoeiras, rios de águas cristalinas, cavernas, fauna e flora exuberantes tornaram o PETAR um ponto muito importante para o ecoturismo brasileiro. A presença das cavernas em conjunto com a Mata Atlântica preservada propicia ao visitante conhecer diversos ambientes, passar por alguns obstáculos, tomar banho de cachoeiras fora e dentro de cavernas, gerando experiências que ao retornar a sua origem ele tem uma feliz sensação de ter conhecido um lugar maravilhoso. Sua grande diversidade de roteiros permite agradar desde aos iniciantes até aos veteranos.

O PETAR possui quatro “Núcleos” para a visitação turística: Núcleo Santana, Núcleo Ouro Grosso, Núcleo Casa de Pedra, Núcleo Caboclos. Os mais freqüentados são o Núcleo Santana e o Núcleo Ouro Grosso.

Caverna Casa de Pedra
Localizada no Núcleo Casa de Pedra do PETAR. Esta caverna é conhecida pela exuberância de sua entrada. Seu pórtico alcança 215m de altura. Seu salão principal de 350m de comprimento, 120m de larguda e 70m de altura é iluminado por uma grande boca seca. Após a galeria seca existe um trechoi de natação, com 25m de comprimento e forte correnteza. Aqui pode-se escalar os íngremes paredões com auxílio de equipamento adequado.
Acesso: Em Apiaí dirija-se para a SP-250 e na altura do Km 30 dessa rodovia (placa "Espírito Santo") siga à direita em estrada de terra. Depois de 16Km chega-se ao Núcleo Cablocos do PETAR, onde deve-se dirigi à administração que indicará os roteiros. Só pode ser visitada com monitores especializados e a travessia ocorre apenas com autorização especial.

Caverna da Água Suja
Localizada no Núcleo Santana do PETAR, esta caverna é composta essencialmente de um rio subterrâneo, que recebe dois afluentes. Sua entrada tem teto bastante alto e aproximadamente 10m de largura. Seguindo-se a galeria do rio, o caminho dificulta-se pelo teto baixo, onde deve-se tomar cuidado com súbitas enchentes.
Acesso: junto ao Km 21 da estrada que liga os municípios de Apiaí e Iporanga, sai uma variante à esquerda, sinalizada, que leva após 1,2 Km à área do estacionamento do parque. Do estacionamento segue-se uma trilha acompanhando o curso do rio Betari, com trechos bastante íngremes. Depois de 1300m encontra-se um acesso de mais 50m à direita que leva a essa caverna. Visita somente com autorização. Cobrança de ingresso no Núcleo.

Caverna da Arataca
Localizada no Núcleo Caboclos do Petar, a caverna da arataca possui três entradas diferentes, sendo a inferior o acesso mais habitual. Depois de 250m no interior da caverna, chega-se a uma entrada, no outro lado da montanha. O teto é baixo na entrada principal mas logo abra-se o salão. Existem muitos trechos com teto baixo, argila, quebra-corpos e aclives com chaminés.
Acesso: Em Apiaí dirija-se para a SP-250 e na altura do Km 30 dessa rodovia (placa “Espírito Santo”) siga à direita em estrada de terra. Depois de 16 Km chega-se ao Núcleo Caboclos do PETAR, onde deve-se dirigir à administração que indicará os roteiros. Visita somente com autorização.

Caverna de Santana
Localizada no Núcleo Santana do PETAR, é a mais visitada do Estado de São Paulo. Rica em formações e labirintos, é constituída por uma malha de galeria em três níveis, depois em apenas duas sobrepostas, por onde escoa o rio Roncador. Parte desta caverna é de fácil acesso, com escada de madeira e pontes construídas nos pontos de difícil travessia. Outra só pode ser visitada com a ajuda de guias altamente especializados. Por fim, uma terceira parte é acessível somente a especialistas e com autorização prévia.
Acesso: junto ao Km 21 da estrada que liga os municípios de Apiaí e Iporanga, sai uma variante à esquerda sinalizada, que leva após 1,2 Km à área de estacionamento do parque. Ali existem placas indicativas para chegar na caverna. Visita somente com autorização. Cobrança de ingresso no Núcleo.

Caverna do Monjolinho
Localizada no Núcleo Caboclos do PETAR, a caverna do Monjolinho tem 350m de desenvolvimento e percurso totalmente seco. O ribeirão do Monjolinho atravessa a caverna num nível inferior, o que faz perceptível apenas pelo barulho de suas águas. Dentre suas formações, destaca-se a coluna conhecida como “Gigante do Monjolinho”. Os espeleotemas não estão em bom estado de conservação e é necessário cuidado em certos trechos.
Acesso: Em Apiaí dirija-se para a SP-250 e na altura do Km 30 dessa rodovia (placa “Espírito Santo”) siga à direita em estrada de terra. Depois de 16 Km chega-se ao Núcleo Caboclos do PETAR, onde deve-se dirigir à administração que indicará os roteiros. Visita somente com autorização.

Caverna do Couto
Localizada logo abaixo da Caverna do Morro Preto, no Núcleo Santana do PETAR, essa caverna atravessa a montanha. Ao lado de uma de suas entradas encontra-se uma cachoeira com a água que vem de dentro da caverna e deságua no Rio Betari alguns metros abaixo. Em alguns trechos o teto é relativamente baixo e sua visão é muito interessante com gotículas penduradas refletindo as luzes das lanternas. Não possui ornamentações, sendo 400m o seu desenvolvimento.
Acesso: junto ao Km 21 da estrada que liga os municípios de Apiaí e Iporanga, sai uma variante à esquerda sinalizada, que leva após 1,2 Km à área de estacionamento do parque. Ali existem placas indicativas para chegar na caverna. Visita somente com autorização. Cobrança de ingresso no Núcleo. 

Caverna do Morro Preto
Localizada no Núcleo Santana do PETAR. Sua entrada é muito bonita. Apresenta amplas galerias e salões, de fácil travessia. Em apenas dois locais existem desníveis de no máximo 5 metros, superados por escadas de madeira. Em uma de suas salas foram encontrados vestígios de habitação pre-histórica.
Acesso: junto ao Km 21 da estrada que liga os municípios de Apiaí e Iporanga, sai uma variante à esquerda sinalizada, que leva após 1,2 Km à área de estacionamento do parque. Ali existem placas indicativas para chegar na caverna que está a 500m do quiosque de recepção. Deve-se atravessar o rio Betari e seguir por uma trilha. Visita somente com autorização. Cobrança de ingresso no Núcleo.

Caverna dos Paivas
Localizada logo abaixo da Caverna do Morro Preto, no Núcleo Santana do PETAR, essa caverna atravessa a montanha. Ao lado de uma de suas entradas encontra-se uma cachoeira com a água que vem de dentro da caverna e deságua no Rio Betari alguns metros abaixo. Em alguns trechos o teto é relativamente baixo e sua visão é muito interessante com gotículas penduradas refletindo as luzes das lanternas. Não possui ornamentações, sendo 400m o seu desenvolvimento.
Acesso: junto ao Km 21 da estrada que liga os municípios de Apiaí e Iporanga, sai uma variante à esquerda sinalizada, que leva após 1,2 Km à área de estacionamento do parque. Ali existem placas indicativas para chegar na caverna. Visita somente com autorização. Cobrança de ingresso no Núcleo.

 Fonte Site Wikipédia

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