Curiosidades do Vale do Ribeira e Suas Cidades

Este blog tem por finalidade mostrar as belezas naturais do Vale do Ribeira ,suas Histórias,curiosidades,lendas ,culinaria e suas Cidades : Registro-sp , Sete Barras , Eldorado ,Jacupiranga , Cajati, Pariquera-açu, Iporanga, Ribeira, Iguape etc….

18.11.09

Vale do Ribeira terá onze pontos de cultura

A Secretaria de Estado da Cultura anunciou, segunda-feira, 16 de novembro, as 300 instituições culturais selecionadas pelo projeto Pontos de Cultura. O objetivo do convênio é apoiar entidades e incentivar iniciativas da sociedade civil que desenvolvam papel relevante na comunidade por meio do fomento, difusão, produção e formação cultural.
 
Foram inscritos cerca de 1.200 projetos, de 250 cidades. Os selecionados pertencem a 180 cidades, entre elas estão 11 municípios do Vale do Ribeira (veja abaixo), com projetos como o Batucajé (Miracatu) e Taiko (Registro). Serão destinados R$ 54 milhões às instituições, ao longo dos próximos três anos. O anúncio foi feito na Capital, pelo secretário estadual da Cultura, João Sayad, o secretário de Cidadania Cultural do MinC, Célio Turino; Silvana Meirelles, da Secretária de Articulação Institucional do Ministério; e o coordenador da Unidade de Fomento e Difusão da Produção Cultural da Secretaria da Cultura, André Sturm.
 
PROJETOS BENEFICIADOS - Vale do Ribeira e Alto Ribeira
 
Barra do Chapéu
No Ar "Arte e Cultura" - Associação de Apoio Comunitário e Social
 
Barra do Turvo
Ponto de Cultura Caboco - Unificando a Cultura Local - Associação dos Remanescentes de Quilombo do Bairro Reginaldo 
 
Cajati
A Viola Conta a Nossa História - Associação Comunitária de Comunicação e Cultura Central de Cajati
 
Cananéia
Ponto de Cultura "Caiçaras", Projeto Vivendo Arte e Cultura - Instituto de Pesquisas Cananéia - IPeC
 
Eldorado
Um Rio de Cultura - Grupo Pé no Mato
 
Iguape
Cultura Esse é o Ponto - Associação de Artesãos e Produtores Caseiros e Iguape
 
Iporanga
Coisas da Prosa - Associação dos Moradores do Bairro Serra
 
Itaóca
Ponto de Cultura - Casa de Cultura: Sinhanarte - Associação dos Pequenos Produtores Rurais do Bairro Fazenda
 
Miracatu
Ponto de Cultura Batucajé  - Associação Cultural Parceiros da Arte
 
Pariquera-Açu
Resgate da Cultura dos Imigrantes de Língua Alemã do Vale do Ribeira - Associação Cultural Guaricana TanzGruppe
 
Registro
Taiko - ACNBR – Registro - Associação Cultural Nipo-Brasileira de Registro

 

Confira a lista dos 300 selecionados - http://www.cultura.sp.gov.br/StaticFiles/SEC/edital/POntos%20de%20cultura%20divulgacao.xls

 

Fonte :  Sueli Correa

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16.11.09

Informativo do Clube Recreativo de Eldorado aos Sócios :

Prezados Sócios:

Devido a alguns problemas que aconteceram no motor e nas bombas das piscinas, os reparos acarretaram em atraso no funcinamento. Mas, nesta Sexta feira dia 20 de novembro elas já estarão em pleno funcionamento. O Clube Recreativo estará agendando a partir do dia 16 exames médicos.

E não percam a programação para o restante do Mês de novembro: dia 21/11 grande baile Forró com André Luiz e seus teclados, com sorteio de um sálario mínimo para quem participar "baile do 13". E no dia 28/11 está previsto o Baile que será organizado pela Melhor Idade de Eldorado: Baile da Saudade.

No dia 12 de Dezembro o baile mais esperado do ano: Baile de aniversário do CRE e fim de ano. Sensacional conjunto Delirius, mesas com Champanhe e Vinhos. Reserve antecipadamente sua mesa. Mesas e Ingressos Limitados.

No mês de dezembro os Sócios deverão providenciar suas carterinhas na Secretaria do CRE. A partir de janeiro de 2.010, acesso e benefícios para Sócios somente com carterinhas em dia.
Grato pela atenção
C.R.E.

Fonte : cluberecreativoeldorado@ig.com.br

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17.10.09

Inauguração do Bar e Lanchonete do Clube Recreativo de Eldorado

É neste sábado dia 17 de outubro a sensacional inauguração do Bar e Lanchonete do Clube Recreativo de Eldorado sob nova direção.

A partir das 21:00 horas com Show ao vivo do Grupo Sambagode. Venha curtir essa nova alternativa em Eldorado. Bar e Lanchonete do CRE, com música ao vivo e Chopp todas as sextas, TV por assinatura, duplo ambiente (ar livre e protegido), Chopp às sextas  etc…

 

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7.10.09

Deputado Samuel e professor Aderbal recebem títulos de cidadãos de Eldorado na inauguração do novo prédio da Câmara

Foto: Deputado Samuel Moreira exibe a homenagem ao lado do ex-vereador Sergio Mancio, autor do projeto de lei

O deputado estadual Samuel Moreira, líder do PSDB na Assembléia Legislativa, e o professor Aderbal Alfredo Calderari Bernardes, diretor da União das Instituições de Serviços, Pesquisa e Ensino (Unisepe), receberam na sexta-feira, 2 de outubro, títulos de Cidadãos Eldoradense. A solenidade, que marcou a inauguração do novo prédio da Câmara Municipal de Eldorado, também entregou títulos a moradores do município.

Manifestando alegria e gratidão pela homenagem, o deputado Samuel Moreira falou sobre algumas conquistas que intermediou para Eldorado, junto ao governo do Estado, como asfaltamento de rodovias, recurso para Apae e regularização da Vila Esperança, entre outras. Ele também falou dos desafios regionais, como acompanhamento das obras da BR-116 e reativação do ramal ferroviário Santos/Cajati, entre outras.

Lembrando algumas conquistas regionais importantes, como o Ambulatório Médico de Especialidades (AME), que será construído em Pariquera-Açu e atenderá mais de 20 especialidades, o deputado Samuel Moreira, disse que o vínculo com o município de Eldorado jamais será cortado pelas ligações familiares que têm no município, onde nasceu seu avô Domingos Bauer Leite e sua mãe, Déa Moreira da Silva, além de ter tios e primos morando n a cidade.

“Este é um momento muito especial. Aqui conheço todos e sei que vocês merecem muito mais que nós, prefeitos, vereadores, deputado, que somos remunerados para  trabalhar por vocês. Vamos continuar trabalhando por Eldorado e pelo Vale do Ribeira”, afirmou Samuel. “Esse título passa a oficializar uma condição que a gente já tem no coração com o Vale do Ribeira e com Eldorado e nos enche de alegria”, completou.

Autor do projeto que concedeu o título ao deputado, o ex-vereador Sérgio Mancio falou brevemente sobre sua trajetória. “Em vinte anos de vida pública nunca vi um político trazer tantas obras para Eldorado”, concluiu.
Ao receber o título, o professor Aderbal, por sua vez, ressaltou a importância da educação para o desenvolvimento social. “Cada pessoa que conclui o curso superior consegue aumentar sua renda em duas, três ou mais vezes”, afirmou o deputado. “A educação é uma luta que a gente tem que acordar pensando nela todos os dias porque só com a educação vamos melhorar o país”, refletiu. “Fico muito feliz com este título”, concluiu Aderbal, agradecendo as presenças dos professores Fred Simões, Venâncio Santos Lopes, Eduardo Ogawa  e da funcionária Eliane Aparecida de Souza.

Foto: Vereadora Magdalena e professor Aderbal

A vereadora Magdalena de Jesus Valentim, que propôs a homenagem ao professor Aderbal, ressaltou o trabalho desenvolvido pela Unisepe. “Este título é em nome de todos que conseguiram ter um curso superior graças  ao seu trabalho, que é regional. São pessoas como o senhor, com essas ações, que precisamos em nossa região”, completou.

Na mesma sessão receberam títulos de cidadãos os senhores José Martins (Zezinho do Correio), Aurélio Leitão de Vasconcelos Costa, Ezildo José Borges, professor Valdemir Roque Vegine, Euclides Paulino Filho e José Matheus de França (póstumo, o título foi entregue a sua esposa, Zoe). Wanda Barbosa foi contemplada com placa de honra ao mérito.

A mesa de autoridades teve as presenças dos deputados Samuel Moreira e João Caramez, dos prefeitos de Eldorado, Donizetti Antonio, e de Sete Barras, Nilce Miashita, do vereador Fred Simões, presidente da Uvevar (União dos Vereadores do Vale do Ribeira), Tony Ribeiro, presidente da Câmara Municipal de Iguape sob a presidência de José Araí Soares.

 Foto: Prefeito Zetinho, deputado Samuel Moreira, ex-vereador Sergio Mancio, Jose Arai, presidente da Camara, e deputado Joao Caramez descerram a fita e inauguram oficialmente o novo predio da Camara

Antes das homenagens, José Arai Soares, comandou a inauguração da Câmara com descerramento da fita e da placa.

Fonte: Sueli Correa
 

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28.12.08

Justiça reconhece Quilombo de Ivapondunduva em Eldorado-SP

Incra tem prazo de 30 dias para fazer registro imobiliário

Após 14 anos de tramitação na Justiça, a área Ivaporunduva, em Eldorado, no Vale do Ribeira (SP), foi reconhecida como remanescente de quilombo. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) tem agora prazo de 30 dias para fazer o registro imobiliário das terras.

Segundo o MPF, a comunidade de Ivaporunduva é a mais antiga do Vale do Ribeira e teria surgido no século 17 por causa da mineração. Boa parte da área é formada por terras devolutas do Estado de São Paulo.

A decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região só pôde ser confirmada devido a um acordo entre a União e o governo de São Paulo de não recorrer da determinação judicial.

O relator do acórdão, juiz federal convocado Hélio Nogueira, afirmou em seu voto que as evidências históricas e antropológicas, somadas aos costumes revelados pelas fotografias anexadas aos autos, além da aparência das pessoas que constituem a comunidade, comprovam “satisfatoriamente” o marco histórico da propriedade da área pelos quilombolas.

Fonte: AGÊNCIA BRASIL

Fonte Site Diario de Iguape

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22.6.08

Manifesto(V.P.R)sobre Guerrilha no Vale do Ribeira

Capitão Lamarca dando instrução militar

Manifesto da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) sobre a experiência guerrilheira no Vale do Ribeira


Do Vale do Jacupiranga ao Vale do Ribeira.
Delatada por Massafuni e Lungareti*, a área de treinamento de guerrilha da VPR sofreu ataque das forças armadas a partir de 21 de abril, enquanto os agentes do Dops e Oban já estavam em Jacupiranga desde o dia 19.
Dividimo-nos em dois grupos para evacuação da área; um dos grupos acompanhou os movimentos das tropas do Exército de 14h 45min do dia 21 até a´17h do dia 22, quando iniciou a marcha para o vale do Ribeira.

As forças armadas atuaram com helicópteros, aviões caças e bombardeios, tropas a pé e motorizada, patrulhas fluviais, além de agentes à paisana, num total de cerca de 20 mil homens.

Antes de iniciarmos a marcha, perdemos dois companheiros que caíram numa emboscada, quando iam ocupar um posto de observação - eram os combatentes Darcy Rodrigues e José Lavecchia, que sofreram as mais vis torturas em Registro e em São Paulo.

Diante da incapacidade das forças armadas, lenta e tranqüilamente atravessamos a serra e atingimos o vale do Ribeira, na localidade de nome Barra do Areado, onde o rio deste nome encontra o rio Batatais que é afluente do rio Ribeira. Era 8 de maio quando chegamos, ali deixamos os equipamentos e vestimos roupas comuns - conversamos apenas o armamento e a munição. Alugamos um caminhão para nos transportar a Eldorado Paulista.

Chegamos a Eldorado às 19 horas do dia 8 de maio. Ali existia um bloqueio da Polícia Militar do Estado de São Paulo, que atacamos, derrubando cerca de 6 policiais e pondo a correr os demais - tudo presenciado pela população local. Os mortos naquele combate não tiveram seus nomes anunciados na imprensa, nem houve exploração sentimental nos seus enterros - as forças armadas consideraram aquela derrota uma vergonha que não podia ser declarada.

Tomamos rumo a Sete Barras, esperávamos o encontro com as forças repressoras no caminho. Isto se deu às 21 horas, o pelotão inimigo era composto de 17 homens (1 tenente, 2 sargentos, 2 cabos e 12 soldados). Éramos 7 num caminhão. O inimigo vinha com uma caminhonete e uma viatura militar. Dru um combate de encontro, e não uma emboscada; num rápido envolvimento cercamos o inimigo. Houve um tiroteio intenso, nos seus intervalos os gritos dos inimigos feridos prenunciavam a derrota iminente. Após cinco minutos exigimos a rendição, que foi aceita incontinente, sem exigências. O herói que querem fazer do tenente Mendes, não existiu - para restabelecer a verdade, só um inimigo avançou, foi o sargento Lino, que caiu ferido com três tiros, e só um soldado fugiu para Sete Barras.

Nós, revolucionários, cuidamos dos feridos, explicamos a nossa luta aos soldados, expropriamos três metralhadoras, um fuzil e munição.

Decidimos libertar os prisioneiros sob a condição de ser levantado o bloqueio. Conduzimos o tenente Mendes e os feridos até junto à tropa que bloqueava Sete Barras. O tenente Mendes declarou que estava suspenso o bloqueio. Libertamos os prisioneiros e conduzimos conosco o tenente na direção de Sete Barras. Ali constamos que o bloqueio não havia sido levantado - havia uma emboscada.

Desbordamos a emboscada - o inimigo percebeu e , utilizando-se dos faróis de suas viaturas, tentava nos localizar no matagal, e executava milhares de tiros a esmo. Naquela ocasião, a tropa inimiga que vinha pela estrada, na mesma direção que vínhamos antes, caiu na emboscada que havia sido montada para nós. Enquanto isto, nos afastamos, conduzindo o tenente preso. Ali os companheiros José Nóbrega e Edmauro Guerra se perderam, na escuridão, foram presos dias depois e selvagemente torturados. Marchamos dois dias e duas noites sem dormir, o tenente não agüentava mais andar, por isso paramos (dia 10 de maio). Fizemos várias perguntas ao tenente; ele considerava a derrota como culpa dos soldados, que usavam a farda como meio de vida, que não tinham amor à farda - sobre o seu procedimento no tempo em que serviu no Presídio Tiradentes, declarou que os presos não são gente - sobre a emboscada que montara, quebrando a palavra empenhada, dizia-se traído pelos seus superiores - perguntado por que a Polícia Militar espancava operários e massacrou operários na greve de Osasco, respondeu que grevistas e desempregados são vagabundos, e não respondeu quando perguntamos sobre a miséria que tinha visto no campo, e particularmente no nordeste.

Foi julgado e condenado por ser um repressor consciente, que odiava a classe operária - por ter conduzido à luta seus subordinados que não tinham consciência do que faziam, iludidos em seus idealismos de jovens, utilizados como instrumento de opressão contra o seu próprio povo, iludindo os jovens, ensinando-os a amar a farda, quando deveriam amar o povo - por ter rompido com a palavra empenhada em presença de seus subordinados - por ter tentado denunciar a nossa posição.

A sentença de morte de um Tribunal Revolucionário deve ser cumprida por fuzilamento. No entanto, nos encontrávamos próximo ao inimigo, dentro de um cerco que pode ser executado em virtude da existência de muitas estradas na região. O tenente Mendes foi condenado a morrer à coronhadas de fuzil, e assim o foi, sendo depois enterrado. Não sofreu qualquer violência ou ameaça antes do justiçamento, nem teve as mãos amarradas.

Depois de ser preso em São Paulo e ser violentamente torturado durante 15 dias, o companheiro Ariston - filho de Antônio Raimundo de Lucena - conduziu a Polícia Militar ao local do justiçamento. Consta que Ariston esteja aleijado, e ao mesmo tempo em que a repressão fazia o enterro do tenente, torturava Ariston.

Do dia 10 ao dia 18 de maio controlamos os deslocamentos da tropa que vasculhava a região de Areado (próximo a Sete Barras), Assistíamos os roubos que a tropa fazia nas plantações, e as humilhações por que passavam os trabalhadores da região.

Continuamos a marcha no dia 19, driblando facilmente as tropas do exército, que demonstrou capacidade, apenas, de aterrorizar a população. No dia 22 de maio o exército aprisionou dois camponeses, que foram fazer compras para nós, torturou-os e matou-os, e para justificar estes crimes, passaram com uma viatura sobre os cadáveres mutilados, para dar a impressão de que tinham sido acidentalmente atropelados.

Temendo que a população nos apoiasse, passaram a bombardear e queimar com napalm grandes regiões, aterrorizando assim a população que passou a abandonar a área. Vôos rasantes foram executados sobre míseras choupanas, e o matraquear das metralhadoras eram constantes. Afastamo-nos da região, evitando o combate, para a população não sofrer represálias.

Ultrapassamos os diversos cercos até o dia 29, no dia 31 montamos uma emboscada e aprisionamos um sargento e quatro soldados do exército, que se deslocavam numa viatura. Vestimos os seus uniformes e nos deslocamos com a viatura para São Miguel Arcanjo, onde havia um bloqueio que foi ultrapassado. Chegamos a São Paulo, sem dificuldades, às 21 hora, e abandonamos os militares amarrados dentro da viatura.

As forças armadas têm à sua disposição toda imprensa que é dominada pelos americanos, e mantém diariamente para enganar o povo. Falam em segurança, mas não conseguem fazer a própria segurança - já mataram 18 pessoas que passavam em frente aos seus quartéis. Falam na Pátria e a entregam aos americanos. Conduzem para a luta os soldados, iludindo nossos jovens filhos de trabalhadores, fazendo-os de escudo dos oficiais traidores da Pátria, inimigos da classe operária. Fazem propaganda, enquanto gastam 40% da renda nacional, e enriquecem com o sofrimento do povo.

Em nossa Pátria os parasitas é que têm valor: um policial ganha cinco vezes mais que um operário, um cabo das Forças Armadas ganha três vezes mais que uma professora, um oficial inculto ganha mais que um médico, qualquer general idiota ganha mais que um cientista - a injustiça impera em nossa Pátria.

Somente pela luta armada modificaremos isto, fazendo com que as fábricas sejam dirigidas pelos operários, que a produção da lavoura seja de quem trabalha na terra e não aos donos de títulos de propriedade.

Iniciamos o processo de união das organizações revolucionárias, e a união com o povo também está em marcha. Com o povo faremos a revolução que criará um Brasil justo.

OUSAR LUTAR - OUSAR VENCER

Vanguarda Popular Revolucionária - VPR

Setembro de 1970


Fonte Site www.cedema.org

 

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