Curiosidades do Vale do Ribeira e Suas Cidades

Este blog tem por finalidade mostrar as belezas naturais do Vale do Ribeira ,suas Histórias,curiosidades,lendas ,culinaria e suas Cidades : Registro-sp , Sete Barras , Eldorado ,Jacupiranga , Cajati, Pariquera-açu, Iporanga, Ribeira, Iguape etc….

6.10.09

Região do Lagamar entre os melhores destinos turísticos de São Paulo

Ideal para entrar em sintonia com a natureza, a região do Lagamar pode ser o seu próximo destino no feriado do dia 12 de outubro. Traga toda a sua família para conhecer os municípios que fazem parte dessa região: Cananéia, Iguape, Ilha Comprida e Pariquera-Açú.

O Lagamar está localizado ao Sul do estado de São Paulo, no Vale do Ribeira, onde ainda se encontra a maior extensão contínua de Mata Atlântica preservada do País. Além disso, foi reconhecido como Patrimônio Natural da Humanidade por conseguir manter a riqueza natural da região e a cultura e os costumes das comunidades tradicionais.

No Lagamar, você poderá vislumbrar-se com as cachoeiras, manguezais, restingas, canais, praias e uma enorme biodiversidade. São golfinhos, guarás, biguás, aves marinhas, papagaios-de-cara-roxa, e uma grande variedade de peixes,que habitam o estuário do Mar Pequeno.

A região concentra varias Unidades de Conservação como os Parques Estaduais da Ilha do Cardoso e da Campina do Encantado, a Área de Proteção Ambiental Cananéia-Iguape-Peruíbe, as Estações Ecológicas de Juréia-Itatins e de Chauás, dentre outras áreas de preservação.

O artesanato, as danças e músicas do Fandango, o casario colonial, a pesca esportiva, a observação das aves, os passeios por trilhas e de barcos são algumas das atrações encontradas na região. Sem falar da culinária que se destaca com pratos a base de peixes e frutos do Mar.

Com tantas riquezas naturais e culturais e inúmeros atrativos turísticos, o Lagamar pode oferecer grandes oportunidades de diversão, descanso e lazer. Poderá encontrar pessoas que vivem desses paraísos tropicais, por meio da prática do turismo sustentável e do ecoturismo.

Pólo Ecoturístico do Lagamar – criado em 1995, em uma iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica, com a participação das operadoras ecoturísticas de São Paulo, os receptivos locais e apoio da Embratur. Hoje conta com o envolvimento de centenas de parceiros na região. É um projeto de desenvolvimento com a base na ultilização racional dos recursos naturaias, visando sensibilizar os turistas e a comunidade local para a valorização e a conservação dos recursos naturais e culturais, gerando benefícios e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da região. Durante estes anos o Pólo do Lagamar foi se fortalecendo: definiu produtos, capacitou profissionais, divulgou a região, promoveu educação ambiental e participou de eventos ligados ao setor.

Em 2003, foi implantado o Conselho Gestor do Pólo CONPEL, com a proposta de formentar e organizar a atividade turística no Lagamar. Em Março deste ano, o CONPEL aprovou o Regimento Interno, documento norteador do funcionamento do Conselho. Atualmente, a secretaria do Conselho funciona no Centro de Informações Turísticas do Pólo Lagamar, que fica em um casarão tombado, na Base da Fundação SOS Mata Atlântica, no Centro Histórico da cidade de Iguape.

Contato com o Depto. de Turismo dos municípios: Turismo de Cananéia – (13) 3851-5100 ou 3851-1753 / www.cananeia.sp.gov.br  ; Turismo de Iguape – (13) 3841-3012 / www.iguape.sp.gov.br  / Turismo da Ilha  Comprida – (13) 3842-7000 / www.ihacomprida.sp.gov.br  ; Turismo de Pariquera-Açú – (13)3856-2148

 

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2.4.09

Parque Carlos Botelho receberá investimentos em infra-estrutura

Parque Carlos Botelho receberá investimentos em infra-estrutura

Projeto de Ecoturismo beneficiará seis unidades de conservação da Mata Atlântica

Sete Barras - Apontado como uma das principais vocações do Vale do Ribeira, o ecoturismo deve dar importante passo com o Projeto de Desenvolvimento do Ecoturismo na Região da Mata Atlântica, iniciativa da Secretaria de Estado de Meio Ambiente com financiamento de 9 milhões de dólares do BID - Banco Interamericano de Desenvolvimento.

Na última sexta-feira, 27/03, a prefeita de Sete Barras, Nilce Ayako Miashita, a secretária municipal de Educação, Cultura, Esportes e Turismo, Maria Conceição Dória, e o representante do setor de turismo da Prefeitura Daniel Ishikawa, participaram na sede do Parque Estadual Carlos Botelho, em São Miguel Arcanjo, da “Oficina de Planejamento Participativo para execução do Plano Estratégico de Formatação da Cadeia Produtiva de Pólos Ecoturísticos”.

O objetivo do encontro foi levantar, discutir e registrar necessidades de capacitação e profissionalização turística, no âmbito do Plano Estratégico de Estruturação da Cadeia Produtiva, com atenção aos temas ligados direta e indiretamente ao ecoturismo e no foco de atuação dos empreendimentos instalados no entorno do Parque. Foram convidados para participar da Oficina, empresários e representantes de várias instituições do entorno do Parque. As informações levantadas irão compor o relatório que servirá de subsídio para a definição das ações necessárias para as capacitações, previstas no Projeto de Desenvolvimento do Ecoturismo.

O gestor do Parque, José Luiz Camargo Maia, informou que está aberto o processo de licitação para construção de um restaurante e uma pousada no Núcleo de Sete Barras do Carlos Botelho. As propostas deverão ser entregues até o dia 28 de abril no Departamento de Administração da Secretaria do Meio Ambiente - maiores detalhes podem ser obtidos no site da Secretaria (www.ambiente.sp.gov.br). A construção do restaurante e da pousada faz parte das estratégias do Projeto de Desenvolvimento do Ecoturismo na Região da Mata Atlântica, que beneficiará seis unidades de conservação, cinco delas no Vale do Ribeira: além do Carlos Botelho, também serão atendidos o Parque Estadual da Ilha do Cardoso, Intervales, Caverna do Diabo e Turístico do Alto Ribeira (PETAR); no litoral norte, o Parque Estadual de Ilhabela. O Projeto tem duração de quatro anos.

Para a prefeita Nilce Miashita, os investimentos no Núcleo do Parque em Sete Barras representam a oportunidade de explorar o ecoturismo de forma organizada, aproveitando o potencial ambiental do município para a geração de emprego e renda. “Somos privilegiados pela rica biodiversidade, mas ainda não conseguimos explorar esse potencial de maneira a contribuir com o desenvolvimento econômico. Com apoio e fiscalização do Estado, a iniciativa privada pode alavancar o setor sem prejudicar o meio ambiente”, analisa a prefeita Nilce. Na reunião com o gestor do Parque, ela também reivindicou que seja aproveitada mão de obra local na construção do restaurante e da pousada.

Um dos principais objetivos do Projeto de Desenvolvimento do Ecoturismo é consolidar o turismo sustentável como forma de desenvolvimento socioeconômico regional, aliado à estratégia de conservação da natureza. Para isso, tem como ações estratégicas:

1. Estruturar e promover serviços e atividades de lazer para a visitação pública em Parques Estaduais, incrementando seu potencial de atração para diferentes públicos;

2. Apoiar a consolidação de uma cadeia de serviços turísticos no entorno dos Parques, com a participação das comunidades locais;

3. Fortalecer a gestão pública para o ecoturismo nas Unidades de Conservação, por meio de capacitação de pessoal, estabelecendo normas de controle e regulamentação da atividade turística.
Com base nas diretrizes estabelecidas em estudos sobre os mais importantes aspectos da atividade turística e de gestão das unidades de conservação, os investimentos incluem a revitalização ou construção de equipamentos para a prática de atividades ecoturísticas, tais como trilhas terrestres, trilhas suspensas, mirantes, centros de interação ambiental entre outros, como também a melhora e/ou ampliação de meios de hospedagem, serviços de alimentação, venda de artesanatos e outros serviços turísticos.

Para garantir a efetividade destes investimentos o Projeto prevê a re-organização do setor público para permitir o planejamento e a gestão do ecoturismo em unidades de conservação de forma efetiva, e investirá na melhoria da capacidade dos Parques no atendimento ao visitante. Além disso, ações de assistência técnica e capacitação para empreendedores e comunidades locais organizadas e parcerias com o setor privado para a prestação de serviços de ecoturismo nos parques, são instrumentos importantes para geração de renda e incremento para o desenvolvimento regional.

Criança Ecológica

Durante a reunião da última sexta-feira, 27, também foi apresentado o Programa Criança Ecológica. Criado pela Secretaria do Meio Ambiente, o programa quer despertar atitudes de preservação do meio ambiente nas crianças e segue quatro agendas que abordam diferentes assuntos: verde (fauna e flora), azul (água), cinza (poluição) e amarela (aquecimento global e educação para a vida).

No interior do Estado, o Programa contará com o Projeto Floresta Legal, que atenderá crianças na faixa etária de 8 a 10 anos com visitas a 29 Unidades de Conservação, onde terão atividades lúdicas e interativas. Ao final das visitas, os visitantes receberão um certificado com o texto no verso do “juramento da criança ecológica” e senha de acesso para avaliação no site e download da carteirinha de “Amigo da Floresta”. As crianças também receberão um livro intitulado “Criança Ecológica - Sou dessa turma” - e poderão fazer download das atividades e materiais pedagógicos disponíveis no site http://www.criancaecologica.sp.gov.br/.

Fonte Site Diario de Iguape

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26.12.08

Projeto Observando o Ribeira

Observando o Ribeira

Depoimento

"Nossa preocupação é mais educacional do que de fundo técnico. O uso dos indicadores é só um catalisador do processo de conscientização socioambiental. Após o monitoramento, por exemplo, um dos grupos fez um pedágio e conseguiu mudas para reflorestar uma região de mata ciliar, outro está constituindo uma ONG com orientação da Fundação."
Clodoaldo Gazzetta
Biólogo e coordenador do Programa Observando o Ribeira

Linha do Tempo

2001 - início do monitoramento dos rios da bacia do Ribeira de Iguape por 30 grupos da sociedade civil
2002 - projeto entra na segunda fase engajando o público escolar do Vale do Ribeira e compondo 120 grupos de monitoramento
2003 - fim da segunda etapa revela qualidade boa para grande parte dos trechos do rio Ribeira de Iguape
2006 - continuação do projeto, com reorganização dos grupos de escolas do Vale do Ribeira, em parceria com o Instituto Ambiental Vidágua

O monitoramento da qualidade das águas da Bacia Hidrográfica do Rio Ribeira de Iguape é desenvolvido pelo Observando o Ribeira, através de atividades de educação ambiental, capacitação de atores locais ligados aos segmentos sociais e unidades de ensino, gestão participativa dos recursos hídricos e promoção da cidadania.

Esse projeto visa levar a sociedade civil organizada e atores do setor educacional dos municípios da Bacia Hidrográfica do Rio Ribeira de Iguape a compreenderem a importância da recuperação e conservação do meio ambiente. Para isso, promove o conhecimento e reflexão sobre a problemática socioambiental da região e a participação efetiva nas discussões de políticas públicas voltadas à gestão equilibrada dos recursos hídricos e naturais da Bacia, dentro de um processo de educação ambiental permanente.

Em 2002, Diretorias de Ensino de Miracatu, Apiaí, Registro, Votorantin e Itapecerica da Serra e 97 Escolas dos 23 municípios da região, além de 25 grupos voluntários, dedicaram-se a monitorar a qualidade da água do rio ao longo de um ano, por meio de kits de análise e percepção ambiental. Com essa metodologia, o processo participativo se refletiu na discussão dos dados regionais e em propostas de intervenção e avaliação dos principais problemas ambientais e programas de recuperação.

Os 126 grupos de monitoramento formados, com envolvimento direto de 15 mil pessoas, receberam capacitação e assessoria técnica, além de mudas de espécies nativas, participação em cursos e seminários e contribuição na construção de mapas e da página do Programa na Internet, onde expuseram os resultados positivos sobre a qualidade da água apurada para o Ribeira de Iguape. Esses mesmos grupos vêm sendo reunidos novamente para a retomada do Observando o Ribeira, que em sua terceira etapa é coordenado por uma parceria com o Instituto Ambiental Vidágua.

Com técnicos, professores e ambientalistas mais bem preparados é possível disseminar as informações adquiridas no processo de aprendizagem e formular projetos mais próximos da realidade local.

 

Fonte Site SoS Mata Atlântica

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20.12.08

Comemorando 14 anos de atuação, Vidágua inaugura novo Viveiro de Mudas Nativas em Ilha Comprida

logovidagua

Viveiro, financiado pelo programa Clickarvore, vai produzir 400 mil mudas por safra
A necessidade de recuperação das matas ciliares do Vale do Ribeira, somado ao trabalho que o Instituto Ambiental Vidágua vem desenvolvendo na região e ao programa Clickarvore
www.clickarvore.com.br , resultaram no novo “Viveiro de Mudas Nativas de Ilha Comprida – Manejo Agroecológico”, que será inaugurado dia 19 de dezembro.

O projeto para implantação do Viveiro teve início em abril deste ano e se concretizou agora, marcando também os 14 anos de atuação do Vidágua. Com financiamento do programa Clickarvore, iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica e do Instituto Ambiental Vidágua, será possível plantar 1,2 milhão de mudas nos próximos três anos, contribuindo também para a preservação da Mata Atlântica.

O engenheiro florestal Marcos Diniz, responsável pelo novo viveiro, destaca que a produção vai sanar não só a carência de mudas, mas a de mão-de-obra. Serão cerca de nove pessoas atuando no viveiro, entre técnicos, estagiários e viveiristas. Com uma capacidade de produção de 400 mil mudas por safra, possibilitando recuperação de 240 hectares por ano, o viveiro conta com a diversidade mínima de 80 espécies, conforme resolução da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, e deve adquirir uma produção auto-sustentável.

O novo viveiro será aberto para visitação e a expectativa é de poder sediar um Centro de Educação Ambiental de Ilha Comprida já no próximo ano.

A inauguração oficial do “Viveiro de Mudas Nativas de Ilha Comprida - Manejo Agroecológico” está marcada para dia 19 de dezembro, a partir das 10h, com a presença de autoridades, parceiros e interessados, integrando o calendário de comemoração dos 14 anos do Vidágua. O Viveiro fica na Estrada da Vizinhança, em Balneário Sarnabi, 480.

E o Viveiro já tem programação para 2009. O barracão de armazenamento de materiais e insumos será construído com técnicas de bioarquitetura, através de oficina e mutirões. Está agendada uma oficina no espaço do Viveiro, com duração de sete dias, que vai ensinar técnicas de construção sustentável, com baixo impacto ambiental e custos operacionais reduzidos.

Entre as ações da oficina está a confecção do tijolo de adobe - blocos de terra-crua moldados em fôrmas por processo artesanal ou semi-industrial, que não acarreta em desmatamento nem emissão de gás carbônico na atmosfera como os tijolos cozidos. A oficina ainda vai ensinar e aplicar reboco e pintura naturais, taipa-de-mão, espiral de ervas, hortas e pomares.

A programação completa, o cronograma de atividades e as inscrições estarão disponíveis no site do Vidágua a partir de 5 de janeiro.

Vale do Ribeira

A maior área contínua de Mata Atlântica do país está no Vale do Ribeira.Cerca de 76% da área ainda está coberta por remanescentes originais - são mais de 2,1 milhões de hectares de florestas, 150 mil de restingas e 17 mil de manguezais, abrigando o mais conservado banco genético das regiões Nordeste, Sudeste e Sul e a mais importante reserva de água doce dos dois estados.

Mas a região amarga um desmatamento de 30 a 94% entre os municípios do Vale, de acordo com o Relatório da Situação Socioambiental, organizado pela Fundação SOS Mata Atlântica e Instituto Socioambiental.

E grande parte dos índices de desmatamento da região advém da degradação ambiental das APPs (Áreas de Preservação Permanentes), em especial as matas ciliares do rio Ribeira de Iguape e seus afluentes.

Para mudar este panorama, o Vidágua desenvolve desde o início de 2007, em parceria com o Instituto Socioambiental, a Campanha Cílios do Ribeira (www.ciliosdoribeira.org.br), que envolve mais de 40 instituições públicas e segmentos sociais locais, em ações estratégicas para proteção das águas e reversão do quadro de degradação da Bacia Hidrográfica do rio Ribeira de Iguape, com trabalhos voltados, principalmente, para o plantio de mata ciliar. A secretária executiva do Vidágua, Ivy Wiens, reconhece que o novo viveiro tem papel-chave para a continuidade da Campanha Cílios do Ribeira, que existe há 2 anos e ainda dispõe de mais de 10 hectares para reflorestamento. Mas ela conta que o projeto vai além. “O Vale do Ribeira apresenta grande potencial de geração de renda a partir da sua riqueza em recursos naturais”.

O engenheiro florestal Marcos Diniz concorda e acredita que os trabalhos serão integrados. “A idéia do Viveiro é justamente potencializar estas riquezas, produzindo mudas nativas de Mata Atlântica e oportunizando plantios por toda a região”.

14 anos de atuação

O Vidágua foi fundado oficialmente em 29 de dezembro de 1994, em Bauru (SP), e desde então, vem desenvolvendo projetos para preservação ambiental, se estabelecendo em dois biomas principais: Cerrado, na região de Bauru, e Mata Atlântica, no Vale do Ribeira.

“2008 foi um ano de amadurecimento”, resume Ivy Wiens, secretária executiva do Vidágua. Ela conta que a Campanha Cílios do Ribeira (www.ciliosdoribeira.org.br , realizada na região do Vale do Ribeira, deu muita visibilidade para o Instituto. “Sempre atuamos com educação ambiental, mas a Campanha deu uma nova dimensão ao nosso trabalho com o contato com produtores, parceiros, prefeitura”, explica, dando o exemplo do apoio que o Vidágua conquistou para a construção do novo viveiro de mudas, em Ilha Comprida.

Outro destaque desse ano, para Ivy, foi a participação do Vidágua na aprovação do Plano Diretor de Bauru e fortalecimento do Movimento pela Preservação da Floresta Urbana Água Comprida. Ivy também lista a Campanha Água e Floresta e a aprovação de dois projetos diagnósticos das APPs (Áreas de Preservação Permanente) das bacias hidrográficas Tietê-Jacaré e Tietê-Batalha. “Atuar no Plano de Bacia foi uma das grandes ações do Água e Floresta”, acredita.

Ivy também lembra que foi neste ano que o Vidágua ganhou um escritório como sede, no Centro, conseguiu atingir mais pessoas com o evento cultural Fuá com Batuque, atuou intensamente pelo projeto Meros do Brasil (www.merosdobrasil.org), patrocinado pela Petrobras, fortaleceu o Coletivo Educador e criou e manteve atualizações diárias no blog VidÁgua & Floresta (www.vidaguaefloresta.blogspot.com).

Já se tratando em Educação Ambiental, 2008 fica marcado pelo curso que o biólogo e geógrafo do Vidágua, Ivan de Marche, ministrou neste segundo semestre. Para ele, a parte rica do curso esteve na diversidade dos alunos. Eram estudante de Educação Física, enfermeira, aposentado, jornalista e advogado numa faixa etária que se estendia de 25 a 70 anos. “Olhares tão diferentes sobre a questão ambiental permitiu ricas discussões durante o curso e também vivências interessantes na parte prática”, conta, referindo-se às visitas em locais menos conhecidos como a Estação Ecológica Sebastião Luiz Aleixo.

Entre os projetos que acontecem todo ano, Ivan destaca o Vivência Ecológica, em prática desde 1997. As palestras ainda são a maior demanda na Educação Ambiental, mas Ivan acredita que as visitas e encontros ambientais chamam muito mais à atenção. “A Educação Ambiental é efetiva quando faz parte de toda ação”.

Permear todas as ações com a sensibilização ambiental é a grande busca do Vidágua e foi a maior conquista deste ano. “E que seja dos próximos…”, finaliza o ambientalista.

Para saber mais sobre os projetos do Vidágua, acesse:

www.vidagua.org.br
www.merosdobrasil.;org
www.ciliosdoribeira.org
www.clickarvore.com.br
www.vidaguaefloresta.blogspot.com

Sede Nacional
R. Sete de Setembro, 6-50, Centro
Bauru-SP CEP: 17015-030
Fone/fax: (14) 3879-4947/ 3879-4948
www.vidagua.org.br  contato@vidagua.org.br
CNPJ: 00493612/0001-63

Programa Mata Atlântica
Rua Éster Young, 19, Bairro Guaricana
Iguape-SP CEP: 11920-000
Fone: (13) 3841-4956
contatoiguape@vidagua.org.br

Fonte Diario de Iguape

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