Curiosidades do Vale do Ribeira e Suas Cidades

Este blog tem por finalidade mostrar as belezas naturais do Vale do Ribeira ,suas Histórias,curiosidades,lendas ,culinaria e suas Cidades : Registro-sp , Sete Barras , Eldorado ,Jacupiranga , Cajati, Pariquera-açu, Iporanga, Ribeira, Iguape etc….

25.11.09

Você sabe oque é REDD e Crédito de carbono ?

 

Dados da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Carbono (Abemc) apontam que a inclusão dos mecanismos de Redução de Emissões de Carbono por Desmatamento e Degradação (REDD), durante a negociação de um novo acordo substitutivo do Protocolo de Quioto, poderia gerar uma receita de US$ 8 bilhões a US$ 16 bilhões ao Brasil em créditos de carbono.

Hoje, os mecanismos de REDD, que considera como crédito de carbono florestas "em pé", não são elegíveis para o Protocolo de Quioto, que aceita apenas duas possibilidades de crédito na área florestal: o reflorestamento e o aflorestamento (em áreas onde nunca existiram florestas). "A conservação florestal, o desmatamento evitado [relativo ao REDD], não faz parte ainda do protocolo", disse o presidente da Abemc, Flavio Rufino Gazani.

O presidente da entidade afirmou que o governo brasileiro, depois de ter rejeitado a inclusão de florestas nativas nas negociações do Protocolo de Quioto, mudou recentemente sua posição e acena com a possibilidade de incluir este mecanismo nas propostas que levará para a 15ª Conferência das Partes da Convenção do Clima (COP 15), em Copenhague, no mês de dezembro.

"A ideia de já incluir isso é que o próximo acordo, seja ele uma continuação do Protocolo de Quioto, ou um novo acordo, já venha contemplando essa necessidade", disse.

Para Gazani, o REDD deva ser um meio de conservação da floresta associada à exploração sustentável em áreas específicas, e não prever apenas a manutenção das florestas "em pé".

FONTE

Agência Brasil
Bruno Bocchini - Repórter
Aécio Amado - Edição

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23.11.09

Aluna de Pedro de Toledo vence Etapa Paulista do Desafio Mudanças Climáticas 2009

Letícia Mayumi Matsuda, da 7ª série da Escola Estadual Otaviano Soares Albuquerque, será a representante do Estado em premiação.

A aluna Letícia Mayumi Matsuda, da 7ª série da Escola Estadual Otaviano Soares Albuquerque, de Pedro de Toledo, no litoral sul paulista, será a representante do Estado de São Paulo na premiação do Desafio Mudanças Climáticas 2009, no dia 7 de dezembro. A Comissão Julgadora da competição elegeu o trabalho da aluna o melhor entre os três vencedores paulistas. As produções vencedoras programa, que terminou na última semana, serão publicadas no site
http://www.desafiomudancasclimaticas.com.br a partir desta
segunda-feira (23/11).

A professora de geografia Andreia Yamamoto orientou Letícia na competição e conta como surgiu a ideia da redação. “Temos um professor de ciências que trabalha constantemente com os temas da reciclagem e do reflorestamento. Então, levamos o assunto aos alunos da escola e à Letícia, que fez uma redação sobre o replantio em uma área da mata ciliar da região”, afirma.

A proposta do Desafio era estimular os participantes a apresentar uma produção composta de imagem e texto, tendo como título “O aquecimento global e a minha região – como fazer a diferença?”. As estudantes Amanda de Paula Nogueira, da Escola Estadual Sinharinha Camarinha, de Santa Cruz do Rio Pardo, e Mayara Heloísa Aparecida Alves, da Escola Estadual Clarisse Pelizone de Lima, do município de Platina, também estão entre os vencedores.

Os alunos autores das três melhores produções recebem uma máquina fotográfica digital com recurso de filmagem, um exemplar do livro “Imagens do Etanol Brasileiro” e uma assinatura anual da revista “Horizonte Geográfico”. Os demais finalistas (são dez por Estado) recebem certificados de Menção Honrosa, um exemplar do mesmo livro e revistas “Horizonte Geográfico”, além de terem seus trabalhos publicados no site oficial.

Política Estadual de Mudanças Climáticas

O governador José Serra sancionou, no último dia 9, a Política Estadual de Mudanças Climáticas (PEMC). O principal avanço com a nova legislação é a meta de redução, em todos os setores da economia, de 20% da emissão de gases de efeito estufa até 2020, tendo por base o ano de 2005. “É uma meta ousada que vai implicar em mudanças de comportamento nas áreas privada e pública. O poder público também tem que se programar para isso”, afirmou Serra.

A partir dessa lei, São Paulo trabalha para construir uma nova economia verde. Além da redução da emissão de gases do efeito estufa, serão realizadas ações para aumentar a parcela de fontes renováveis de energia, prevenir e adaptar alterações produzidas pelos impactos das mudanças climáticas e preservar e ampliar os estoques de carbono no Estado.

da Secretaria de Estado da Educação

Fonte Site Diario de Iguape

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22.11.09

Operação Praia Limpa, em Ilha Comprida, auxiliará reciclagem de óleo vegetal

Ilha Comprida – A Operação Praia Limpa inovará neste ano ao incentivar o recolhimento de sobras de óleo de cozinha vegetal no comércio local, nos meios de hospedagem e alimentação. A medida quer chamar a atenção para a importância dos moradores e turistas contribuírem para a conservação do meio ambiente com ações simples. O técnico ambiental Cristian Negrão da Silva, da Prefeitura da Ilha Comprida, explicou que a atitude de não jogar o óleo de cozinha usado direto no lixo ou no ralo da pia pode contribuir, inclusive, para diminuir o aquecimento global.

Segundo ele, a decomposição do óleo de cozinha emite metano na atmosfera, um dos principais gases que causam o efeito estufa, que contribui para o aquecimento da terra. Como tudo está interligado, o óleo de cozinha que, muitas vezes, escorre para o ralo da pia, chega ao oceano pelas redes de esgoto. Em contato com a água do mar, esse resíduo líquido passa por reações químicas que resultam em emissão de metano. O técnico Cristian Negrão, apontou como alternativa o reaproveitamento do óleo de cozinha para fazer sabão, ou que ele volte para o sistema produtivo e produza biodiesel. “Quanto mais o cidadão evitar o descarte do óleo no lixo comum, mais estará contribuindo para conservar o meio ambiente e toda a biodiversidade de vida marinha”, orientou.

Durante a Operação Praia Limpa, entre os dias 22 de dezembro desse ano e 22 de fevereiro de 2010, serão instalados postos de coleta de óleo acondicionado em garrafas pet. Esse material seguirá para empresas especializadas em reciclagem.

COMO SEPARAR E ACONDICIONAR O ÓLEO

Após a fritura dos alimentos, espere o óleo de cozinha esfriar;
Coloque em uma garrafa PET (Refrigerante), utilizando um funil com uma peneira pequena, se possível, para separar os resíduos sólidos. Coloque o óleo até completar a garrafa;
Leve a garrafa PET tampada até o local de recepção de materiais . Este óleo será encaminhado para reciclagem, transformando-se em diversos produtos.

Fonte :Site Diario de Iguape

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10.11.09

Programa de Revitalização Ambiental - Todos Juntos pelo Vale do Ribeira realiza novo plantio para recuperar APPs

Foi o dia de plantio comunitário do Projeto Rio Pedro Cubas, na comunidade de mesmo nome, no município de Eldorado (SP). Duas mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica foram plantadas em Áreas de Preservação Permanente (APPs), por 36 participantes incluindo um grupo de 12 jovens da comunidade de Pedro Cubas.

 

 

Lançado em abril de 2008, no quilombo de Pedro Cubas, o Programa de Revitalização Ambiental - Todos Juntos Pelo Vale do Ribeira, realizou novo plantio no último sábado, 31 de outubro. Foram plantadas duas mil mudas divididas entre espécies pioneiras, secundárias e clímax, nativas da Mata Atlântica. E mais duas mil devem ser plantadas até o final do ano. Os objetivos do programa são o restauro de floresta nativa com função ecológica local e global, a conservação das florestas existentes e a implementação de sistemas agroflorestais com palmito juçara e outras espécies em consórcio.
Mudas no caminhão para o transporte até Pedro Cubas

 

Quilombolas separam as espécies de mudas a serem plantadas

 

Desenvolvido em parceria pelo ISA, Aymoré Financiamentos, Iniciativa Verde e Universidade Estadual Paulista (Unesp), o programa pretende conscientizar clientes e lojas de automóveis parceiras da Aymoré Financiamentos sobre a importância de investir em alternativas diferenciadas para reverter a degradação ambiental. Assim, quando um cliente de São Paulo, Paraná, Bahia ou Pernambuco faz um financiamento de automóvel com a Aymoré, ele é convidado a contribuir com R$ 5,00 para o Programa de Revitalização Ambiental. O lojista, também pode fazer a doação. Se uma das partes contribuír, a Aymoré Financiamentos doa mais R$ 5,00, totalizando R$15,00. As doações são direcionadas ao programa. Saiba mais.
O mutirão de plantio deste sábado reuniu 36 pessoas incluindo um grupo de 12 jovens da comunidade que vem realizando experimentos de monitoramento e avaliação da área de recuperação, supervisionados pelo ISA. Representantes da comunidade de Nhunguiara, que produz as mudas, também participaram da atividade.
Jovens da comunidade participam da atividade

 

A ligação das comunidades quilombolas com os rios e as matas foi sempre muito forte. Hoje felizmente cresce o interesse da sociedade civil, de empresas e do Estado em recuperar áreas degradadas na Mata Atlântica, protegendo a água e o solo.
 

Fonte: Site Socio Ambiental

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6.11.09

Prefeituras poderão extrair cascalho para recuperar estradas

Foto: Prefeito Dinamérico, secretário Xico Graziano e deputado Samuel Moreira

O secretário do Meio Ambiente, Xico Graziano, assinou nesta quarta-feira, 4 de novembro, a Resolução SMA 80, que estabelece requisitos para o licenciamento da extração de cascalho. A partir da Resolução somente as prefeituras municipais poderão realizar a extração desde que tenha como finalidade exclusiva reparos em vias públicas do município, além disso a extração não pode implicar em supressão de vegetação nativa ou intervenção em áreas de preservação permanente.

O volume total de cascalho extraído deve ser inferior a 50 mil metro cúbico e deve ser mantida a estabilidade geotécnica da área. “A secretaria mostrou vontade política para ajudar muitas prefeituras que precisam de estradas vicinais em seus municípios”, disse o deputado Samuel Moreira, presente para a assinatura. O presidente do Codivar, Dinamérico Peroni, prefeito de Itariri, também presente à reunião, lembrou que o Consórcio tem lutado pela liberação de cascalheiras desde o início da atual gestão. “Esta é uma luta e uma conquista dos prefeitos do Vale do Ribeira”, completou Dinamérico.
 

O licenciamento ambiental para as cascalheiras será feito pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo – Cetesb desde que sejam apresentadas pelas Prefeituras Municipais documentos como a planta do local da cascalheira indicando seus limites, a descrição do método de trabalho a ser utilizado na exploração e um projeto de recuperação do local após sua exploração, incorporando a estabilização dos taludes, controle de processos erosivos e plantio, preferencialmente, de espécies arbóreas nativas. “É importante encontrar soluções para situações como essa das cascalheiras. Com regras bem definidas é possível preservar o meio ambiente”, ressaltou Xico Graziano.

 A Resolução também determina que ao finalizar a utilização da cascalheira a Prefeitura Municipal deverá apresentar à Cetesb comprovação de que a área encontra-se estável, com sistema de drenagem e decantação implantado, assim como a execução do projeto de recuperação do local e programa de plantio.

Fonte: Sueli Correa

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28.10.09

Cananéia sedia o I Fórum Regional de Meio Ambiente do Vale do Ribeira

Será realizado no próximo dia 30, na cidade de Cananéia, o I Fórum Regional de Meio Ambiente do Vale do Ribeira. A iniciativa é do Sub-grupo G-7 do Município Verdeazul, composto pelas Prefeituras de Cananéia, Cajati, Pariquera-Açú, Iguape, Iporanga, Jacupiranga e Barra do Turvo.

Durante o evento os municípios irão expor as ações e projetos ambientais que pretendem executar ao longo de suas gestões e o que já está sendo feito. De acordo com a organização, o objetivo do Fórum é a criação de uma estrutura ambiental regional que seja deliberativa, consultiva e executora de todos os parâmetros ambientais da região do Vale do Ribeira. Uma espécie de consórcio intermunicipal entre prefeitos e uma câmara técnica que discuta, estude, organize e amplie a atuação dos departamentos de meio ambiente das Prefeituras, avançando para que a pauta “Meio Ambiente” se torne prioridade nos municípios.

Já foi confirmada a presença do Diretor Executivo do Município Verdeazul o senhor José Walter e do Chefe de Gabinete da Secretaria de Estado do Meio Ambiente o senhor Ubirajra Guimaraes. A organização ainda espera a confirmação do Secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Francisco Graziano Neto. Todos os Prefeitos Municipais do Vale do Ribeira também estão sendo convidados.

Resumo:

I Fórum Regional de Meio Ambiente do Vale do Ribeira

Data: 30 de Outubro de 2009

Horário: a partir das 13h00

Local: Centro Comunitário de Cananéia

Rua: Paulo Phorfírio Paiva, Centro – Cananéia/SP

convite forum meio ambiente copy

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24.10.09

Meio Ambiente aprova medida para proteger o palmiteiro Juçara

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou nesta quarta-feira (21) medida que estabelece critérios para a exploração do palmiteiro Juçara (Euterpe edulis) na Mata Atlântica. O texto aprovado foi o substitutivo do deputado Gervásio Silva (PSDB-SC) ao Projeto de Lei 2831/08, do deputado falecido Max Rosenmann.

 

Gilberto Nascimento

Foto: Gervásio Silva: proteção do palmiteiro Juçara é fundamental para a preservação da biodiversidade da Mata Atlântica.

Em sua proposta, Gervásio Silva estabelece que a exploração desse tipo de palmito em florestas nativas na Mata Atlântica somente será autorizada se for apresentado plano de manejo com os critérios que determina. O texto define que só podem ser cortadas palmeiras com diâmetro à altura de peito de nove centímetros ou mais.

O responsável pela exploração também deverá manter banco com, no mínimo, 2,5 mil mudas por hectare. Sempre que a regeneração natural da espécie for insuficiente, deve ocorrer o plantio de mudas ou sementes. Além disso, deve-se manter pelo menos 50 palmiteiros em fase de frutificação por hectare, dispersos pela área de exploração.

O texto também estabelece os procedimentos para o interessado requerer a autorização para explorar o palmiteiro Juçara, de acordo com o tamanho da propriedade e a quantidade a ser retirada.

Exploração eventual, sem propósito comercial, de espécies nativas pode ser feita sem autorização, conforme prevê o texto.

Original
O projeto original determina apenas que o corte seletivo do palmiteiro deve ocorre mediante plano de manejo sustentável e exclusivamente em áreas que apresentem estoques necessários para a perpetuação da espécie. Não prevê, no entanto, os critérios do plano, que é remetido para regulamentação posterior da lei.

A proposta especifica apenas que a exploração do palmiteiro só será permitida em propriedades que mantenham, no mínimo, 20% da cobertura florestal nativa e que respeitem as áreas de preservação permanente (APP).

Biodiversidade
Gervásio Silva considera a proteção do palmiteiro Juçara fundamental para a preservação da biodiversidade da Mata Atlântica. Segundo ele, essa espécie frutifica de forma abundante na época de seca e, por isso, representa "importante fonte de alimento para a fauna nativa".

O relator explica ainda que esse tipo de palmito distribui-se do Sul da Bahia até o Rio Grande do Sul. Devido à exploração descontrolada, entretanto, hoje, conforme relata, "populações mais densas são encontradas apenas no Vale do Ribeira, nos estados de São Paulo e Paraná".

Tramitação
A proposta, que já foi aprovada pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, segue para análise, em caráter conclusivo, da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

* Matéria atualizada no dia 23/10

Íntegra da proposta:
- PL-2831/2008
 

Fonte :Site Portal da Camara dos Deputados

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8.10.09

Como superar as restrições e ampliar o mercado do palmito de pupunha?

A pupunheira (Bactris Gasipaes H.B.K.) é uma palmeira que se constitui como alternativa para a produção de palmito tendo a vantagem de ser explorada em plantios organizados. O palmito é basicamente uma iguaria do Brasil, que responde por cerca de 85% da produção mundial, não dominando, contudo, as exportações. A principal causa da perda desta liderança é a falta de qualidade do produto brasileiro. As exportações já foram da ordem de US$ 40 milhões de dólares, situando-se hoje em torno de US$ 7 a 8 milhões anuais.

Atualmente, a indústria de alimentos ainda concentra-se na produção de palmito em salmoura. Entretanto, o palmito de pupunha minimamente processado, ou seja, pronto para consumo in natura e sem tratamento térmico é uma alternativa viável que vêem crescendo no mercado consumidor. O tolete do palmito de pupunha é a parte mais nobre da palmeira e que apresenta um preço médio entre R$ 22 e R$ 25 o quilo quando comercializado na forma de minimamente processado.

Entretanto, a tecnologia empregada é rudimentar e ineficiente, fazendo com que o tempo de vida útil deste produto seja muito curto, com perdas consideráveis nos locais de comercialização. Desta maneira, os produtores de palmito de pupunha minimamente processado não conseguem comercializar o produto para regiões distantes dos locais de produção. Além disso, as embalagens de comercialização são inadequadas e incipientes, aumentando ainda as perdas do produto.

A Embrapa Agroindústria de Alimentos definiu um fluxograma de processamento mínimo para obtenção de produto minimamente processado dentro do que atende aos requisitos básicos de qualidade e segurança alimentar.

No processamento, o palmito recebe uma solução filmogênica comestível (revestimento comestível). O filme foi desenvolvido à base de um polímero natural (gelatina) que tem a função de prolongar a vida útil do tolete de palmito de pupunha minimamente processado e assegurar a sua qualidade. Foram realizados testes sensoriais com consumidores que indicaram não haver alterações significativas no sabor, textura e aparência do produto.

Nesta pesquisa, a parceria com o Instituto Nacional de Tecnologia permitiu o desenvolvimento de uma embalagem específica para comercialização de palmito de pupunha minimamente processado. Ela garante praticidade, proteção e está apta a ser a primeira vitrine expositiva do produto. A embalagem foi desenvolvida com um cartão tríplex ecologicamente correto e biodegradável.

Desta forma, o novo fluxograma, a aplicação da solução filmogênica e a embalagem adequada às características do produto fizeram com que houvesse ganho na vida útil, na qualidade e na segurança do produto de 5 para 22 dias.

A extensão do tempo de prateleira permite que o produto seja comercializado em locais distantes da produção agroindustrial e até mesmo exportado via aérea, uma vez que o valor agregado é alto. Portanto, o uso destas tecnologias propicia aos produtores e às agroindústrias novas perspectivas de mercado tanto no Brasil e como no exterior.

De: Antonio Gomes Soares (agomes@ctaa.embrapa.br)
Pesquisador da EMBRAPA Agroindústria de Alimentos.

Fonte: Portal do Agronegócio

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7.10.09

Juquiá onde a lei de proteção ao meio ambiente ainda não chegou.

Juquiá vale do ribeira aonde a lei de proteção ainda não chegou

Capa

  O vale do ribeira é uma das regiões mais preservada do estado de São Paulo, mas vem sendo ameaçada ainda mais devido ao desemprego na região,por falta de competência política.Como meio de sobrevivência muitos sobrevivem da prática ilegal de retirada de palmito,e madeira,o qual cresce a cada dia mais  com o investimento dos empresário da região no cultivo do pupunha espécie de palmito comercial que é usado para dispersar a atenção dos fiscais que atuam na região contra a extração de palmito.Durante as filmagens que fizemos em Juquiá não vimos nem uma viatura da policia florestal,o que deixa livre a atuação dos que retiram palmitos na região do vale do ribeira.Logo na chegada a Juquiá encontramos pessoas comentando sobre compradores de palmito,e locais onde é feito o cozimento,o que deixa logo de inicio claro  que a fiscalização não tem empenho em proteger o pouco que resta de plantas e espécies em extinção naquela região.O palmito pupunha é cultivado em grade parte das fazendas que antes ofereciam empregos aos moradores. Por ter preço inferior ao Jussara palmito nativo de nossas matas, muitos usam selos e embalagens do pupunha que é regulamentado para transportar o Jussara retirado ilegalmente por verdadeiras quadrilhas que usam técnicas de criminosos para destruir o pouco que resta na natureza.  

A VIDA DO PALMITO

Na Floresta Tropical existem diversos tipos de palmeiras. Por exemplo, na Amazônia temos o Açai e na Mata Atlântica o Palmito Juçara.
Na Mata Atlântica, o Palmito Juçara é considerado uma espécie de grande importância para a sobrevivência de algumas espécies da fauna.

A IMPORTÂNCIA DO PALMITO

 Sem Título-5mn A preservação do Palmito Juçara está diretamente ligada à manutenção da Biodiversidade da Mata Atlântica, uma vez que sua semente e seu fruto servem de alimento para diversos animais.
A importância da preservação da espécie também está relacionada ao período de sua frutificação. Trata-se de uma palmeira extremamente produtiva com um longo período de frutificação, cujos frutos alimentam os mamíferos e aves num período crítico como é o início da estação seca.
Por ocorrer no inverno, quando a maioria das outras árvores está sob estresse hídrico devido ao período seco, é um alimento fundamental na mata.
É importante salientar que os animais não se alimentam exclusivamente dos frutos do Palmito. E estudos realizados, apontam o Palmito como um alimento de alto teor nutricional.
Além disso, o Palmito Juçara serve de alimento para o homem e suas palmeiras fornecem frutos, açucar, óleo, cera, fibras, material para construções rústicas, matéria-prima para a produção de celulose, entre outros.É importante observar que as aves e os animais que se alimentam dos frutos da palmeira, em geral, são responsáveis pela dispersão natural de novas mudas em meio à floresta, contribuindo para a renovação natural da mata.

EXPLORAÇÃO PREDATÓRIA

 Sem Título-err O Palmito Juçara, antes abundante em toda a Mata Atlântica, hoje, devido a intensa exploração está cada vez mais raro, e é encontrado em maior quantidade somente no Vale do Ribeira, Estado de Santa Catarina e Paraná.
O Vale do Ribeira, que abriga a maior parcela contínua de Mata Atlântica do país, é uma das regiões mais pobres do Estado de São Paulo. Como resultado, a extração de seus recursos naturais acaba sendo uma das poucas opções econômicas da população local.
Estima-se que pelo menos 43 toneladas de Palmito são retirados anualmente no Estado de São Paulo.
Esses números foram estimados baseados em dados de Palmitos confiscados e informações de “Palmiteiros”.
No Vale do Ribeira cerca de 29 toneladas são extraídos ilegalmente por ano, ou uma área de pelo menos 227 ha/ano.
A exploração do Palmito na Mata Atlântica é uma história de excessos, com a eliminação total de palmeiras adultas e jovens, em matas particulares e inúmeros casos de roubos e depredação do recurso, em parques e reservas florestais.
Com a exploração predatória do Palmito, as plantas são, na maioria das vezes, extraídas da floresta nativa antes da frutificação. Não havendo a produção de sementes, que servem de alimento para diversos animais, sua disserminação e recomposição são prejudicados.É importante observar que uma palmeira pode produzir aproximadamente 8 kg de frutos por ano, a partir do 7º ano. Considerando uma produção até o 20º ano, essa palmeira produzirá mais de 100 Kilos de alimentos para os animais, contra 300 gramas de Palmito obtidos uma única vez, para a alimentação humana.

A ILEGALIDADE

 Sem Título-4kj Predatória do ponto de vista social, econômico e ecológico, a exploração clandestina de Palmito não encontra muitas barreiras no país. A facilidade de extração e comercialização, o descaso do governo, o excesso de exigências para a exploração sustentável e a corrupção dos Orgãos fiscalizadores são apontados como os principais responsáveis pela perpetuação da clandestinidade.
Hoje infelizmente, todas as etapas do ciclo de vida do Palmito, desde a extração, passando pelas várias etapas do comércio, até chegar ao consumidor final, estão permeadas por ilegalidades.
Por ser extraído de maneira ilegal, 95% do Palmito é industrializado em regime de clandestinidade (obviamente sem pagar impostos) e sem as mínimas condições de higiêne, o que provoca outro problema sério: riscos reais para a saúde do consumidor.
Além disso, é uma atividade socialmente espúria, porque os trabalhadores (”Palmiteiros”) são explorados e se transformam em ladrões.
Nas Cidades do Vale do Ribeira estima-se que um terço da população masculina corte Palmito ilegalmente. E o quadro apresentado na região é de desequilibrio ambiental com o “Roubo” disseminado do Palmito em propriedades rurais e parques estaduais.
Tradicionalmente a exploração do  Palmito juçara é uma importante fonte de renda para centenas de famílias da zona rural.
Em todo lugar, o Palmito sempre foi muito explorado, devido ao seu alto valor. Agora corre o risco de desaparecer da floresta por causa da exploração clandestina e descontrolada.

O IMPACTO

As palmeiras são consideradas espécies-chave na floresta, por sua importância estratégica na cadeia alimentar. A retirada indiscriminada de palmeiras promove a redução da oferta de alimentos para a fauna, a incapacidade de auto-reprodução da própria espécies, o empobrecimento do ecossistema e a redução da biodiversidade, gerando novos ciclos negativos.
Sem o Palmito Juçara várias espécies de animais podem desaparecer. Em alguns locais onde o Palmito foi dizimado já podemos notar a ausência da Fauna.O impacto que o Palmito extraído das nossas florestas traz ao meio ambiente é imenso, pois leva a delapidação das nossas reservas naturais. Essas palmeiras não vêm sendo plantadas no mesmo ritmo em que são exploradas. No caso específico da Juçara, palmeira de estipe único, seu corte leva à destruição da planta.
É feito de forma irracional, derrubando todas as palmeiras de uma determinada área, sem obedecer um plano de manejo sustentado, levando à extinção da espécie, o que já é uma triste realidade para as reservas de Juçara da Mata Atlântica.

A PRODUÇÃO

No Brasil, aproximadamente 97% dos Palmitos em conserva são provenientes da Mata Atlântica e Floresta Amazônica, que em sua maioria são obtidos de forma ilegal e sem qualquer controle de qualidade e preocupação com o meio ambiente.
Os 3% restantes referem-se ao Palmito Cultivado, ou seja, um Palmito que é cultivado em  grande escala da mesma forma que outras culturas como a laranja, o café, a banana etc.
Estimando um consumo de 70.000 toneladas métricas e considerando que 97% do Palmito comercializado é extrativo, são derrubadas 400 milhões de palmeiras/ano só no Brasil. Mesmo com apenas 3% do mercado, o Palmito cultivado já é responsável pela preservação de 10 milhões de palmeiras, uma vez que produz Palmito no regime de cultivo.
O cultivo da Palmeira Pupunha garante assim a proteção às florestas e demais formas de vegetação existentes no território nacional, bens de interesse comum a todos os cidadãos brasileiros.

Fonte : Portal do Circuito

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23.9.09

Homenagem às mães na maternidade do Hospital de Itanhaém no Dia da Árvore

Homenagear as mães que tiveram seus bebês no Hospital Regional de Itanhaém (HRI/Consaúde) no Dia da Árvore. Essa foi a intenção da Polícia Militar na segunda-feira, 21 de setembro, ao oferecer flores a três mães e seus bebês que nasceram na Maternidade do Hospital Regional.

Este já é o 13º ano da campanha “Nasce uma vida, plante uma vida”, desenvolvida pela Secretaria de Segurança Pública do Estado.

  

Foto : Silvana adorou a homenagem e mostra o seu bebê

Foto : Vanessa de Souza e Silvania Cardoso da Silva

As mães homenageadas foram Juliana Aparecida Gomes da Silva, Vanessa de Souza e Silvania Cardoso da Silva. Além de buquês de flores, elas e também um  da Polícia Milita. Os policiais visitaram as casas das três  para plantar uma muda de árvore.

Para Silvania, moradora em Itanhaém, mãe de Richard, foi uma grande surpresa. O bebê nasceu de parto normal, com 2,870 quilos. Éseu terceiro filho nascido no HRI. “Adorei a homenagem e é a primeira vez que recebo flores nesse dia. Acho importante comemorar a data, pois temos que ajudar a preservar a natureza”.

Juliana Aparecida  também elogiou a atitude dos policiais militares. “Fiquei bastante surpresa, não esperava esta homenagem, mas gostei muito, principalmente na data de nascimento do meu filho Isaac”. O bebê,  com 3 quilos, nasceu de parto normal e é o segundo filho de Juliana.

Outra mãe que ficou feliz foi Vanessa, moradora em Itariri. “Achei ótima a homenagem, pois não esperava receber flores neste dia”, declarou. Ela ganhou uma menina sua segunda filha, um menina que nasceu com 3,570 quilos, de parto normal.

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1.6.09

Cajati promove 3ª Semana do Meio Ambiente

Cajati promove 3ª Semana do Meio Ambiente

O Departamento de Turismo e Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de Cajati promove entre os dias 01 e 05 de junho, a 3ª Semana do Meio Ambiente/Educação Ambiental, tratando de questões emergenciais e tendo como objetivo ressaltar o tema “Por um Município Verde”. A iniciativa é mais uma das ações que estão sendo desenvolvidas no município, seguindo o propósito de realizar através de um caminho mais curto, barato e eficaz, a conscientização ambiental através da educação ambiental.

A 3ª Semana do Meio Ambiente se iniciará no dia 01 de junho, (segunda-feira), com atividade desenvolvida em uma visita ao Aterro Sanitário Municipal, onde no período da manhã e tarde recebera a visita de alunos da rede municipal de ensino. Dentro da programação no decorrer da semana, acontecerão mais visitas ao aterro sanitário municipal, inclusive com a participação dos professores da rede municipal, numa oficina pedagógica diferenciada onde poderão conhecer a destinação final do lixo do município, além de ressaltar a importância de se fazer coleta seletiva. Haverá também uma palestra aos alunos da E.J.A (Educação de Jovens e Adultos) na escola Francisco José de Lima Jr e no último dia uma passeata pela Avenida Fernando Costa com concentração na Praça. Mais informações no (13) 3854- 8687.

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Fonte Site Diario de Iguape

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20.3.09

Serra lança programa de educação ambiental

Serra lança programa de educação ambiental

criancaecologica

O governador José Serra lança, nesta quinta-feira, 19, o programa de educação ambiental Criança Ecológica que contempla 26 das unidades de conservação (UC’s) que possuem, em seus Planos de Manejo, pré-requisitos que permitam o uso público.

No Vale do Ribeira, o programa acontecerá no Parque Estadual Campina do Encantado, em  Pariquera-Açú.

O objetivo da iniciativa é despertar nas crianças entre 8 e 10 anos de todo o Estado atitudes capazes de contribuir com a melhoria da qualidade de vida e do meio ambiente.

A primeira área pública a receber o espaço dedicado às atividades do programa será o Parque Villa Lobos (na Capital), com o espaço Villa Ambiental. Nele, as crianças terão uma agenda lúdica e interativa sobre meio ambiente.

Programa Criança Ecológica

A Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SEMA) pretende levar grupos de 40 alunos, dos 8 aos 10 anos, para conhecerem as unidades de conservação (UC’s) de responsabilidade do Instituto Florestal e da Fundação Florestal. “A grande mudança no modo de vida da civilização humana, capaz de construir um modelo sustentável de desenvolvimento, exige forte investimento na educação ambiental. Somente assim, preparando as próximas gerações, o desafio da Humanidade poderá ser superado.” (SEMA)

Em geral, as crianças reproduzem no ambiente domésticos os conteúdos aprendidos na educação ambiental, tornando-se agentes de mudança na sociedade; disso resulta a grande importância do Projeto em relação à preservação ambiental.

O programa terá um site próprio, onde serão agendadas visitas, realização de pré-visitas do professor, cadastro para recebimento de newsletter, pós-visita, blog, galeria de fotos, informações das UCs e acesso para utilização. Serão confeccionadas camisetas específicas para os professores que participarem das atividades junto com seus alunos.

Nas visitas serão fornecidas, além das atividades lúdico-pedagógicas, lanches e dinâmicas para os alunos, com duração prevista de 3 horas. Os visitantes receberão Certificados que conterão no verso o “Juramento da Criança Ecológica”, que versa sobre o compromisso de manter o planeta viável para esta e para as próximas gerações.

Parque Estadual Campina do Encantado

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Possue trilhas, campos de bromélias, rica diversidade em fauna e flora, e sítios arqueológicos, dentre eles três importantes sambaquis. A principal atração do Parque Estadual Campina do Encantado são as turfeiras que propiciam o “fogo que sai do chão”, origem das muitas lendas que existem na região ligada à Campina do Encantado. Fica a 16 km de Pariquera-Açú e faz divisa a noroeste com os municípios de Registro e Iguape. O relevo é formado por planícies costeiras aluviais quaternárias e terceárias, e por terraços marinhos; o conjunto ainda possue altitude média de 12 metros e possibilita caminhadas com baixa dificuldade. As visitas são monitaradas e pede-se para agendar com a administração do Parque pelo telefone 13 38561002.

PECE - email pe.ampinadoencantado@fflorestal.sp.gov.br

Fonte site Diario de Iguape

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19.3.09

Manifestação contra Tijuco Alto reúne mais de mil pessoas em Adrianópolis (PR)

Manifestação contra Tijuco Alto reúne mais de mil pessoas em Adrianópolis (PR)

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de: www.socioambiental.org

Agricultores familiares, comunidades quilombolas e comunidades Guarani, organizações da sociedade civil, moradores da região e estudantes protestaram no último sábado, 14/3, contra o projeto da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) de barrar o Rio Ribeira de Iguape, no Vale do Ribeira (SP e PR).

Na data em que se comemora o Dia Mundial de Luta contra Barragens, 14 de março, o Movimento dos Ameaçados por Barragens, do Vale do Ribeira (SP), promoveu uma caminhada de dois quilômetros para protestar contra o projeto de construção da hidrelétrica de Tijuco Alto. Agricultores familiares, comunidades quilombolas (Sapatu, Porto Velho, Mandira, Morro Seco, André Lopes, São Pedro, Abobral, Ilha Rasa, João Surrá, Praia Grande, Nhunguara, Galvão e Ivaporunduva), comunidades Guarani, movimentos da sociedade civil organizada, estudantes e moradores da região concentraram-se na praça central da cidade de Ribeira, do lado paulista do Vale do Ribeira e depois caminharam até Adrianópolis, do lado paranaense.

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A multidão de cerca de 1500 pessoas de acordo com estimativa do Moab, caminhou em direção a Adrianópolis e durante meia-hora, fechou a ponte que liga os dois municípios para reverenciar o Rio Ribeira de Iguape e manifestar sua preocupação e revolta contra o projeto de construção da barragem.

Ao chegar em Adrianópolis, as pessoas seguiram para o Ginásio Poliesportivo Aníbal Curi, onde assistiram diversas apresentações culturais, como as duplas sertanejas Zé e Gervasio, Dino e Dile e Elvira e Aloísio de Eldorado. Os jovens de Registro apresentaram uma batucada e os alunos da Escola Estadual Santa Barbara fizeram apresentações de musica, teatro e dança. Apresentaram-se ainda a cantora paranaense Maria Isabel de Palmeiras, o grupo de capoeira Macule Le, de Cananéia, o grupo de maracatu e percussão Batucajé, o grupo Flautinhas e a Banda de Nossa Senhora da Guia.

Na organização da manifestação, o Moab contou com o apoio de representantes do Cedea - Centro de Estudos e Defesa e Educação Ambiental, da Associação Sindical dos Trabalhadores da Agricultura Familiar de Cerro Azul - PR (Astraf), do Cresol, do ISA, da CUT, do IAV, SINDCEAB, Coletivo Educador Lagamar e Coletivo jovem de Cananéia, além das comunidades quilonbolas e guarani, e de agricultores familiares de Barra do Turvo.

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